Confira! Revista Viagem aponta 3 vinícolas de Santa Catarina entre as mais belas da América do Sul

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/as-mais-belas-vinicolas-da-america-do-sul#31

30. Monte Agudo (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

Criada a partir da paixão de dois amigos (Leônidas Ferraz e Alceu Muller) pelo vinho, a Monte Agudo oferece programação diferenciada, que varia conforme a época e o tempo. Aqui, dá pra provar rótulos no pôr do sol ou durante um piquenique. Prove do espumante Sinfonia Rosé Brut produzido com uvas Cabernet Sauvignon e Merlot.

31. Villa Francioni (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

A arquitetura da propriedade faz com que o visitante se sinta na Europa. As visitas guiadas mostram profissionais bem preparados, que explicam detalhadamente cada processo da casa, que inclui móveis adquiridos em diversos países. Os vinhos são extremamente saborosos: vale levar uma garrafa pra casa.

32. Villaggio Bassetti (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

A receptividade é o forte dessa vinícola, marcada por vinhos bem produzidos. São dois hectares para uvas Merlot e dois de Cabernet Sauvignon, com resultado final bem satisfatório. A degustação acompanha refeições, com boas harmonizações que incluem Rosé com queijo colonial ou Sauvignon Blanc com truta, por exemplo. A sensação que os anfitriões deixam no visitante é o de pertencer ao lugar e às belas paisagens no entorno.

Vinicola Villaggio Bassetti recebe medalha de prata na Grande Prova de Vinhos do Brasil 2014-2015, do Grupo Baco, com o rótulo Primeiro

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Os sócios da vinícola Villaggio Bassetti, José Eduardo Bassetti e Eliana Ribas Bassetti, estão comemorando a premiação recém conquistada. Localizada em São Joaquim – SC, a vinícola que é destaque nacional pela produção de vinhos de altitude, recebeu a medalha de prata na Grande Prova de Vinhos do Brasil 2014-2015, do Grupo Baco. O rótulo Primiero (2011) elaborado exclusivamente com uvas Cabernet Sauvignon foi o responsável por conquistar o paladar dos jurados.

A GP Vinhos do Brasil 2015 (maior degustação às cegas nacional) reuniu cerca de 700 rótulos, de 87 produtores de sete estados. A divulgação dos premiados aconteceu no 19º Salão Internacional do Vinho (Expovinis), em São Paulo (SP), juntamente com o lançamento da quarta edição do Anuário Vinhos do Brasil 2015, uma publicação bilíngue (português-Inglês) editada em parceria entre o Grupo BACO e o Ibravin, na qual estão todos os premiados. Para o presidente do júri, o jornalista especializado em vinhos Marcelo Copello, uma medalha garante a visibilidade do rótulo no Brasil e nos demais países em que o Anuário circula.

Sobre o vinho Primiero (2009)

Feito unicamente das uvas cabernet sauvignon, Primiero é produzido e fermentado em barricas de carvalho francês. Seu nome, como ele próprio já sugere refere-se a primeira safra. Durante 22 meses ele fica dentro da barrica, depois mais dois anos para ir para o mercado. Trata-se de um vinho extremamente elegante, um vinho mineral. É um processo mais caro e que sustenta o vinho em uma elegância que a nota da madeira não aparece e sim esplendor do vinho e precisa ser decantado. É um vinho que precisa ser decantado, já está pronto para ser degustado, mas pode e deve ser guardado por dois, três, cinco, até dez anos garantindo sempre uma experiência nova ao paladar em cada nova garrafa aberta. De coloração grená, herdou da Serra Catarinense o frescor e os aromas típicos de amêndoas e pinhões. Estruturado, elegantemente longo, lembra o estilo europeu de elaborar vinhos.

Composição: Cabernet Sauvignon

Características edafoclimáticas: Solos argilosos, baixo PH, declividade alta e excelente drenagem, exposição solar N, invernos rigorosos e verões amenos e secos. Altitude do vinhedo variando entre 1.230 e 1.250 metros sobre o nível do mar.

Elaboração: Colheita seletiva, desengace, seleção de bagas, fermentação alcoólica e malolática integral em barril de carvalho francês de 400 litros, com permanência de 22 meses, estabilização natural e engarrafamento. Graduação alcoólica: 13,9%

Temperatura de serviço: 14°C

Harmonização: carnes vermelhas e pratos condimentados, pede molhos untuosos e suporta bem a estrutura do prato.

 

SERVIÇO: VINÍCOLA VILLAGGIO BASSETTI

Endereço: Rodovia SC 114 Km 64 – São Joaquim / SC

Funcionamento: Terça-feira a domingo das 9h às 12h e das 13h às 17h

Teleatendimento: (49) 9182-8862 ou atendimento@ villaggiobassetti.com.br

Para grupos e almoço aos finais de semana e feriados, agendamento antecipado.

Rótulos: Primiero (Cabernet Sauvignon), Montepioli ( Cabernet Sauvignon e Merlot), Rosé (50% Merlot, 50% PinotNoir), Sauvignon Blanc (100% Sauvignon Blanc) e Donna Enny (100% Sauvignon Blanc).

http://www.villaggiobassetti.com.br

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Fonte: Assessoria de Imprensa

Melhor vinho branco nacional é produzido em Santa Catarina

Vignedo Perico

O Vigneto Sauvignon Blanc, da Pericó Vinhos, levou a melhor pela segunda vez consecutiva na feira Expovinis, em São Paulo

O Vigneto Sauvignon Blanc, da Pericó Vinhos, vinícola de São Joaquim, foi eleito o melhor vinho branco nacional durante a Expovinis 2015, maior feira do setor da América Latina, realizada em São Paulo (SP), entre os dias 22 a 24 de abril. Esta é a quinta vez que a uva produzida para a bebida leva o prêmio na categoria.

Aroma intenso e com notas de frutas tropicais, onde são percebidos toques de melão, mamão papaia, casca de grapefruit e uma nota discreta de maracujá e de folha de tomate. Foi com essa complexidade de sabores que o Vigneto Sauvignon Blanc, da altitude catarinense, conquistou o primeiro lugar entre os  brancos nacionais.

O concurso foi realizado no Salão Internacional do Vinho. A feira reuniu os principais produtores de diferentes continentes, apresentando novas safras e os lançamentos do mercado. A mesma bebida havia sido premiada na edição de 2014. “Este é um prêmio que repartimos com nossa terra de Altitude. Essa conquista evidencia o trabalho das vinícolas catarinenses localizadas na região de São Joaquim. Conquistamos os primeiros lugares graças à dedicação, perseverança e persistência e isso nos dá ânimo e energia para continuarmos produzindo excelentes vinhos e espumantes”, diz o administrador da Pericó, Wandér Weege.

Apesar de ser o segundo prêmio do vinho, a uva utilizada em sua fabricação leva a melhor pela quinta vez. “A Sauvignon Blanc é completamente adaptável à região da altitude e pode ser comparada com as melhores do mundo. É uma uva de qualidade com aromas fortes e cítricos, que traz um frescor bastante perceptível”, afirma o presidente da Acavitis (Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude), Acari Amorim.

O vinho premiado faz harmonização com peixes em geral, camarão, crustáceos, culinária oriental, carnes brancas, risotos, comidas leves e picantes, além de queijos brancos. Deve ser servido a 5° C.

Fonte: http://m.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/251948-melhor-vinho-branco-nacional-e-catarinense.html

Vinhos de Santa Catarina: Villa Francioni inicia oficialmente a colheita de uvas da safra 2014/2015

O trabalho mais esperado do ano já começou nos vinhedos da Villa Francioni, em São Joaquim, na serra catarinense: a colheita das uvas. O momento é de celebração, para este ano deverão ser colhidas mais de 160 toneladas da fruta.

Segundo o enólogo Orgalindo Bettu, foi realizado um trabalho intenso para que ocorresse a protelação do início da colheita para a segunda quinzena de março, período do ano em que as chuvas praticamente cessam. Com isso, o vinhedo atingiu um ponto de maturação espetacular, ao constatar a preservação da acidez na fruta, potencializada pelas noites de temperaturas baixas e, acima de tudo, aumentar significativamente a doçura da uva pela excelente insolação constatada nestes últimos meses. Estes são fatores essenciais para propiciar vinhos magníficos e de longa guarda.

A colheita inciou pela variedade Chardonnay, a qual normalmente nas regiões de clima temperado no Brasil, é colhida no início de Janeiro. A previsão para a colheita das variedades tintas está agendada para o final de abril, época que se aproveita o veranico de maio, situação fundamental para maturação plena das uvas tintas.

“Em síntese, não é exagero falar que estamos diante de uma magnífica safra. Dito isso, trabalharemos com toda a dedicação na vinícola para transformar da melhor forma possível estas uvas em vinhos, com objetivo fundamental de que estes agradem cada dia mais os clientes e apreciadores.”, comemora Orgalindo Bettu.

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Fonte: http://www.villafrancioni.com.br/vf-inicia-oficialmente-a-colheita-de-uvas-da-safra-20142015/

Vinhos projetam a Serra de SC

Entre paisagens de campos e araucárias, a Serra Catarinense conta com 35 vinícolas que consolidaram a região como produtora de vinhos de qualidade. Por isso, a Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) realiza de 26 a 29 deste mês a segunda vindima, a festa da colheita. O vice-presidente da associação, Ernani Garcia (foto), Médico oftalmologista e vitivinicultor, é um dos que investem com paixão na atividade.

Quais são as expectativas para a vindima deste ano?
Ernani Garcia – É uma oportunidade para a Serra catarinense ampliar o turismo. O vinho, por meio do projeto da Acavitis, traz para o nosso Estado grandes benefícios. Ele projeta as belezas naturais da região que estavam um pouco esquecidas, incluindo municípios como São Joaquim, Urubici, Urupema, Lages, Água Doce e outros. Faltam opções de hotéis e restaurantes. A vitivinicultura chegou nos últimos 15 anos e evoluiu muito, com vinhos e espumantes maravilhosos. Não é mais uma aventura, é um fato, constituiu um conceito de um excelente produto. A Acavitis conseguiu trazer para esse projeto uma filosofia de trabalho mais ou menos parecida desde a seleção de mudas de variedades francesas e italianas até a produção em pequenas vinícolas. Os investidores são empresários dos setores madeireiro, cerâmico, metalúrgico, têxtil, saúde e outros. O futuro será ainda mais promissor.

O que os visitantes vão encontrar na festa deste ano?
Garcia – Uma evolução muito grande em relação à primeira edição. Há mais vinícolas com a estrutura bem preparara para receber os turistas. Além disso, com o apoio do Ministério da Cultura, está sendo possível trazer apresentações de música e dança. A Escola do Ballet Bolshoi vai se apresentar na Vinícola Pericó, um dos locais mais bonitos da região. Vai ter degustação aberta ao público na praça de São Joaquim. Ano passado, as pessoas que foram à vindima se surpreenderam. Este ano será melhor. Os eventos serão em três núcleos: São Joaquim, Campos Novos – Tangará e Água Doce.

O que é necessário para o enoturismo avançar na Serra?
Gracia – Mais infraestrutura hoteleira. Precisamos de um bom hotel que atrairá outros. Falta os empresários acreditarem no ramo da hotelaria porque o negócio do vinho já está sólido e as belezas naturais estão aí. A nossa Serra tem mais belezas naturais do que Gramado e Canela no RS. O governador disse que será criada a rota turística dos vinhos de SC. Ele também está otimista com a futura rodovia Caminhos da Neve, que ligará as serras de SC e RS.

Como o senhor ingressou no mundo do vinho?
Garcia – É um projeto pessoal. Estudei na UFSC e faço Medicina de maneira intensa. Meu pai era camponês e tinha uma pequena distribuidora de bebidas em Biguaçu. Sempre gostei de campo, da música, das paisagens. Quando fui para São Paulo fazer residência em oftalmologia, estudei com filhos de fazendeiros e a gente visitava as fazendas. Voltei para Florianópolis porque aqui não havia ainda estrutura forte para cirurgia oftalmológica. Em 2000 comecei a investir em campo. Comprei área em Campo Belo do Sul, na Serra, para pecuária. Plantei as primerias videiras em 2006.

Como foi a decisão da plantar videiras europeias?
Garcia – Como a terra era fértil e a região tinha baixo IDH, pensei em começar a mudar este perfil econômico, gerar oportunidade de trabalho (são 20 empregos diretos). Como na Medicina a gente sempre cria coisas novas, decidi fazer o mesmo no campo. Busquei parceria com a universidade (UFSC). Convidei o professor Aparecido Silva, experiente em forrageiras e gramíneas, para melhorar as pastagens. Num dia de campo um professor falou que a região poderia ter um vinhedo porque havia muito sol e clima seco. Iniciamos um projeto pequeno com uvas merlot, malbec, cabernet sauvignon e chardonnay. Plantamos em 2006 e fizemos a primeira colheita em 2008. Convidamos o PhD em vinhos da Epagri, Jean Pierre Rosier para fazer microvinhos e ele concluiu que poderíamos apostar no setor. Abrimos a vinícola Abreu Garcia (a marca leva os sobrenomes do casal Janaína Abreu e Ernani Garcia).

O que a Abreu Garcia oferece ao mercado?
Garcia – Temos uma pequena vinícola própria, fazemos seleção manual da uva e focamos qualidade. Já lançamos dois espumantes brut, um branco e outro rosé elaborados pelo método champenoise, um vinho rosé, um sauvignon blanc, um chardonnay e dois tintos, um corte cabernet/merlot e um pinot noir. Abrimos loja exclusiva no centro de Florianópolis, estamos reforçando a comercialização no Brasil e vamos iniciar o enoturismo na vinícola em Campo Belo do Sul.

Vinho aumenta a longevidade?
Garcia – Isso reforçou ainda mais meu empenho pelo setor. Muitos artigos destacaram a influência do vinho no aumento da sobrevida das pessoas. Trabalhos nos EUA mostram que o consumidor de vinho tem menor risco de desenvolver degeneração macular, que é uma doença degenerativa na retina. Cardiologistas recomendam para seus pacientes uma taça após as principais refeições porque melhora o fluxo sanguíneo e o bem-estar. Isso tudo tem a ver com nossos projetos: medicina e vinho.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/03/15/vinhos-projetam-a-serra-de-sc/?topo=67,2,18,,,77