Vinhos de Santa Catarina: Villa Francioni inicia oficialmente a colheita de uvas da safra 2014/2015

O trabalho mais esperado do ano já começou nos vinhedos da Villa Francioni, em São Joaquim, na serra catarinense: a colheita das uvas. O momento é de celebração, para este ano deverão ser colhidas mais de 160 toneladas da fruta.

Segundo o enólogo Orgalindo Bettu, foi realizado um trabalho intenso para que ocorresse a protelação do início da colheita para a segunda quinzena de março, período do ano em que as chuvas praticamente cessam. Com isso, o vinhedo atingiu um ponto de maturação espetacular, ao constatar a preservação da acidez na fruta, potencializada pelas noites de temperaturas baixas e, acima de tudo, aumentar significativamente a doçura da uva pela excelente insolação constatada nestes últimos meses. Estes são fatores essenciais para propiciar vinhos magníficos e de longa guarda.

A colheita inciou pela variedade Chardonnay, a qual normalmente nas regiões de clima temperado no Brasil, é colhida no início de Janeiro. A previsão para a colheita das variedades tintas está agendada para o final de abril, época que se aproveita o veranico de maio, situação fundamental para maturação plena das uvas tintas.

“Em síntese, não é exagero falar que estamos diante de uma magnífica safra. Dito isso, trabalharemos com toda a dedicação na vinícola para transformar da melhor forma possível estas uvas em vinhos, com objetivo fundamental de que estes agradem cada dia mais os clientes e apreciadores.”, comemora Orgalindo Bettu.

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Fonte: http://www.villafrancioni.com.br/vf-inicia-oficialmente-a-colheita-de-uvas-da-safra-20142015/

Vinhos projetam a Serra de SC

Entre paisagens de campos e araucárias, a Serra Catarinense conta com 35 vinícolas que consolidaram a região como produtora de vinhos de qualidade. Por isso, a Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) realiza de 26 a 29 deste mês a segunda vindima, a festa da colheita. O vice-presidente da associação, Ernani Garcia (foto), Médico oftalmologista e vitivinicultor, é um dos que investem com paixão na atividade.

Quais são as expectativas para a vindima deste ano?
Ernani Garcia – É uma oportunidade para a Serra catarinense ampliar o turismo. O vinho, por meio do projeto da Acavitis, traz para o nosso Estado grandes benefícios. Ele projeta as belezas naturais da região que estavam um pouco esquecidas, incluindo municípios como São Joaquim, Urubici, Urupema, Lages, Água Doce e outros. Faltam opções de hotéis e restaurantes. A vitivinicultura chegou nos últimos 15 anos e evoluiu muito, com vinhos e espumantes maravilhosos. Não é mais uma aventura, é um fato, constituiu um conceito de um excelente produto. A Acavitis conseguiu trazer para esse projeto uma filosofia de trabalho mais ou menos parecida desde a seleção de mudas de variedades francesas e italianas até a produção em pequenas vinícolas. Os investidores são empresários dos setores madeireiro, cerâmico, metalúrgico, têxtil, saúde e outros. O futuro será ainda mais promissor.

O que os visitantes vão encontrar na festa deste ano?
Garcia – Uma evolução muito grande em relação à primeira edição. Há mais vinícolas com a estrutura bem preparara para receber os turistas. Além disso, com o apoio do Ministério da Cultura, está sendo possível trazer apresentações de música e dança. A Escola do Ballet Bolshoi vai se apresentar na Vinícola Pericó, um dos locais mais bonitos da região. Vai ter degustação aberta ao público na praça de São Joaquim. Ano passado, as pessoas que foram à vindima se surpreenderam. Este ano será melhor. Os eventos serão em três núcleos: São Joaquim, Campos Novos – Tangará e Água Doce.

O que é necessário para o enoturismo avançar na Serra?
Gracia – Mais infraestrutura hoteleira. Precisamos de um bom hotel que atrairá outros. Falta os empresários acreditarem no ramo da hotelaria porque o negócio do vinho já está sólido e as belezas naturais estão aí. A nossa Serra tem mais belezas naturais do que Gramado e Canela no RS. O governador disse que será criada a rota turística dos vinhos de SC. Ele também está otimista com a futura rodovia Caminhos da Neve, que ligará as serras de SC e RS.

Como o senhor ingressou no mundo do vinho?
Garcia – É um projeto pessoal. Estudei na UFSC e faço Medicina de maneira intensa. Meu pai era camponês e tinha uma pequena distribuidora de bebidas em Biguaçu. Sempre gostei de campo, da música, das paisagens. Quando fui para São Paulo fazer residência em oftalmologia, estudei com filhos de fazendeiros e a gente visitava as fazendas. Voltei para Florianópolis porque aqui não havia ainda estrutura forte para cirurgia oftalmológica. Em 2000 comecei a investir em campo. Comprei área em Campo Belo do Sul, na Serra, para pecuária. Plantei as primerias videiras em 2006.

Como foi a decisão da plantar videiras europeias?
Garcia – Como a terra era fértil e a região tinha baixo IDH, pensei em começar a mudar este perfil econômico, gerar oportunidade de trabalho (são 20 empregos diretos). Como na Medicina a gente sempre cria coisas novas, decidi fazer o mesmo no campo. Busquei parceria com a universidade (UFSC). Convidei o professor Aparecido Silva, experiente em forrageiras e gramíneas, para melhorar as pastagens. Num dia de campo um professor falou que a região poderia ter um vinhedo porque havia muito sol e clima seco. Iniciamos um projeto pequeno com uvas merlot, malbec, cabernet sauvignon e chardonnay. Plantamos em 2006 e fizemos a primeira colheita em 2008. Convidamos o PhD em vinhos da Epagri, Jean Pierre Rosier para fazer microvinhos e ele concluiu que poderíamos apostar no setor. Abrimos a vinícola Abreu Garcia (a marca leva os sobrenomes do casal Janaína Abreu e Ernani Garcia).

O que a Abreu Garcia oferece ao mercado?
Garcia – Temos uma pequena vinícola própria, fazemos seleção manual da uva e focamos qualidade. Já lançamos dois espumantes brut, um branco e outro rosé elaborados pelo método champenoise, um vinho rosé, um sauvignon blanc, um chardonnay e dois tintos, um corte cabernet/merlot e um pinot noir. Abrimos loja exclusiva no centro de Florianópolis, estamos reforçando a comercialização no Brasil e vamos iniciar o enoturismo na vinícola em Campo Belo do Sul.

Vinho aumenta a longevidade?
Garcia – Isso reforçou ainda mais meu empenho pelo setor. Muitos artigos destacaram a influência do vinho no aumento da sobrevida das pessoas. Trabalhos nos EUA mostram que o consumidor de vinho tem menor risco de desenvolver degeneração macular, que é uma doença degenerativa na retina. Cardiologistas recomendam para seus pacientes uma taça após as principais refeições porque melhora o fluxo sanguíneo e o bem-estar. Isso tudo tem a ver com nossos projetos: medicina e vinho.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/03/15/vinhos-projetam-a-serra-de-sc/?topo=67,2,18,,,77

Donini, da Marisol, compra vinícola em São Joaquim/SC

Mais um empresário investe na vitivinicultura de altitude da Serra catarinense. Vicente Donini, presidente do conselho do grupo Marisol, de Jaraguá do Sul, que atua com moda, adquiriu a vinícola Vivalto, do publicitário Gastão Campos, sócio da agência Gas-br, de Florianópolis. As videiras começaram a ser plantadas há cinco anos e já ocupam sete dos 52 hectares da propriedade. Os primeiros vinhos experimentais da propriedade serão engarrafados este ano.

– Vinho é uma paixão e a região tem um potencial bastante grande – comentou Donini, que é um apreciador de vinhos e será o administrador da vinícola serrana.

A propriedade fica a nove quilômetros de São Joaquim em direção a Lages, na fazenda Vista Alegre. O negócio foi fechado há cerca de um mês. Donini, que também tem cidadania italiana, pesquisa o setor há algum tempo. Visitou propriedades no Brasil, Argentina, Chile, EUA (Napa Valley), França e Itália. Segundo ele, a tendência é seguir mais o modelo italiano, mas isso ainda não está definido. Outro ponto em avaliação pela família Donini é a marca da
nova empresa.

Também apreciador de vinhos, o publicitário Gastão Campos tinha duas vinícolas, uma em São Joaquim e outra em Mendoza, Argentina. Como viaja muito a trabalho – a Ga-br tem matriz em SC e filial em São Paulo – decidiu ficar com apenas uma e optou pelo projeto no país vizinho, que está mais avançado. Segundo ele, a unidade da Serra Satarinense foi planejada com muito zelo e tecnologia. Foram plantadas diversas variedades de uvas para fazer vinhos de corte.

Donini reconhece que apesar de Santa Catarina ser uma região vinícola jovem, já foram alcançados avanços notáveis, o que é inspirador.

Quem faz a vitivinicultura de SC

Santa Catarina representa um novo terroir para o mercado nacional e internacional de vinhos e espumantes. Muito desse avanço se deve a empresários, executivos e profissionais liberais que decidiram ter na vitivinicultura um segundo negócio. O pioneiro foi o empresário e jornalista Acari Amorim, da Editora Empreendedor, atento a resultados animadores de pesquisas da Epagri em São Joaquim.

Hoje são quase 40 vinícolas. Só para citar alguns exemplos, a Villa Francioni, foi iniciativa de Dilor Freitas, da Cecrisa; Pericó, de Wandér Weege, da Malwee; Sanjo, da Cooperativa Sanjo; Villagio Grando, de Maurício Grando, do setor madeireiro; Kranz, de Walter Kraz, ex-executivo da Mercedes; Pisani, de Caio Pisani, do setor madeireiro; Abreu Garcia, do médico Ernani Garcia; e a Santo Emílio, de Elisabeth Binotto, do setor de transportes.

Vindima

No período de 26 a 29 deste mês, a Acavitis promove a segunda Vindima, a festa de abertura da colheita de uva. O evento será em diversas vinícolas, com atividades culturais, tendo como destaque a apresentação do Ballet Bolshoi do Brasil na Vinícola Pericó dia 28.

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Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/03/09/donini-da-marisol-compra-vinicola-em-sao-joaquim/?topo=67,2,18,,,67

Vinhos de Santa Catarina: Monte Agudo lança dois novos vinhos

Vinho Rosé Sublime para o comemorar o Dia Internacional da Mulher

sublime_02   Rosé Sinfonia da Monte Agudo

Vinícola Monte Agudo, de São Joaquim, aproveita a 2ª Vindima/SC, para lançar o vinho Rosé Sublime. O vinho é elaborado à base de uva merlot, colhida antecipadamente. Com uma leve prensagem, a cor tem vermelho vivo com tons alaranjados que lhe conferem notas cobreadas. Fermentado em baixa temperatura, preserva os inúmeros e intensos aromas frutados de framboesa, butiá e morango maduro, misturado a um leve fundo de rosas brancas. A acidez viva e a leveza dos taninos, revelam em boca, sabores e aromas cítricos que findam salientando um retrogosto agradável de lima.

Perfeito para o público feminino.

Além do Rosé Sublime, a Monte Agudo também lança o novo espumante, safra/2014 da linna “Sinfonia”.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Vinho brasileiro de Santa Catarina vence o Top5 do Encontro de Vinhos Rio de Janeiro

É sempre bom ver um vinho brasileiro entre os cinco melhores, dois então, nem se fala.

O Leopoldo 2007, da vinícola Santo Emílio, de Santa Catarina, conseguiu uma vitória importantíssima.
Eram 54 amostras de diversos países, com vinhos realmente muito bons.
É um corte bordalês (Cabernet Sauvignon/Merlot).

Para se ter uma ideia, o alentejano Pêra Grave Reserva, um vinho consagrado, foi o segundo lugar, seguido por outro brasileiro, esse da Campanha Gaúcha.

O Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon, foi outra surpresa maravilhosa.
O Pampa Gaúcho já é uma realidade quando se fala em vinhos brasileiros de qualidade. Com um clima mais fácil do que a Serra Gaúcha, as uvas conseguem uma maturação mais interessante e o resultado normalmente é muito bom.

Isso não quer dizer que a Serra gaúcha não tenha vinhos fantásticos também e espumantes de nível internacional.

O Quarto e o Quinto colocados, ficaram com a mesma vinícola, a Norton, de Mendoza.

O interessante, principalmente para o consumidor, é que o vinho mais barato ficou na frente do vinhos mais caro.

Isso significa que o vinho mais barato, hoje está tão bom quanto o mais caro, que obviamente deve evoluir e ficar melhor com o tempo.

Quem for ao Encontro de Vinhos rio de Janeiro, na próxima Quinta, pode tirar a prova.

Valeu, Brasil!!!

Fonte: http://www.papodevinho.com/2015/03/vinho-brasileiro-de-santa-catarina.html

Restaurantes do Hotel Copacabana Palace incluem na carta de vinhos o novo Suavignon Blanc da Sanjo

A vinícola Sanjo, de São Joaquim (SC), comemora a chegada de seu jovem vinho branco, o Núbio Sauvignon Blanc à carta dos badalados restaurantes do Hotel Copacabana Palace (Rio de Janeiro/RJ), onde se encontram alguns dos melhores rótulos de diversas regiões do planeta.

Para chegar lá o vinho produzido na altitude de 1300 metros da Serra Catarinense levou na bagagem duas medalhas de ouro obtidas nos Concursos Mundiais de Bruxelas em 2011 e 2012. Em 2013 foi escolhido ainda pelo anuário de vinhos do Brasil como o melhor Sauvignon Blanc nacional.

Este vinho é uma bebida singular e refrescante, tem acidez suave e se porta com aroma de frutas tropicais. Harmoniza-se com canapés, saladas, peixes e frutos do mar, além de aves suavemente temperadas e queijo de cabra.

A Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir também na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.

Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/2015/02/03/restaurantes-do-hotel-copacabana-palace-incluem-na-carta-de-vinhos-o-novo-suavignon-blanc-da-sanjo/