Comissão de Agricultura aprova Rota Catarinense da Uva e do Vinho

A Rota prevê um roteiro pelas cinco principais regiões produtoras no estado: Sul, Serra, Meio Oeste, Oeste e Vale

A Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa aprovou, na manhã de terça-feira (20), o Projeto de Lei do deputado Padre Pedro Baldissera (PT), que prevê a criação da Rota Catarinense da Uva e do Vinho. O parlamentar comemorou mais uma etapa para aprovação da proposta, que busca valorizar não só o setor vitivinícola como impulsionar o enoturismo no Estado.

A Rota prevê um roteiro pelas cinco principais regiões produtoras no estado: Sul, Serra, Meio Oeste, Oeste e Vale. “Temos 30 municípios em Santa Catarina com produção qualificada e em quantidade, e que precisam de apoio para desenvolver todo o potencial na vitivinicultura e no enoturismo. Isso incentiva uma cadeia gigantesca, que inclui produção industrial, artesanal, geração de emprego e renda no campo e na cidade”, afirmou Padre Pedro.

A proposta segue agora para análise na Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa.

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Fonte: http://portalgc.com.br/noticia/13266/comissao-de-agricultura-aprova-rota-catarinense-da-uva-e-do-vinho

Premiada, vinícola catarinense nasceu de hobby familiar

Vinícola Panceri ganhou a medalha Gran Ouro do Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos e Destilados

Após mais de três décadas vivendo do comércio de uvas e produzindo vinhos apenas para consumo próprio, a família Panceri resolveu transformar o que era hobby em negócio. Como resultado, a renda da família não apenas aumentou, fazendo com que ela abandonasse a venda de frutas, como uma das bebidas produzidas pela vinícola recebeu a medalha Gran Ouro na edição 2015 do Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos e Destilados.

Celso Panceri, proprietário da Vinícola Panceri, explica que a família já contava com uma certa tradição no cultivo de uva desde a época em que seu pai havia se instalado na cidade de Tangará (SC), em meados dos anos 1950. “Ele começou plantando uvas e depois incorporou outras frutas, como maçã, que garantiam nosso sustento. Nesta época, os vinhos eram feitos maneira informal, apenas para consumo próprio”, diz.

A situação só mudou quando Celso convenceu o pai a fundar uma vinícola e transformar a produção da bebida em negócio, em 1990. Mesmo produzindo em pequena escala, a empresa conseguiu bons resultados em pouco tempo. “Tivemos que nos adequar a uma série de normas e padrões. Fiz cursos, busquei tecnologias e viajei o mundo para aprender mais sobre o tema. Em 1994 ganhamos um concurso estadual de vinho, e isso nos motivou a continuar buscando qualidade”, revela.

Para ele, uma das coisas que contribuíram para o sucesso dos vinhos da empresa é a localização das plantações. “Estamos em uma região diferenciada, com altitude, encostas, solos profundos e que recebe a melhor insolação dos pampas. Esta combinação torna o ambiente bastante propicio para o cultivo de uvas”, aponta.

Apesar de rapidamente atingir um bom padrão de qualidade, a vinícola sofreu nos primeiros anos para conseguir um preço competitivo frente a seus concorrentes. “Quando fomos para o mercado, tínhamos qualidade diferenciada. Os outros trabalhavam em escala e era difícil competir, pois achavam que nosso produto estava caro demais. Resolvemos isso apostando em outros canais de venda, como site e venda direta para pessoas físicas, por exemplo.”

Sobre o Reserva Cabernet Sauvignon Panceri, que rendeu a medalha à empresa, Celso explica que o grande diferencial foi o processo de envelhecimento. “Tivemos uma safra excepcional em 2005. Foi um período bem seco e a uva cabernet depende disso para ter uma boa maturação. Além disso, optamos por deixar a bebida envelhecendo em barrica por um ano e meio, e o resto do tempo ela ficou envelhecendo em garrafa”, argumenta.

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Fonte:http://economia.terra.com.br/vida-de-empresario/premiada-vinicola-catarinense-nasceu-de-hobby-familiar,2dafbeadbe1f684b5004853b0cad7f1fgq0pRCRD.html

 

Projeto pretende criar novo eixo na produção de vinhos catarinenses

Projeto ainda em fase embrionária promete criar um novo eixo na produção de vinhos catarinenses, tendo o município de Bom Retiro como epicentro. Pelo menos três vinícolas trabalham na construção de uma identidade na região para virar referência de espumantes e vinhos brancos. É coisa de cinema o que vem por aí.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/visor/2015/06/08/projeto-pretende-criar-novo-eixo-na-producao-de-vinhos-catarinenses/?topo=67,2,18,,,67

Confira! Revista Viagem aponta 3 vinícolas de Santa Catarina entre as mais belas da América do Sul

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/as-mais-belas-vinicolas-da-america-do-sul#31

30. Monte Agudo (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

Criada a partir da paixão de dois amigos (Leônidas Ferraz e Alceu Muller) pelo vinho, a Monte Agudo oferece programação diferenciada, que varia conforme a época e o tempo. Aqui, dá pra provar rótulos no pôr do sol ou durante um piquenique. Prove do espumante Sinfonia Rosé Brut produzido com uvas Cabernet Sauvignon e Merlot.

31. Villa Francioni (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

A arquitetura da propriedade faz com que o visitante se sinta na Europa. As visitas guiadas mostram profissionais bem preparados, que explicam detalhadamente cada processo da casa, que inclui móveis adquiridos em diversos países. Os vinhos são extremamente saborosos: vale levar uma garrafa pra casa.

32. Villaggio Bassetti (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

A receptividade é o forte dessa vinícola, marcada por vinhos bem produzidos. São dois hectares para uvas Merlot e dois de Cabernet Sauvignon, com resultado final bem satisfatório. A degustação acompanha refeições, com boas harmonizações que incluem Rosé com queijo colonial ou Sauvignon Blanc com truta, por exemplo. A sensação que os anfitriões deixam no visitante é o de pertencer ao lugar e às belas paisagens no entorno.

Vinhos de Santa Catarina: Villa Francioni inicia oficialmente a colheita de uvas da safra 2014/2015

O trabalho mais esperado do ano já começou nos vinhedos da Villa Francioni, em São Joaquim, na serra catarinense: a colheita das uvas. O momento é de celebração, para este ano deverão ser colhidas mais de 160 toneladas da fruta.

Segundo o enólogo Orgalindo Bettu, foi realizado um trabalho intenso para que ocorresse a protelação do início da colheita para a segunda quinzena de março, período do ano em que as chuvas praticamente cessam. Com isso, o vinhedo atingiu um ponto de maturação espetacular, ao constatar a preservação da acidez na fruta, potencializada pelas noites de temperaturas baixas e, acima de tudo, aumentar significativamente a doçura da uva pela excelente insolação constatada nestes últimos meses. Estes são fatores essenciais para propiciar vinhos magníficos e de longa guarda.

A colheita inciou pela variedade Chardonnay, a qual normalmente nas regiões de clima temperado no Brasil, é colhida no início de Janeiro. A previsão para a colheita das variedades tintas está agendada para o final de abril, época que se aproveita o veranico de maio, situação fundamental para maturação plena das uvas tintas.

“Em síntese, não é exagero falar que estamos diante de uma magnífica safra. Dito isso, trabalharemos com toda a dedicação na vinícola para transformar da melhor forma possível estas uvas em vinhos, com objetivo fundamental de que estes agradem cada dia mais os clientes e apreciadores.”, comemora Orgalindo Bettu.

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Fonte: http://www.villafrancioni.com.br/vf-inicia-oficialmente-a-colheita-de-uvas-da-safra-20142015/

Vinópolis D’alture comemora um ano de estadia em São Joaquim com muito charme e elegância

Foi comemorado nesta terça feira 20/01, o aniversário de um ano da estadia do Restaurante Vinópolis D’alture em São Joaquim.

Um ambiente elaborado de forma diferenciada, trazendo novidade aos joaquinenses e visitantes, com todo requinte, sofisticação e charme, trazendo traços da Toscana aos joaquinenses e turistas, um lugar agradável para um bom papo acompanhado dos melhores vinhos finos de altitude da região e um cardápio elaborado com a melhor gastronomia.

Após lançar  no mercado quatro rótulos de vinhos (Chardonnay, Cabernet Saugvignon, Merlot e Rosé) a vinícola trouxe como presente no evento de comemoração, o lançamento do Saugvignon Blanc, que foi elaborado com todo talento dos enólogos da D’Alture.

O empresário dono da Vinícola e do espaço Vinópolis no centro de São Joaquim, Don Roberto Chaves não economizou palavras demonstrando aos convidados o quanto foi pensado e repensado cada sabor dos vinhos, cada pequeno detalhe, e que agora a vinícola já conta com produção, embarricamento de vinhos próprios na sua sede.

O espaço já esta sendo elaborado próximo ao Rio Postinho, as visitas já podem ser recebidas a partir de junho e julho deste ano 2015. Lembrando que a D’Alture será em 2015 a 4° vinícola com produção e sede própria em São Joaquim.

Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/2015/01/21/vinopolis-dalture-comemora-um-ano-de-estadia-em-sao-joaquim-com-muito-charme-e-elegancia/

Urussanga se prepara para a 7ª Vindima Goethe

A capital catarinense do bom vinho se prepara para receber a 7ª Vindima Goethe, o evento que marca a colheita e o esmagamento da uva produzida nos Vales da Uva Goethe. De 20 a 22 de janeiro, Urussanga vai receber os apreciadores do bom vinho e espumante para conferir a programação especial que vai marcar esta festa da colheita.
“A Vindima veio para valorizar as mãos que colhem a uva, abençoando o viticultor do qual, juntamente com a ‘mãe’ natureza são os grandes responsáveis por cada safra”, descreve o presidente da Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe), Renato Damian.

Na terça-feira, dia 20, acontece a abertura do evento, às 17h, no parreiral da Vinícola Casa Del Nonno, na localidade de Rio Salto Alto em Urussanga. Autoridades e as princesas da Festa do Vinho vão dar início a colheita da uva Goethe, matéria-prima para a produção dos vinhos e espumantes que são referência em qualidade no Sul do Estado. “Todos estão convidados para prestigiar este evento que enaltece uma das tradições mais antigas, a colheita da uva, que é tão apreciada na mesa dos brasileiros”, disse o prefeito de Urussanga, Johnny Felippe.

A 7ª Vindima Goethe também vai contar com feira, exposição, jogos, esmagamento da uva na praça, premiações e missa para abençoar as “mãos que colhem”. Atualmente a ProGoethe conta com 30 associados, que correspondem seis vinícolas produtoras de uva e vinho. Santa Catarina corresponde a 65% da comercialização e o restante vai para outros estados, principalmente Rio de Janeiro e São Paulo.

Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/variedades/2015/urussanga-se-prepara-para-a-7-vindima-goethe/