Pericó recebe prêmio de melhor vinho branco nacional

A Pericó, do empresário Wander Weege, conquistou três prêmios da Top Ten na ExpoVinis, o Salão Internacional do Vinho, em São Paulo. A marca emplacou o Vigneto Sauvignon Blanc Pericó com o primeiro lugar na categoria Branco Nacional pelo segundo ano consecutivo.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/portaljaragua/2015/04/23/perico-recebe-premio-de-melhor-vinho-branco-nacional/?topo=84,2,18,,,77

Vinícola Sanjo lança o vinho Núbio Malbec 2013

Malbec da Sanjo para conquistar os apreciadores de tintos

Uva roxa que revela taninos robustos ou mais frutados, o vinho tinto Malbec surgiu na França na região de Cahors, mas é também produzido com estilo em Bordeaux. Na América do Sul, encontrou sua melhor adaptação em solo Argentino que atualmente responde por 59% da produção mundial desta variedade atrativa na produção vinícola em várias partes do mundo.

A vinícola Sanjo, de São Joaquim / SC, uma das regiões mais frias das serras brasileiras chega ao mercado com seu Núbio Malbec – safra 2013 – vinho encorpado, de vermelho intenso que expressa o terroir repleto de personalidade da Serra Catarinense. Com discreto amadurecimento em carvalho, sabor frutado de ameixas maduras, aromas suaves de baunilha e chocolate.

O Núbio Malbec 2013 (R$ 39,00) é ideal para acompanhar pratos simples e leves, como pizzas, entradas, patês, queijos suaves e frios, além de harmonizar com risotos e carnes temperadas de modo natural.

O outono/ inverno que se mostra em maio, junho e julho é ideal para que os consumidores de várias regiões brasileiras possam conhecer as belezas da Serra Catarinense que inclui cidades como São Joaquim. Lá poderão conferir a produção de maças e também visitar as instalações da moderna agroindústria vinícola que inclui em sua linha de produção brancos, tintos, espumantes, licores, sucos e outras bebidas gaseificadas.

Desde 2002, a Sanjo vem diversificando a sua atuação, com o bem sucedido investimento no segmento vinícola, e também na agroindústria, com o lançamento de sucos e destilados de maçã, sempre com a reconhecida qualidade de sua fruticultura.

http://www.sanjo.com.br
fone: (49) 3233-7300

Fonte: http://www.sanjo.com.br

Villa Francioni lança o esperado Chardonnay Lote III na ExpoVinis 2015

Em uma semana de muitos lançamentos interessantes, a Villa Francioni, estará lançando hoje o mui esperado CHARDONNAY LOTE III, durante a ExpoVinis.

A Vinícola catarinense retorna à Expovinis nesta edição 2015, num ano emblemático, em que a empresa comemora 10 anos do início da comercialização dos primeiros rótulos. Durante o evento serão oferecidos vinhos para degustação das três linhas de produtos:  VF, Joaquim e Aparados.

A VF lançará durante o evento o VF Chardonnay, Lote III, safras 2013/2014. Vale recordar que o Lote I, foi escolhido como o melhor da categoria em 2006, no Prêmio TOP TEN da Exponivis.

Ainda durante o evento, a vinícola estará participando do Prêmio Melhores do Vinho, promovido pela revista Prazeres da Mesa. Durante o coquetel e entrega de prêmios o vinho Joaquim Tinto safra 2011, será um dos rótulos degustados.

Para a presidente do Conselho da Villa Francioni, Daniela Borges de Freitas, que estará presente no evento, “o momento é oportuno para apresentarmos a evolução de nossos vinhos após uma década de avanços no exigente mercado nacional. A conquista de vários prêmios comprova o reconhecimento do setor à empresa, que tem foco na excelência”

Hoje a produção anual da Villa Francioni fica em torno de 160 mil garrafas, Neste momento, acontece a colheita nos vinhedos próprios da empresa, numa área de 25 hectares, que deve se estender até o final do mês. Os vinhedos estão localizados numa altitude de 1.260 metros acima do nível do mar.

Villa Francioni na Expovinis 2015

Data: de 22 à 24 de abril

Local: Expo Center Norte – SP

Stand: Acavitis Corredor  D e C stands D034 e C033.

 

Veja a ficha técnica em primeira mão:

VILLA FRANCIONI CHARDONNAY LOTE III

Safra: 2013 e 2014

Uva: Chardonnay

Teor Alcoólico: 13,0 %

Cor: Amarelo ouro claro, límpido e brilhante.

Aroma: Destaque para a perfeita harmonia dos diferentes aspectos que compõem, inicio com notas de cacau, cravo e leve chocolate; prosseguindo na degustação apresenta nuances de abacaxi, maçã e no fundo de taça, mel.

Paladar: Volumoso, um chardonnay potente e elegante, com acidez viva e muito equilíbrio. Final de boca longuíssimo e provocante, remete a sensações retro-olfativas complexas e requintadas.

Notas de Produção: Proveniente de parreirais próprios, conduzidos em baixíssima produtividade, menos de 4 toneladas por hectare, colheita realizada no mês de março, prensagem direta,debourbage, fermentação alcoólica e maloláctica em barricas de carvalho francês novo por 12 meses e período de batonage sur lie.

Guarda: 5 a 7 anos

Harmonização: harmonização perfeita com lagosta grelhada com molho de manteiga, mas também aceita peixes com molhos amanteigados e base molho branco, frutos do mar e aves.
Consumir preferencialmente: 10 a 12º C

Fonte: Villa Francioni

[Vinhos de Santa Catarina] Villa Francioni participa da maior feira de vinhos da América Latina

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A 19° Expovinis acontece de 22 à 24 de abril na Expo Center Norte em São Paulo.

A vinícola catarinense Villa Francioni, estará presente novamente em mais uma edição da  Expovinis – edição 2015, num ano emblemático, em que a empresa comemora 10 anos do início da comercialização dos primeiros rótulos. Durante o evento serão oferecidos vinhos para degustação das três linhas de produtos:  VF, Joaquim e Aparados. A empresa,  com sede em São Joaquim, na serra catarinense, lançará durante o evento o VF Chardonnay, Lote III, safras 2013/2014. O rótulo VF Chardonnay, Lote I, foi escolhido como o melhor da categoria em 2006, no Prêmio TOP TEN da Exponivis. Ainda durante o evento, a vinícola estará participando do Prêmio Melhores do Vinho, promovido pela revista Prazeres da Mesa. Durante o coquetel e entrega de prêmios, o vinho Joaquim Tinto safra 2011, será um dos rótulos degustados.

Para a presidente do Conselho da Villa Francioni, Daniela Borges de Freitas, que estará presente no evento, “o momento é oportuno para apresentarmos a evolução de nossos vinhos após uma década de avanços no exigente mercado nacional. A conquista de vários prêmios comprova o reconhecimento do setor à empresa, que tem foco na excelência”

Hoje a produção anual da Villa Francioni fica em torno de 160 mil garrafas, Neste momento, acontece a colheita nos vinhedos próprios da empresa, numa área de 25 hectares, que deve se estender até o final do mês. Os vinhedos estão localizados numa altitude de 1.260 metros acima do nível do mar.

A vinícola

O projeto inovador e diferenciado da vinícola idealizada pelo fundador, já falecido, Dilor Freitas, foi construído em seis níveis, diminuindo as transferências mecânicas.  Os níveis 5 e 4 da empresa são utilizados para a fermentação do vinho que é levado aos andares inferiores naturalmente através da força da gravidade, em tubulações de aço inoxidável. O processo de engarrafamento é todo automático. A colheita é totalmente manual, realizada somente em horários de temperaturas mais amenas, eliminando a possibilidade de fermentação precipitada. Todo processo de produção da vinícola, classificada como boutique, foi idealizada a partir dos melhores processos de regiões produtoras do mundo. E um dos principais objetivos ao longo destes anos também foi alcançado: o fomento ao enoturismo. Em média, por mês, cerca de 3 mil visitantes visitam a Villa Francioni, vindos dos mais diferentes estados e também do exterior. As visitas guiadas acontecem todos os dias do ano, em três horários. Para degustar, conhecer a história e o processo de elaboração dos vinhos, basta acessar ao site http://www.villafrancioni.com.br e fazer a reserva.

Villa Francioni na Expovinis 2015

Data: de 22 à 24 de abril

Local: Expo Center Norte – SP

Stand: Acavitis

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Fonte: Assessoria de Imprensa

Entrevista com fundador da Pericó: empresa estuda instalar vinícola na cidade de São Joaquim

Como avalia a evolução dos vinhos de altitude de SC?
Wandér Weege – Temos o devido respeito pelos produtores de vinhos da Serra gaúcha, com empresas centenárias, cinquentenárias e tantas outras que se modernizaram. Aqui em Santa Catarina empresas, profissionais liberais e cidadãos se estabeleceram para fazer uma pequena, média ou grande vinícola. Todas se prepararam com tecnologias modernas e castas francesas como a Pericó, por exemplo. São vinhedos novos, com equipamentos modernos, técnicas de poda e outras. Nós, da Pericó, quando cortamos um cacho de uva imediatamente colocamos num caminhão frigorífico para ficar gelado porque, em temperatura ambiente, começaria fermentação e prejudicaria a qualidade do vinho. Aprendi uma série de cuidados com especialistas da Itália e da Alemanha. Ainda não temos a vinícola em si. Vinificamos em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, dependendo do tipo da uva e do momento.

Quando a Pericó construirá a sua vinícola?
Weege – Temos um projeto, mas ainda estamos em dúvida sobre onde construir a vinícola. Já decidimos que não será dentro do vinhedo. Eu quero fazer no centro de São Joaquim. A outra alternativa é no Parque Malwee, onde temos um turismo gigante. Servimos, por dia, 400 refeições em dois restaurantes. Dá para fazer a cantina lá, mas aí me corta o coração porque a terra do vinho é aqui. Será downtown São Joaquim, onde temos um terreno de 1 milhão de metros quadrados. Uma vinícola com mais um grande jardim que pode virar um parque e até um condomínio. É um projeto de grande envergadura, mas não sei quando vamos decidir e iniciar.

Como estão as vendas de vinhos e espumantes da Pericó?
Weege – Estão bem. Isso é resultado de muito trabalho, perseverança, dedicação, imagem e produtos premiados de Santa Catarina. Eu estou ligado direto nas negociações. Além de Santa Catarina vendemos em São Paulo, Brasília, Curitiba, Salvador e Porto Alegre.

A alta do dólar vai ajudar?
Weege – Os custos para os vinhos do exterior vão aumentar. Esse dólar alto nos faculta exportações. Diversas vinícolas estão mudando rótulos para exportar porque agora está compensando. Nossa competição com o Chile e Argentina é muito grande. E o brasileiro adora vinho importado como se fosse o melhor. As vezes vem coisas que nós já degustamos e, nossa! Tantos os vinhos da Serra gaúcha quanto os de SC são maravilhosos, comparáveis com outros grandes chilenos. O nosso dá de longe em relação a esses de fora. A Pericó tem um projeto para exportar, mas não de momento. Estamos fazendo atendimento do mercado nacional.

E o atual momento econômico?
Weege – A situação está muito complexa, faz com que tudo dê uma parada, em todos os setores. O povo está inseguro.

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Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/04/04/perico-estuda-vinicola-no-centro-de-sao-joaquim/?topo=67,2,18,,,77

Dica: Vinhos de Altitude de Santa Catarina

A  nova sensação do momento no mundo do  vinho no Brasil , são os vinhos de altitude de Santa Catarina , com as premiações os vinhos de nosso estado tem se destacado neste mercado tão competitivo , fazendo  com que os consumidores por curiosidade busquem conhecer os famosos vinhos de Altitude.

Mais não somente dos vinhos de alta qualidade vem essa fama , mas também dos espumantes premiadíssimos  e de sabores magníficos , infelizmente poucas pessoas conhecem nos vinhos, mais em breve isso ira mudar, com o belo trabalho feito pelas vinícolas em breve esses sabores iram ir mais longe.

Mais como enólogo e sommelier   me vejo na obrigação de difundir o conhecimento de nossos vinhos em âmbito nacional , pois é um grande orgulho para mim, além de ser um profissional da área ser natural desta terra, eis ai um grande orgulho.

VINHOS DE ALTITUDE. O grande diferencial desta região,  é a elevada altitude sobre o nível do mar, mas vamos ver exatamente como e porque essa altitude influi na qualidade das uvas e, consequentemente, do vinho.

Onde exatamente a altitude cria condições especificas de clima para contribuir de forma positiva para a viticultura? Começamos por dizer que, a cada 100 metros que sobe acima do nível do mar, o ar perde 1% de seu carbono, o que, levado para nossa região em questão, significa que no vinhedo catarinense, temos cerca de 10 a 12% a menos desse elemento na sua atmosfera.

As folhas, pela fotossíntese, extraem o carbono do ar para utilizá-lo em seu crescimento; nessa altitude, pelo carbono rarefeito, conforme a teoria acima, o ciclo vegetativo da videira se torna mais lento.

A menor pressão atmosférica, por causa da altitude, junto com uma maior proximidade do sol, provocam uma evaporação maior nas folhas, que, ao eliminar mais água que em altitudes menores, concentram os nutrientes que a videira suga do solo e formam uma seiva rica de alimentação que beneficiará os frutos.

Além disso a proximidade do sol propicia uma atividade acentuada da videira ao longo do dia e um descanso total no frio da noite, favorecendo a concentração dos nutrientes.

A trajetória da vitivinicultura na Serra Catarinense iniciou quando a Epagri, empresa de pesquisa agropecuária do Estado, incentivou a implantação de vinhedos de uvas finas quando constatou a adaptação destas cultivares na Região, iniciando, no ano de 1999, em São Joaquim, o primeiro empreendimento vitivinícola comercial de vinhos finos em Santa Catarina. No ano de 2000, outros empreendimentos iniciaram seus projetos e se sucederam até no decorrer da criação da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude – Acavitis.

Os vinhos de Altitude , abrange três regiões produtoras: São Joaquim, Caçador e Campos Novos, sendo que os vinhedos estão instalados acima de 900 metros de altitude, com solos pedregosos e de excelente drenagem. O clima temperado seco, com invernos rigorosos e temperatura média anual de 13º C, propicia as condições ambientais necessárias para a produção de vinhos de qualidade diferenciada.

Para não ficar duvidas os vinhos feitos a uma alta altitude  proporciona condições específicas de clima que atuam de forma peculiar e podem contribuir positivamente no potencial da viticultura. Fatores como o solo, índice de raios solares e baixa temperatura são determinantes para acentuar o sabor das uvas vitiviníferas, agregando assim maior valor ao produto. A amplitude térmica nestas condições propicia atividades de vegetação e frutificação mais lentas, o que implica em período mais longo de maturação da uva, com aumento da concentração dos polifenóis, enriquecendo os aromas dos vinhos.

Espero ter esclarecido de uma forma bem simples , o que que significa, este que vem fazendo sucesso por todo o Brasil os Vinhos de Altitude e que sem duvida ainda  tem muito a mostrar nas qualidades de seus vinhos , famosos pela sua forma de pensar fazendo vinhos em pequenas quantidades mais de alta qualidade, na verdade vinhos feitos com muito amor.

Para que você possa escolher os vinhos de Altitude com mais facilidade irei indicar as principais vinícolas.

Vinicolas: Quinta Santa Maria, Pericó, Sanjo, Suzin, Villa Francioni, Villaggio Grando, Villaggio Bassetti, Quinta das Neves, Santa Algusta, Santo Emilio.

Antonio Zanelato – enólogo e sommelier  – SENAC / LAGES

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Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/2015/04/10/vinhos-de-altitude-de-santa-catarina/