Dica Cultural: Vinho Juarez Machado, da Villa Francioni, em Joinville/SC

 

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Para quem é da região de Joinville/SC, segue uma dica para os amantes da cultura e dos vinhos.

Recentemente foi inaugurado na cidade o Instituto Juarez Machado, entidade privada sem fins lucrativos cujo objetivo é estudar e catalogar a vida e a obra do artista mais famoso da cidade. Juarez possui um acervo extenso, com uma série de lindas gravuras dedicadas aos grandes Châteaux franceses.

Mais informações em: https://pt-br.facebook.com/institutointernacional.juarezmachado

A visita é bastante interessante, acompanhada por um guia, na casa restaurada onde Juarez e seus pais viveram na metade do século passado. Há também uma pequena loja onde se pode comprar desde lembranças à obras do artista.

Para os amantes dos vinhos, ali também é possível comprar algumas edições do vinho homônimo da Villa Francioni, safra 2007. Segundo informações do instituto, o vinho está à venda apenas no local ou na própria vinícola, em São Joaquim/SC. Preço: R$ 180 a garrafa. Eu garanti a minha.

Fica a dica.

Abraço!

 

Vales da Uva Goethe ganha destaque em publicação nacional

A qualidade da Uva e Vinho Goethe foram ressaltadas no 1º Catálogo de Indicações Geográficas Brasileiras – Vinhos, com tradução em inglês e espanhol

A produção dos vinhos dos Vales da Uva Goethe recebeu destaque no 1º Catálogo de Indicações Geográficas Brasileiras – Vinhos, com tradução em inglês e espanhol. A publicação realizada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e o Sebrae contou o histórico da uva Goethe e destacou a qualidade do produto desenvolvido na região de Urussanga. O catálogo reúne os vinhos brasileiros que possuem Indicações Geográficas.

Segundo o presidente da Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe), Renato Damian, o destaque agrega valor ao produto e ajuda tornar conhecido no Brasil e no exterior. “Este catálogo é motivo de orgulho para todos nós, pois coroa um trabalho de 12 anos produzindo vinhos de excelência”, disse. Para Damian, o reconhecimento da Indicação Geográfica fez dos vinhos e espumantes da uva Goethe um produto único. “Se não houvesse este reconhecimento, nós não estaríamos inseridos numa publicação desta magnitude”, contou.

Para o prefeito de Urussanga, Johnny Felippe, o destaque recebido pelos Vales da Uva Goethe reforça a fama do município como a capital do bom vinho. “O mundo precisa saber que é da região de Urussanga que sai os melhores vinhos e espumantes procedentes da uva Goethe. Inclusive nós, brasileiros, muitas vezes esquecemos de valorizar o que é produzido no quintal de casa”, declarou. Atualmente a ProGoethe conta com 30 associados, que correspondem seis vinícolas produtoras de uva e vinho. Santa Catarina corresponde a 65% da comercialização e o restante vai para outros estados, principalmente Rio de Janeiro e São Paulo.

Lançamento da VII Vindima Goethe

A VII Vindima Goethe será lançada em Urussanga no domingo, 14/12, às 20h no palco cultural do Natal Encantado. O evento festivo que abre o período da colheita da uva Goethe em Urussanga e região terá uma programação com atrações variadas em janeiro de 2015. Os detalhes serão apresentados no dia do lançamento.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

Villaggio Grando lança o projeto “ Tenha o seu vinho”

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Vinícola catarinense abre espaço para os apaixonados por vinho, elaborarem a própria bebida, incluindo as uvas preferidas e rótulos personalizados.

O projeto “Tenha o seu vinho”, possibilita a personalização da bebida, tanto para enófilos, associações e até confrarias. Os interessados acertam os detalhes com o enólogo da vinícola, recebem dicas e sugestões caso precisem. Eles tem a liberdade de optar pelas uvas que gostariam de ter no vinho, podendo ser um corte/assemblage ou um varietal e também escolher o tempo de estágio em barricas. O primeiro vinho produzido através do projeto foi para a Fiesc. Ao todo, foram 600 garrafas de vinho personalizadas, com rótulo próprio, o “Frutto del Lavoro”, semelhante ao tinto Innominabile, um corte de sete uvas, com seis meses de descanso em barricas de carvalho francês. Predominaram as uvas as Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Vedot e Cabernet Franc.

Recentemente, a Villaggio Grando também elaborou vinhos personalizados para ADVB/SC, presenteado na posse da nova diretoria. “Nossa ideia é proporcionar aos apaixonados por vinho, a possibilidade de elaborar a própria bebida, conhecendo de perto todo o processo de produção, elaboração e apresentação do produto”, afirma Guilherme Grando, diretor comercial da Villaggio Grando.

A Villaggio Grando é uma das maiores vinícolas de Santa Catarina. Produz cerca de 300 mil garrafas de vinho e espumantes por ano. Localizada em Água Doce, meio oeste catarinense, também coleciona vários premios importantes, como o TOP TEN da Expovinis, com o melhor espumante Rosé Brut em 2013 e Chardonnay em 2009. Além disso, no ano passado o vinho tinto da VG produzido na região de Mendoza, foi eleito o melhor Malbec da Argentina.

O Terroir

O Terroir está localizado na região de Herciliópolis, nos campos de altitude de Santa Catarina em um planalto de características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de vinhedos que resultam em uvas de características únicas.

Os locais para implantação são escolhidos a partir de inúmeras pesquisas que englobam: ventos, localização, solo, altitude, umidade e, principalmente, adaptação e qualidade da planta e da uva. Com o inverno rigoroso e o clima bem definido para cada estação, é possível uma maturação lenta dos cachos proporcionando colheitas mais tardias, finalizando-as apenas no mês de Maio, para todos os vinhos; com exceção do nosso colheita tardia, colhido em junho após as primeiras geadas o que resulta em vinhos bem estruturados e de vida longa, incluindo os brancos, que podem passar de 6 anos de garrafa, além da produção de álcool natural, fato que ocorre apenas em regiões propícias ao cultivo como esta.
No mais rigoroso inverno brasileiro, as geadas são frequentes e é comum a temperatura atingir -10ºC. Durante o verão a temperatura chega a variar de 30º à tarde para 12º à noite. A amplitude térmica é própria dos locais de clima temperado absoluto.

A região tem precipitação média anual de 1.433mm, com médias mínimas entre março e abril (67mm) e máximas entre setembro e outubro (182mm). A insolação anual varia entre 2.045 e 2.523 horas, os períodos mais prolongados vão de novembro (269h) a janeiro (283h) até março (255h). A umidade relativa do ar média é de 77,3% e a temperatura média é de 14,6º anuais. A média de máximas é 28,6ºC e de mínimas é 3,2ºC (temperaturas absolutas mensais).

A propriedade vive uma incessante construção visando caprichos que vêm estabelecer uma perfeita harmonia entre a natureza e a busca humana pela beleza.

Contato:

Os interessados podem entrar em contato com a vinícola, através do e-mail:comercial@villaggiogrando.com.br, ou pelo telefone, 55 49 3563 1188.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Serra catarinense: Natureza dá espetáculo em Bom Jesus da Serra

Região atrai turismo de contemplação, com seus cânions, cachoeiras e a Serra do Rio do Rastro, além da proximidade com o enoturismo de São Joaquim e arredores

Tanto para quem deseja relaxar em um ofurô com uma taça de vinho ou se aventurar por paisagens deslumbrantes, a Serra Catarinense é um excelente destino de inverno. O turismo de contemplação tem seu exemplo mais genuíno no município de Bom Jardim da Serra – um dos quatro que a Serra abrange, junto com Lages, São Joaquim e Urubici. Seus cânions e a Serra do Rio do Rastro compõem um cenário de rara beleza.

“A paisagem peculiar da serra e dos cânions, o aconchego de cidade com ares de interior em que se consegue desligar e relaxar da vida urbana, a gastronomia típica e o friozinho tornam Bom Jardim da Serra encantadora”, define Meriê Oliveira Ternes Lemos, diretora da agência local Tribo da Serra Ecoturismo.

Para se chegar a esse “presente da natureza” é possível desembarcar no aeroporto de Florianópolis, que fica a cerca de 230 km, ou no de Criciúma, a pouco mais de 70 km de estrada. São caminhos que podem ser feitos de carro, ônibus de linha ou transfers oferecidos por receptivos locais.

Pacata, Bom Jardim da Serra tem pouco mais de 4 mil habitantes. Localizada no topo da Serra do Rio do Rastro, ganhou o título de “Capital das Águas” por conta das várias nascentes que abriga, como a do rio Pelotas – são 14 rios, mais de 30 cachoeiras e cascatas em seu entorno. “No verão, com a temperatura em torno de 27 graus durante o dia, esses são os principais atrativos”, comenta Meriê.

Já no inverno, quando a cidade tem sua alta temporada, os cânions e a serra são o foco dos turistas, que muitas vezes ficam cobertas de branco por conta das geadas e da neve. “Como temos um inverno seco, a melhor visualização dos cânions é nessa época, embora muitos pensem o contrário”, afirma Meriê.

Comida caseira

Segundo a diretora, o turismo na região ganhou força nos últimos cinco anos, com a valorização do ecoturismo.

A cidade ainda tem muito a desenvolver nesse setor, mas oferece hospedagens confortáveis e excelente gastronomia. Entre as opções está um ecoresort, hotéis e pousadas. Os mais badalados são o Rio do Rastro Eco Resort e o Hotel Fazenda Rota dos Cânions. O primeiro, no topo da Serra, está entre os considerados “Roteiros de Charme” e oferece a opção de se ficar em chalé com vista para um lago. “A maioria oferece meia pensão ou pensão completa e, por conta do frio, lareiras no quarto ou na área social, calefação ou aquecedores”, explica Meriê.

A gastronomia até hoje é bem caseira e pode ser saboreada nas churrascarias, que servem também pratos a base de pinhão; nas pousadas ou no restaurante Carvalho, especializado em trutas – peixe típico da região.

Passeie pelos Cânions do Funil e da Ronda

Como o próprio nome diz, o Cânion do Funil tem uma formação rochosa que vai se estreitando, lembrando mesmo o formato do objeto. De acordo com a diretora, chegar até ele é bem mais tranquilo, já que o percurso é quase todo feito em veículo com tração nas quatro rodas, com uma breve caminhada ao final, de pouco mais de 20 minutos. É quando se pode avistar animais típicos da região, como veados, graxains e algumas espécies de pássaros. “Para quem gosta de cavalgadas, que são oferecidas pelos hotéis, esse passeio pode ser feito a cavalo, sempre acompanhado por um guia”, comenta Meriê.

O mais tranquilo de se chegar é o Cânion da Ronda, mas sua vista em nada perde para as dos demais. O caminho é feito totalmente de carro, por isso é o mais indicado para idosos e famílias com crianças pequenas.

A adrenalina está somente nos derrapes e tombos do veículo. Segundo Meriê, da sua borda se consegue admirar até mesmo o litoral sul. “As pessoas sempre relatam que não imaginavam que a vista dos cânions fosse tão fascinante. São paisagens indescritíveis”, diz a diretora.

Os passeios custam de R$ 50 a R$ 150 por pessoa, a depender do cânion.

Cânions são cenários de cartão postal

Sensação de liberdade e de surpresa estão entre os sentimentos dos turistas que chegam à borda do Cânion das Laranjeiras, no Parque Nacional de São Joaquim. O percurso até ele é feito de veículo com tração 4×4 até determinado ponto, de onde se segue a pé em uma trilha por cerca de 1h30. Como há muita lama escura, as agências oferecem bota apropriada e cajado para ajudar o turista a superar os obstáculos do caminho.

Com profundidade que varia de 300 a 500 metros e cerca de 1.500 metros de altitude, o Cânion das Laranjeiras ganhou este nome nos tempos dos tropeiros, que subiam com sacos cheios de laranjas. De sua borda pode-se avistar, em dias claros, vales, montanhas e até mesmo o mar.

E para deixar a experiência ainda mais surpreendente, ao chegar ao topo, a pessoa pode curtir um piquenique com direito a toalha xadrez, bolachinhas caseiras e maçãs, organizado pelo guia.

Majestosa e imponente, serra encanta visitantes

A 1.500 metros de altitude e a apenas 50 km do mar, a Serra do Rio do Rastro oferece 35 km de pura beleza.

Percorrer os 12 km sinuosos da estrada de concreto, com um paredão de um lado e somente abismo do outro, durante o dia, parando em seus mirantes, é um passeio imperdível.

Em dias de céu claro, seu topo descortina cadeias de montanhas, vales, várias cidades e até mesmo o Farol de Santa Marta, em Laguna.

No mirante há o Café Mensageiro da Montanha, onde se pode saborear um chá ou chocolate quente admirando a paisagem.

Segundo Meriê, vale subir a serra também à noite, já que todo o percurso é iluminado e permite uma visão singular do local. “Ainda levamos um espumante para fazermos um brinde”. Surpresa revelada.

 

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/lazerecultura/NOT,0,0,961444,Serra+catarinense+Natureza+da+espetaculo+em+Bom+Jesus+da+Serra.aspx

Epagri Videira recebe dois doutores para pesquisas

Com a saída de alguns funcionários da equipe da Epagri de Videira em função do programa de demissão voluntária incentivada, que visa a renovação do quadro de servidores, chegaram em Videira dois novos pesquisadores, com nível de doutorado, que passam a fazer parte dos quadros da empresa.

De acordo com o pesquisador e gerente de pesquisas da Epagri Estação Experimental de Videira, Vinícius Caliari, eles irão constituir uma equipe multidisciplinar para trabalhar especificamente na unidade do município, que é voltada para o cultivo de uva, vinho sucos, espumantes e frutas de caroço, como pêssego, ameixa e caqui.

“Estamos focando o trabalho do novo entomologista, Alexandre Carlos Menezes Netto, na parte dos problemas da margarodes (ou pérola-da-terra), que causam declínio da videira e afeta muito nossas plantações, assim como nas pragas da uva, vespas e abelhas. Já o fitotecnista, André Luiz Kulkamp de Souza, vai agregar novas técnicas, enxertos e estudar formas de melhoramento no cultivo de frutas de caroço. Vai auxiliar também em um novo projeto que temos em parceria com a Itália e Alemanha, o qual consiste em avaliar variedades resistentes a doenças da videira, que comprometem a qualidade da uva, tanto para mesa quanto para a produção de vinhos”, explica Caliari.

O gerente de pesquisas conta que para se integrar a equipe, os dois doutores passaram no concurso público e fizeram um pré-treinamento em Florianópolis, na sede da Epagri, depois realizaram mais um curso teórico em Itajaí. Há três semanas os dois estão em Videira, onde permanecerão em estágio probatório até o dia 15 de junho, quando, se aprovados, assumirão definitivamente os cargos. “Pelo que avaliamos nos primeiros trabalhos executados por eles, sua metodologia e desempenho, é quase certo que irão permanecer nos cargos”, aponta.

OS PESQUISADORES
André Luiz Kulkamp de Souza é natural de Pinheiro Preto, porém, sua família mora em Videira há alguns anos. Ele fez sua graduação, mestrado e doutorado em fitotecnia na Universidade Federal de Pelotas – RS. “Passei 12 anos longe de Videira, buscando me qualificar e me aperfeiçoar, agora estou voltando para cá, podendo ficar próximo de meus familiares”, conta.

Alexandre Carlos Menezes é natural de Mossoró – RN, onde passou boa parte de sua vida e se formou em agronomia. Após se graduar, ele se mudou para Jabuticabal, interior de São Paulo, onde fez mestrado e doutorado na Universidade Estadual Paulista (Unesp), sendo que parte do doutorado foi concluído no Japão.

“A ideia é que com os trabalhos desenvolvidos por todos da equipe, haja uma junção desse conhecimento gerado para encontrar soluções aos agricultores, pois eles tem necessidade de resposta o tempo todo, as coisas vão mudando, os desafios vão mudando e eles precisam de respostas. Precisamos pensar na cadeia produtiva como um todo, inclusive na parte mercadológica. Dentro do controle de pragas, temos alguns tipos que há muito tempo causam problemas para os produtores, teremos que fazer todo um trabalho pensando no sistema do produtor videirense”, explica Alexandre.
André ressalta a importância da Epagri a nível nacional e destaca a infraestrutura oferecida no seu ambiente de trabalho. “Das empresas de pesquisa que existem a nível Estadual, a Epagri é referência nacional, nas condições que encontramos aqui, tanto de estrutura como de pesquisas e extensão. Temos um colega em cada município do Estado, dando uma condição de trabalho bem diferente de outras empresas. Como sou natural de Pinheiro Preto pude acompanhar o melhoramento da empresa em questão de infraestrutura então hoje analiso que temos condições de trabalho perfeitas, laboratórios, salas individuais com ar condicionado, área experimental com várias opções de aumento de área, entre outros”, afirma o fitotecnista.

Alexandre destaca o principal diferencial da empresa, o fato de possuir o setor de pesquisa e extensão juntos. “Normalmente, em outras regiões do país, existe uma empresa de pesquisa e outra de extensão, que geralmente não se comunicam, dificultando o trabalho. A Epagri tem esta vantagem de aliar as duas vertentes, tornando indiscutível o papel e importância da empresa no Estado, que já é incontestável, passando a ter repercussão em todo o Brasil”, ressalta o entomologista.

A ESTAÇÃO EXPERIMENTAL
Com o intuito de contribuir com o crescimento e fortalecimento na produção da vitivinicultura da região, o Governo Federal instalou em 6 de dezembro de 1936, em Videira, a Estação Experimental da Viticultura, Enologia e Frutas de clima temperado. Com o passar dos anos, o espaço foi modernizado e ainda contribui de forma ativa com os trabalhos de melhoria dos produtos por aqui cultivados, em especial, a uva, o vinho e as frutas de caroço.

Nestes 77 anos, esta estrutura tem desenvolvido suas atividades de pesquisa com fruteiras de clima temperado, com uma maior ênfase na vitivinicultura, onde tem participado de treinamentos para técnicos e fruticultores de todo o Estado e de outros lugares produtores do Brasil.

Desde 1982, para melhor racionalização dos trabalhos e atender as necessidades da realidade socioeconômica da vitivinicultura catarinense, trabalhos de pesquisa vem concentrando maiores esforços na área de uva e vinho e nas chamadas fruteiras diversas (pêssego, ameixa, quivi, caqui, amora e outras).

A Estação Experimental conta hoje com uma área de 140 hectares, onde estão instalados vinhedos e pomares, além de uma Cantina Modelo, fundada em 1985. Caliari conta que a cantina está em processo de reforma estrutural, a qual está orçada em torno de R$ 550 mil na primeira fase, e mais R$ 550 em equipamentos para a vinícola, como a autoclave para fermentação de espumantes, filtros isobáricos, algumas barricas de carvalho de menor tamanho, para serem avaliadas espécies de menor tamanho.

A novidade é que nesta reforma está inclusa a instalação de uma usina de sucos para escala piloto. “Após observarmos o potencial vocacional da região do Vale do Rio do Peixe para a área do cultivo de uvas para sucos e espumantes resolvemos apostar neste novo investimento”, afirma o gerente de pesquisas da Epagri.

O laboratório de Enologia é único no Estado e um dos mais modernos do país, espaço que possibilita a realização de análises de bebidas derivadas da uva e vinagres para os produtores locais e, principalmente, fornecer embasamento científico para os experimentos do grupo de 9 pesquisadores que lá atuam. O quadro de funcionários é de 40 pessoas distribuídas entre agentes administrativos, técnicos de laboratório, técnicos agrícolas, enólogos, operários rurais e pesquisadores.

Outros laboratórios e serviços também estão disponíveis Estação Experimental de Videira, como os fitopatológico, entomológico, microbiológico e biologia molecular com análises de marcadores moleculares e diagnose e identificação de microrganismos.

Na última safra foram produzidas 250 microvinificações (vinhos diferentes), com volumes que podem ser de 6 litros até 250 litros de vinho, foram produzidos vinhos para o Ministério da Agricultura, bem como projetos de pesquisa, onde são avaliados muitas variedades de uvas para verificar o potencial imunológico de cada uma.

Fonte: http://www.adjorisc.com.br/jornais/folhadevideira/geral/epagri-videira-recebe-dois-doutores-para-pesquisas-1.1461298#.U4PaMvldWSo

“Gourmandises Catarinenses” apresenta a gastronomia de Santa Catarina

Será lançada na próxima segunda-feira (4), às 19h30, na Assembleia Legislativa, a publicação Gourmandises Catarinenses. O livro conta a história da formação da cozinha típica de Santa Catarina, com a mistura de ingredientes das culturas indígena, africana, europeia e asiática.

A obra também aborda o nascimento de uma nova culinária, com o cultivo e produção de ingredientes chamados premium. Entre eles, ostras, vôngoles, vieiras e siri mole, além de bottarga, trutas, embutidos e queijos finos. O livro apresenta um estudo sobre a produção de vinhos de altitude e das cervejas artesanais catarinenses. Também traz detalhes da produção da cachaça e outros destilados. A publicação conta com 60 receitas elaboradas por chefs de SC, todas com sugestões de harmonização com vinhos e cervejas.

Gourmandises Catarinenses vem acompanhado de dois encartes. Um deles apresenta 60 vinhos de altitude, escolhidos entre 126 rótulos degustados às cegas por quatro especialistas. Os produtos são uma síntese do perfil, estilo e diversidade dos vinhos produzidos nos terrenos elevados de Santa Catarina. O segundo encarte apresenta 70 restaurantes, em diversas cidades, que preparam receitas clássicas ou contemporâneas utilizando ingredientes tipicamente catarinenses. Um dos capítulos da obra apresenta, com detalhes, as variedades de cervejas produzidas no Estado.

O livro foi publicado pela Editora Lagoa, com o apoio do Governo do Estado, Assembleia Legislativa e Federação das Indústrias de SC (Fiesc).

Fonte: http://www.adjorisc.com.br/agenda/gourmandises-catarinenses-apresenta-a-gastronomia-de-santa-catarina-1.1372649#.UnVRlNIslIE