As Vinícolas Catarinenses

Conheça aqui a lista completa das vinícolas catarinenses que produzem vinhos finos, com seus respectivos websites e localização no Google Maps. Pode ser bastante interessante para quem está pensando em colocar em prática o plano de enoturismo verde-e-amarelo.

Caso você saiba o endereço exato ou site de alguma das vinícolas que estão sem o link, por favor deixe seu comentário e ajude a manter a lista atualizada! Muito obrigado!

 

Inpi concede registro de marcas coletivas para duas associações de produtores de vinhos do Sul do país

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), concedeu hoje (23) o registro oficial de marcas coletivas para o Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi (Cpeg) e para a Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis).

A analista da Diretoria de Marcas do órgão, Patricia Barbosa, disse à Agência Brasil que esse tipo de registro só pode ser dado a entidades representativas de uma coletividade, como cooperativas e consórcios. “Quem usa essa marca não é só uma empresa. São todos os membros dessa associação que pede o registro aqui [no instituto] e que sigam as regras que a associação tenha depositado no Inpi”. O produtor tem que ser associado à entidade que solicitou o registro e seguir o chamado regulamento de utilização, que contém as condições e proibições de uso das marcas.

O Inpi disponibilizou no seu portal (www.inpi.gov.br) um modelo de formulário que serve de base para as associações colocarem no pedido de registro de marcas coletivas o que julgarem importante para a proteção de seus produtos ou serviços. “É a associação que especifica quais são as regras que ela quer que sejam cumpridas”.

O registro de marcas coletivas difere do registro de indicação geográfica, cujo objetivo também é a proteção dos produtos de uma região. Mas a indicação geográfica não obriga que o produtor esteja associado a uma entidade. “Ela é mais ampla”, disse Patricia.

Esse registro de marcas coletivas é, segundo a analista, uma forma de identificar a origem dos produtos ou dos serviços daquela cooperativa ou associação. “Aí, você pode utilizar, junto com a marca coletiva, que é de todos daquela associação, a sua marca individual”. Esclareceu que a marca coletiva ajuda os produtores de pequeno porte a trabalharem em conjunto e conseguirem chegar “aonde, sozinhos, eles não conseguiriam”.

No caso de Garibaldi, a marca vai proteger os vinhos e outras bebidas alcoólicas. Já a Acavitis solicitou o registro para o serviço de assessoria, consultoria e informação sobre o vinho e suas características. “Mas nada impede que, no futuro, se eles tiverem interesse de proteger o vinho ou as uvas, eles podem pedir”.

O Inpi já tem, até o momento 81 pedidos de registro de marcas coletivas concedidos. O número de pedidos com essa finalidade atinge em torno de 3,5 mil. Patricia Barbosa disse que muitas entidades pedem o registro mas não colocam o regulamento de utilização, que é obrigatório por lei. Em função disso, o número de indeferimentos é grande: mais de 50% dos pedidos.

O grupo de trabalho constituído no ano passado pelo instituto objetiva não só tornar mais conhecido esse tipo de registro de marcas coletivas, mas também reduzir o índice de arquivamento. “A gente está trabalhando com as duas vertentes. Tanto para examinar, como para divulgar o que é o registro, para tentar diminuir essa taxa de erro”.

Em abril deste ano, o Inpi formalizou o registro da marca coletiva Amorango para a Associação dos Agricultores Familiares Produtores de Morango de Nova Friburgo (Amorango), município da região serrana fluminense. A associação conta com 16 produtores associados que produziram, no ano passado, 165 mil caixas da fruta.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-07-23/inpi-concede-registro-de-marcas-coletivas-para-duas-associacoes-de-produtores-de-vinhos-do-sul-do-pai

Enoturismo em Santa Catarina – reportagem da Destino SC

Vinhos-Catarinenses-são-destaque-na-qualidade (enoturismo Destinos SC)

Vale a pena conferir o material do link acima sobre o Enoturismo em Santa Catarina. A reportagem aborda, de forma resumida, os principais centros vitivinícolas do Estado.

Fonte: http://destinosc.com.br/wp-content/uploads/2013/07/Vinhos-Catarinenses-s%C3%A3o-destaque-na-qualidade.pdf

Vinho Núbio da Sanjo recebe medalha de ouro na 10ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas

Vinho Núbio Sauvignon Blanc safra 2012 da Sanjo, recebeu a medalha de ouro na 10ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas etapa Brasil, que aconteceu no início de julho no resort Costão do Santinho em Florianópolis.

O Concours Mondial de Bruxelles é o mais importante concurso mundial de vinhos e é realizado em diversas cidades pelo mundo, contemplando mais de 8 mil amostras de vinhos e destilados dos principais países produtores. A edição brasileira segue a mesma metodologia de avaliação, com degustações as cegas para um júri especializado, formado por jornalistas, enólogos, produtores e formadores de opinião.

A medalha de ouro outorgada para o vinho Núbio Sauvignon Blanc safra 2012, que já havia recebido o mesmo prêmio na edição do ano passado, reforça a sua aprovação frente ao público especializado, acumulando prêmios nacionais e internacionais que o consolidam como o melhor vinho Sauvignon Blanc do Brasil.

Com seu paladar marcante, o Núbio Sauvignon Blanc safra 2012 é um vinho fino de altitude que conquistou admiradores no Brasil e no mundo ao oferecer uma boa estrutura e persistência de sabor, revelando o terroir da Serra Catarinense.

Sua estrutura apresenta uma expressão aromática intensa de figos, frutas tropicais frescas como maracujá, manga e goiaba mescladas com notas de pimentas. Atributos que tornam o Núbio Sauvignon Blanc um vinho ideal para iniciar todo tipo de refeição, acompanhando saladas, peixes, frutos do mar, aves e queijo de cabra.

A Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir também na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.

Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/17/07/2013/vinho-nubio-da-sanjo-recebe-medalha-de-ouro-na-10a-edicao-do-concurso-mundial-de-bruxelas/

Desgustação: Sanjo Maestrale Cabernet Sauvignon 2006

Sanjo Maestrale 2006

Esta semana que passou provei um Sanjo Maestrale Cab Sauvignon. Para ser sincero, eu não esperava muito dele, por 2 razões: a primeira com pouco fundamento (o rótulo me pareceu simples demais, como se revelasse um vinho sem complexidade; vide foto da esquerda), e a segunda porque eu já havia provado um Cabernet Sauvignon da Sanjo, um rótulo chamado Nobrese, e o havia considerado regular.

Bom, pelo visto a Sanjo resolveu o primeiro “problema”, como pode-se ver na foto da direita, que retirei do site da vinícola. O novo design é bastante convidativo.

O rótulo que provei é um Maestrale Cabernet Sauvignon safra 2006. Ao contrário do que a primeira impressão poderia sugerir, este vinho impressionou desde o início, desde o aroma da rolha.

Visualmente, o vinho é intenso, denso. No nariz, também é intenso, complexo; aroma de ameixa passa, cassis e pimenta negra… muito agradável; na boca, é harmonioso, intenso, sedoso, de final longo. Realmente este vinho é uma surpresa agradável. Apesar de equilibrado, o vinho me pareceu levemente alcoólico, mas nada que atrapalhe a qualidade do produto.

Não é a toa que este vinho é o ícone da Sanjo, vale cada gole. A Sanjo é uma vinícola localizada em São Joaquim, Santa Catarina, com plantações a mais de 1.300 metros de altitude.

Para conhecer mais sobre a Sanjo e seus produtos, visite http://www.sanjo.com.br/vinhos.html.

Vinícola Villa Francioni lança livro fotográfico em Florianópolis

A publicação será lançada no próximo dia 16 de julho, no hall da Assembleia Legislativa de SC, a partir das 19 horas.

O livro fotográfico da Villa Francioni de São Joaquim, revela em seu conteúdo imagens impressionantes de um dos mais importantes complexos da vitivinicultura do país. A vinícola instalada na serra catarinense foi idealizada pelo empresário Dilor Freitas há pouco mais de dez anos.

O projeto inovador impulsionou a vocação para a produção de vinhos finos de altitude na região e contribuiu para criar uma nova rota para o enoturismo em Santa Catarina. Por ano a Villa Francioni recebe mais de 20 mil visitantes dos mais diferentes cantos do país e até do exterior. Ao longo desta trajetória a Villa Francioni vem colecionando premiações e se firmando cada vez mais como uma empresa que tem como missão oferecer vinhos finos de excelência para um mercado cada vez mais exigente.

O livro destaca as fotos que contam esta história de sucesso através das lentes do fotógrafo Anders Duarte que fez os primeiros registros quando ainda o projeto da vinícola estava só no papel. O texto foi produzido pela jornalista Rute Enriconi que coletou também importantes depoimentos de autoridades como o governador de SC, Raimundo Colombo, o senador Luiz Henrique da Silveira além de especialistas da área como o sommelier do grupo Fasano, Manoel Beato, o chef de cozinha Claude Troisgros, o crítico de vinhos espanhol José Penin e o artista plástico Juarez Machado, que expôs sua obra recentemente na Galeria de Arte da Villa Francioni.

O livro estará à venda na vinícola em São Joaquim.

Fonte: http://destinosc.com.br/vinicola-villa-francioni-lanca-livro-fotografico-em-florianopolis/