Premiada, vinícola catarinense nasceu de hobby familiar

Vinícola Panceri ganhou a medalha Gran Ouro do Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos e Destilados

Após mais de três décadas vivendo do comércio de uvas e produzindo vinhos apenas para consumo próprio, a família Panceri resolveu transformar o que era hobby em negócio. Como resultado, a renda da família não apenas aumentou, fazendo com que ela abandonasse a venda de frutas, como uma das bebidas produzidas pela vinícola recebeu a medalha Gran Ouro na edição 2015 do Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos e Destilados.

Celso Panceri, proprietário da Vinícola Panceri, explica que a família já contava com uma certa tradição no cultivo de uva desde a época em que seu pai havia se instalado na cidade de Tangará (SC), em meados dos anos 1950. “Ele começou plantando uvas e depois incorporou outras frutas, como maçã, que garantiam nosso sustento. Nesta época, os vinhos eram feitos maneira informal, apenas para consumo próprio”, diz.

A situação só mudou quando Celso convenceu o pai a fundar uma vinícola e transformar a produção da bebida em negócio, em 1990. Mesmo produzindo em pequena escala, a empresa conseguiu bons resultados em pouco tempo. “Tivemos que nos adequar a uma série de normas e padrões. Fiz cursos, busquei tecnologias e viajei o mundo para aprender mais sobre o tema. Em 1994 ganhamos um concurso estadual de vinho, e isso nos motivou a continuar buscando qualidade”, revela.

Para ele, uma das coisas que contribuíram para o sucesso dos vinhos da empresa é a localização das plantações. “Estamos em uma região diferenciada, com altitude, encostas, solos profundos e que recebe a melhor insolação dos pampas. Esta combinação torna o ambiente bastante propicio para o cultivo de uvas”, aponta.

Apesar de rapidamente atingir um bom padrão de qualidade, a vinícola sofreu nos primeiros anos para conseguir um preço competitivo frente a seus concorrentes. “Quando fomos para o mercado, tínhamos qualidade diferenciada. Os outros trabalhavam em escala e era difícil competir, pois achavam que nosso produto estava caro demais. Resolvemos isso apostando em outros canais de venda, como site e venda direta para pessoas físicas, por exemplo.”

Sobre o Reserva Cabernet Sauvignon Panceri, que rendeu a medalha à empresa, Celso explica que o grande diferencial foi o processo de envelhecimento. “Tivemos uma safra excepcional em 2005. Foi um período bem seco e a uva cabernet depende disso para ter uma boa maturação. Além disso, optamos por deixar a bebida envelhecendo em barrica por um ano e meio, e o resto do tempo ela ficou envelhecendo em garrafa”, argumenta.

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Fonte:http://economia.terra.com.br/vida-de-empresario/premiada-vinicola-catarinense-nasceu-de-hobby-familiar,2dafbeadbe1f684b5004853b0cad7f1fgq0pRCRD.html

 

Revitalização de mais um trecho da Serra Catarinense

O governador Raimundo Colombo assina nesta quinta-feira, 27, a ordem de serviço para a revitalização da SC-110 e SC-390, entre São Joaquim, passando por Bom Jardim da Serra até o mirante da Serra do Rio do Rastro.

O trecho compreende 15 quilômetros da SC-110, até o trevo de entrada para Urubici, e mais 36 quilômetros da SC-390 até o limite com o município de Lauro Müller.

O ato será no auditório da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de São Joaquim, às 14h15min.

Após o ato na SDR de São Joaquim, o governador participa do Simpósio Catarinense de Vinhos Finos de Altitude realizado na Casa da Cultura e promovido pela Associação “Vinho de Altitude Produtores e Associados”.

O empresário Vicente Donini irá apresentar o Projeto São Joaquim Turismo de Destino.

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Fonte: http://paulochagas.net/?tag=simposio-catarinense-de-vinhos

 

Villaggio Grando vai lançar vinhos top e avança no enoturismo

A Villaggio Grando, vinícola de altitude de Água Doce, Meio-Oeste de SC, inova com o lançamento de  vinho em copo e linha top feita com variedades pesquisadas na propriedade. Também cresce no enoturismo, afirma o presidente  Guilherme Sulsbach Grando.

Quantos hectares de vinhedos a Villaggio Grando cultiva? 
São 50 hectares. É a maior área de SC. Como focamos qualidade, precisamos de um vinhedo grande para produzir pouco. As uvas que não atingem o padrão, a gente exclui ou vende para terceiros.

O que faz em inovação?
Temos um dos maiores laboratórios das Américas hoje. São 103 variedades plantadas e em teste. A Embrapa, Epagri, e o Instituto  San Michelle (da Itália)  em parceria com a UFSC, fazem pesquisas na empresa. A gente cedeu para que a vinícola seja um local de pesquisa. A gente ajuda o setor e a pesquisa nos ajuda. Muitos vinhos que começamos a fazer, inclusive um top de linha que vamos lançar no ano que vem, são com uvas que a gente descobriu nessas pesquisas.

Quanto vocês lançarão o vinho em copo?
Após dois anos de pesquisas, desenvolvemos uma taça e um lacre pretos. Vamos lançar um merlot nas próximas semanas. Esta linha será voltada para praia, estádios e eventos que excluem vidro.

Que outros lançamentos estão planejando?

Este ano, a gente laçou safras novas de vinhos já existentes. A gente está produzindo um champenoise para lançamento este ano ou no ano que vem. Estamos elaborando uma linha top,  acima do denominado de Além Mar, vamos continuar com vinhos de qualidade e terão mais. São vinhos com 200% de barrica, todos comandados pelo enólogo português Antonio Saramago. Uma grande novidade para o ano que vem será um um produto estilo vinho do Porto, com uvas e receitas do Douro, um conhaque com 10 anos de barrica e o licoroso branco que levará o nome da minha irmã. Serão três vinhos de sobremesa, dois licorosos, um conhaque e mais o tinto. Todos para 2 mil garrafas, 500 garrafas, vai ter uma agenda para comprar. Também lançaremos um pinot noir daqui a um ano e meio, nos moldes da Borgonha. Manteremos quantidades dentro do nosso perfil, de vinícola boutique.

Como vai o projeto do malbec na Argentina?

Fizemos um arrendamento de um vinhedo que é controlado desde a uva até a garrafa final. É o único produto que elaboramos no exterior e vem pronto. A produção varia de 5 mil a 7 mil garrafas por ano. Este ano, a produção será de sete mil.

O segmento de sucos está em alta. Vocês estão aderindo a ele?

Entramos no suco agora. Fizemso a primeira venda esta semana. Terceirizamos o pedaço de uma indústria para essa produção. É um outro mercado, outra legislação. A gente vai aprender. A idéia é até o final do ano ter uma presença boa em suco. A uva será não vinífera e 100% integral. Temos um pequeno vinhedo de Isabel, que é uva usada para suco. Também usaremos uvas da região (Caçador e Videira), num processo de terceirização.

De que forma a crise econômica e o dólar alto estão afetando a vinícola?
Com a crise, estamos tendo que investir muito mais para expandir as vendas. No primeiro semestre, nossa venda de vinhos cresceu 4%, dentro da média nacional. Nos espumantes, avançamos 23%. Com o dólar alto, estamos conversando com importadores do Leste Europeu e, talvez, também vamos voltar a exportar aos EUA. Estamos atentos inclusive em alguns mercados da África.

Como está o enoturismo?
Vai muito bem. O ticket médio do turista é até quatro vezes maior do que o de quem vai numa loja. Todos os dias passa gente pela vinícola. Aos sábados e domingos, são cerca de 300 pessoas de diversas regiões do Brasil. A gente está a 60 quilometros de qualquer cidade. Agua doce tem 5 mil habitantes. Por mês, recebemos de 2 mil a 3 mil pessoas. Os turistas estão vindo para o Oeste do Estado. Ficam em Treze Tílias, Fraiurgo e Caçador e visitam a vinícola. Por isso a nossa idéia é oferecer hotel e restaurante premium na vinícola. Também projetamos um condomínio e campo de golfe.

Que outros investimentos estão previstos?

No futuro, vamos fazer uma vinícola com alta tecnologia. Como é um investimento elevado, por enquanto parte da elaboração do nosso espumante é feita  no Rio Grande do Sul. Fazemos o  fazemos o vinho base e só levamos para o RS para a segunda fermentação (toma de espuma) e o engarrafamento. Terceirizamos uma etapa da produção com receita nossa.

O fato de o vinho ser considerado bom para o coração está ajudando nas vendas e isso pode levar a uma tributação menor?

No Brasil, ainda se vende mais vinho pelo glamour. Mas foi feito um Globo Repórter sobre os benefícios do vinho para a saúde e reportagens sobre isso citando o tanat do Uruguai. Nas semans que se sucederama esses programas, deu um boom de vendas. O vinho ainda não está na cultura da maioria, ainda, mas quando as pessoas são informadas, consomem mais. A questão de sofisticação, mostrada em novelas e jornais, e a gastronomia ajudam muito. Hoje, no Brasil, se consome uma garrafa per capita a mais do que 10 anos atrás. A gente sabe que o vinho cresceu bastante. E outra coisa que cresceu muito foi o contrabando. Temos todas as dividas abertas no Sudeste e no Sul. Hoje entra muma porcentagem gigantesca de vinho do Chile e Argentina. Todas as noites, de contrabando.

Quanto está a carga tirbutária?

Cada estado tem uma, mas já se fala em um valor de 53,6% a 54% de impostos. Na Espanha e EUA se paga imposto único, 7% num lugar, 4% mais 3% ou 8% num outro. Estamos falando em imposto de alimentos. A Espanha foi pioneira em colocar o vinho como alimento em função dos benefícios à saúde. Para eles, é cerca de 4%. Para nós, cairia para 15% já é uma tributação gigantesca para os governos e é um valor que você consegue competir, porque estaria o dobro de outros países. Não é o dólar, o grande negócio é a equiparação tributária.

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Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/08/24/vinicola-vai-lancar-vinhos-top-e-avanca-no-enoturismo/?topo=67,2,18,,,77

05 Vinhos elaborados em SC com a variedade Sauvignon Blanc para serem Apreciados!

Originally posted on Falando em Vinhos:

É comum associarmos as baixas temperaturas do inverno com Vinho Tinto.

Porém, com essas altas temperaturas que vem ocorrendo nesse Inverno, nada melhor que apreciar um bom Vinho Branco.

Uma variedade que vem resultando em excelentes vinhos em Santa Catarina é a Sauvignon Blanc.

Segue abaixo, uma lista com 05 vinhos catarinenses elaborados com a variedade Sauvignon Blanc para serem apreciados nesse Inverno Caloroso.
1) Suzin Sauvignon Blanc (Vinícola Suzin – São Joaquim – SC)

Amarelo palha esverdeado, límpido e brilhante. Destaca-se por seus aromas finos e elegantes, sendo seus principais descritores aromáticos, o maracujá com uma leve nota vegetal. Em boca sua harmonia é regida pela permanência dos aromas cítricos e a maciez do álcool, equilibrada pela vivacidade da acidez.

sb suzin

2) Abreu e Garcia Sauvignon Blanc (Vinícola Abre e Garcia – Campo Belo do Sul – SC)

Apresenta coloração amarelo ouro e tons esverdeados que denotam a presença de…

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Villa Francioni participará do Boteco Cultural promovido pela CDL de Florianópolis

Mais do que promover a convivência na região central da Capital, a CDL de Florianópolis, por meio do Núcleo da Mulher Empreendedora, em parceria com a Prefeitura e o Sebrae/SC, pretendem humanizar e gerar entretenimento com o evento Boteco Cultural, que será uma mistura de gastronomia, entretenimento e cultura.

O centro de Florianópolis receberá nos dias 3 e 4 de setembro, das 17 às 22 horas, a primeira edição do evento para animar as ruas Jerônimo Coelho, Felipe Schmidt, Deodoro e Conselheiro Mafra, como também o Mercado Público. Nestes dias, essas ruas estarão preparadas com muito conforto para receber o público em encontros de happy hour e curtir boa música na companhia de amigos e familiares.

Para alegrar a todos, o Boteco Cultural foi criado com uma programação diversificada, contando com diversas atrações, apresentações artísticas, exposições culturais, presença dos foodtrucks e música ao vivo. E, para quem levar as crianças, também haverá espaço exclusivo para os pequenos e para os admiradores de brinquedos artesanais.

Este evento faz parte de uma série de ações que o Sebrae/SC, a CDL e a Prefeitura estão realizando para consolidar o Projeto de Revitalização do Centro Histórico de Florianópolis. Com isso, pretende-se aumentar o convívio entre as pessoas na região Central, como também transformar o Centro num moderno ponto de encontro e compras, com segurança e tranquilidade, também à noite e nos finais de semana.

Fonte: http://www.villafrancioni.com.br/villa-francioni-participara-do-boteco-cultural-promovido-pela-cdl-de-florianopolis/

Villa Francioni Nordeste promove curso de vinhos com o renomado sommelier Walter Pinto na Caves Du Vin

A parceria entre a Villa Francioni Nordeste e a Caves Gourmet anda de vento em popa. Para o final do mês, os amantes do vinho e aos que querem se interar no mundo das uvas, haverá o Curso de Iniciação à Degustação de Vinhos, nos dias 24 e 25 de agosto na Caves. Na ocasião, haverá harmonização com os produtos da vinícola Villa Francioni com os pratos exclusivo da über chef Soraia Fialho. Reconhecer aromas, sabores, estilos de vinhos, conhecer as variedades de uvas, saber guardar e servir, degustar e identificar o rótulo serão alguns temas abordados durante o Curso ministrado pelo Sommelier Walter Pinto. Então, anote e não perca. Vagas limitadas!

Serviço:
Curso de Iniciação à Degustação de Vinhos

Investimento: R$ 170,00
Quando: Dias 24/08 e 25/08
Horário: 19h – 21h
Local: Caves du Vin
Apresentação: Sommelier Walter Pinto
Inscrição: (98) 3235 9677

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Fonte: http://pread.ly/hall-das-divas/villa-francioni-nordeste-promove-curso-de-vinhos-com-o-renomado-sommelier-walter-pinto-na-caves-du-vin