Coluna Brinda Brasil – Bons vinhos brancos de Santa Catarina

A vinícola catarinense Sanjo, de São Joaquim, produz um premiado sauvignon blanc de altitude que está sendo vendido também no mercado europeu. Esse vinho está sendo celebrado como uma aposta positiva do cultivo da uva sauvignon blanc na Serra Catarinense, já que a uva se adaptou bem ao clima daquela região. Os aromas do Núbio Sauvignon Blanc  chamaram a atenção do mercado inglês.

Conheci esse vinho durante o segundo Brinda Brasil – Salão do Espumante de Brasília, em 2012. Quem me apresentou foi o então representante da Sanjo no Distrito Federal, Gilberto Zortea e o próprio enólogo Marcos Vian, criador dessa pérola. O Núbio revela aromas intensos de frutas como maracujá, manga, além de figos frescos, goiaba e até um toque sutil de pimenta.

É um vinho leve e segue a característica da sauvignon blanc para ser oferecido de entrada, boas vindas, servido por volta de 7 graus centígrados e acompanhando peixes grelhados, frutos do mar grelhados ou crus, saladas, aves grelhadas e queijos leves, frescal, de cabra… Preço médio ao consumidor no Brasil: R$ 45.

Outro grande vinho branco produzido em Santa Catarina, desta vez no Vale do Rio do Peixe, em Água Doce, é o Chardonnay Villaggio Grando. A vinícola está apostando suas fichas no verão com o esse vinho. É uma refrescante opção para dias de calor, um vinho com bastante mineralidade, sem passagem por madeira, de excelente acidez e com propósito de evoluir na garrafa.

A uva é uma das varietais mais apreciadas em todo o mundo, mas aqui ganha um aspecto diferenciado que os enólogos estão conseguindo obter nas terras de altitude de Santa Catarina. Com 12% de álcool e uma completa maturação da uva, esse vinho ganha força como um dos melhores brancos brasileiros.

O Chardonnay Villaggio Grando é excelente na harmonização com queijos não maturados, queijos de fungo branco, geleias e também nos pratos principais a base de aves e peixes grelhados ou assados, como frango, peru, e lombinho de porco. Custa na faixa de R$ 50 a R$ 60.

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Fonte: http://www.ederluiz.com.vc/coluna-brinda-brasil-bons-vinhos-brancos-de-santa-catarina/

Vinhos brasileiros de altitude com padrão internacional

A produção de vinhos é um trabalho longo, delicado, cheio de detalhes e com variáveis muito particulares. Há 10 anos, a vinícola Villaggio Bassetti aprimora sua produção de vinhos de altitude com tecnologia de ponta, dedicação e equipe altamente especializada. O resultado pode ser visto ao final do processo, um vinho já reconhecido por críticos da área e que se consolida dia após dia como referência em ‘vinhos de boutique’ no Brasil.

Localizada em São Joaquim, na Serra Catarinense, com condições climáticas peculiares e altitudes que variam entre 1.267 a 1.330 metros sobre o nível do mar, faz com que o plantio de uvas tenha um processo diferenciado. Utilizando equipamentos italianos, cepas e barricas de carvalho francesas, prensa pneumática de última geração e controle de qualidade em todo o processo da vinicultura, a vinícola produz cinco rótulos com produção média de 30 mil garrafas/ano.

Dentro da construção, as únicas peças que vieram para o Brasil especialmente para a Villaggio Bassetti trazem a tecnologia utilizada na Itália – maior pólo vinicultor do mundo: os tanques de aço inox espelhados. Para o enólogo exclusivo da marca, Anderson De Césaro, essa tecnologia é parte de extrema importância no processo de fabricação. Pois os tanques espelhados, de superfície lisa não permite o alojamento de bactérias e com isso não é necessário o uso de detergentes na higienização, que é feita à vapor. “Além disso, o sistema ‘tanque sempre cheio’, garante que a bebida fique perfeitamente preservada independente da quantidade de vinho, sem a necessidade de troca de recipiente”, diz ele.

O verão ameno e seco proporcionado pelas características do terroir, com calor de dia (26º) e frio à noite (6º) faz com que tenha alta carga polifenólica, proporcionando aromas e sabores intensos. “Os nossos rótulos estão muito conectados ao que o novo consumidor de vinho busca. A grande expressão de frutas, corpo agradável (sensação de preencher a boca),o aroma, e sem a acidez exacerbada são características e diferenciais proporcionadas também pelo clima da serra catarinense”, conclui o enólogo, De Césaro.

Respeitando a máxima de ‘dar tudo à uva no campo e extrair o melhor dela na vinícola’, todo o processo é muito criterioso, desde a limpeza dos cachos nos vinhedos até a mesa de seleção de bagos. Os vinhos tintos amadurecem entre um e dois anos nas barricas, e depois de um descanso nas garrafas estão prontos para serem consumidos com a preservação de todas as suas características e os benefícios à saúde, já comprovadas por muitos estudos.

O reconhecimento pelo mercado da qualidade dos vinhos da Villaggio Bassetti leva a vinícola a entrar em uma nova fase em 2015. Com várias ações programadas para o ano, além de estar preparada para atender vendas diretas ao consumidor final, já está aberta para visitas guiadas explicando o ciclo completo de produção, desde as videiras até a taça. Para grupos é necessário agendamento prévio e aos finais de semana é possível agendar almoço com cozinha regional e harmonização com as pratas da casa. Conta com uma aconchegante loja na vinícola, onde os visitantes podem adquirir todos os rótulos próprios da marca Villaggio Bassetti em embalagens especiais, além da degustação dos vinhos.

Os rótulos
Trazidas da França, as videiras são as protagonistas do vinhedo – 80% da qualidade do vinho provém da qualidade da uva. “Por isso, não utilizamos uvas de terceiros e não usamos fertilizantes, somente compostagem própria”, pontua Bassetti. Além disso, anualmente são realizadas análises do solo para a verificação da necessidade de possíveis correções de nutrientes”,continua o proprietário. Cada um de seus rótulos tem uma história e um motivo,seja na escolha dos nomes ou de seus cortes (assemblage).

Primiero
Composição: Cabernet Sauvignon
Características edafoclimáticas: Solos argilosos, baixo PH, declividade alta e excelente drenagem, exposição solar N, invernos rigorosos e verões amenos e secos. Altitude do vinhedo de1.267 metros sobre o nível do mar.

Elaboração: Colheita seletiva, desengace, seleção de bagas, fermentação alcoólica e malolática integral em barril de carvalho francês de 400 litros, com permanência de 22 meses, estabilização natural e engarrafamento.

Graduação alcoólica: 13,9%
Características organolépticas: coloração grená, aroma de terra, fungos e frutossilvestres, elegante e potente em boca.
Temperatura de serviço: 14°C
Harmonização: carnes vermelhas e pratos condimentados, pede molhos untuosos e suporta bem a estrutura do prato.

Montepioli
Composição: Cabernet Sauvignon e Merlot
Graduação alcoólica: 13%
Características organolépticas: coloração vermelho densa, aromas de frutas vermelhas maduras lembrando compota, potente em boca.
Temperatura de serviço: 14°C
Harmonização: Massas e carnes com molhos de média cremosidade.

Rosé
Composição: 50% Merlot, 50% PinotNoir
Graduação alcoólica: 13,0%
Características organolépticas: límpido, de coloração pêssego à salmão, macio em boca e retrogosto agradável e persistência mediana.
Temperatura de serviço: 9°C
Harmonização: Peixes, frutos do mar, massas com molhos à base de ervas.

Sauvignon Blanc
Composição: 100% Sauvignon Blanc
Graduação alcoólica: 13,6%
Características organolépticas: límpido, de coloração amarelo discreto esverdeado, fresco com nariz de maracujá e leve toque cítrico, lembrando frequentemente lima. Potente e mineral em boca com retrogosto persistente.
Temperatura de serviço: 9-12°C
Harmonização: Carnes brancas e frutos do mar.

Donna Enny
Composição: 100% Sauvignon Blanc
Graduação alcoólica: 13,0%
Características organolépticas: límpido, de coloração amarelo dourado, fresco, aroma de frutas maduras, untuoso. Potente e mineral em boca com retrogosto persistente.
Temperatura de serviço: 10°C
Harmonização: Frutos do mar, queijos, carnes brancas e bacalhau.

Serviço:
Vinícola Villaggio Bassetti
Endereço: Rodovia SC 114 Km 64 – São Joaquim / SC
Terça-feira a domingo das 9h às 12h e das 13h às 17h
Para grupos e almoço aos sábados, agendamento antecipado
Teleatendimento: (49) 9182-8862 ouatendimento
http://www.villaggiobassetti.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

Vinho brasileiro de Santa Catarina vence o Top5 do Encontro de Vinhos Rio de Janeiro

É sempre bom ver um vinho brasileiro entre os cinco melhores, dois então, nem se fala.

O Leopoldo 2007, da vinícola Santo Emílio, de Santa Catarina, conseguiu uma vitória importantíssima.
Eram 54 amostras de diversos países, com vinhos realmente muito bons.
É um corte bordalês (Cabernet Sauvignon/Merlot).

Para se ter uma ideia, o alentejano Pêra Grave Reserva, um vinho consagrado, foi o segundo lugar, seguido por outro brasileiro, esse da Campanha Gaúcha.

O Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon, foi outra surpresa maravilhosa.
O Pampa Gaúcho já é uma realidade quando se fala em vinhos brasileiros de qualidade. Com um clima mais fácil do que a Serra Gaúcha, as uvas conseguem uma maturação mais interessante e o resultado normalmente é muito bom.

Isso não quer dizer que a Serra gaúcha não tenha vinhos fantásticos também e espumantes de nível internacional.

O Quarto e o Quinto colocados, ficaram com a mesma vinícola, a Norton, de Mendoza.

O interessante, principalmente para o consumidor, é que o vinho mais barato ficou na frente do vinhos mais caro.

Isso significa que o vinho mais barato, hoje está tão bom quanto o mais caro, que obviamente deve evoluir e ficar melhor com o tempo.

Quem for ao Encontro de Vinhos rio de Janeiro, na próxima Quinta, pode tirar a prova.

Valeu, Brasil!!!

Fonte: http://www.papodevinho.com/2015/03/vinho-brasileiro-de-santa-catarina.html

VINÍCOLA VILLA FRANCIONI LANÇA VINHO JUAREZ MACHADO DURANTE A RIO WINE AND FOOD FESTIVAL 2014

A vinícola Villa Francioni lança amanhã, 18 de setembro, no Rio de Janeiro, o vinho Juarez Machado, durante a Feira Show que faz parte da programação da Rio Wine and Food Festival. Este ano o evento acontecerá no Clube Naval Piraquê.

O artista plástico catarinense buscou inspiração em São Joaquim, na sede da Villa Francioni, para criar a série de rótulos exclusivos para o vinho que leva o nome dele. O tema aborda os cinco sentidos (olfato, tato, paladar e visão) além do universo exterior e interior, num total de 7 rótulos diferenciados. A partir das telas pintadas pelo artista, foram feitas as reproduções para os rótulos. Além das ilustrações, Juarez Machado também compôs um poema que está no contra-rótulo de cada garrafa. A elaboração do vinho Juarez Machado coube ao enólogo Orgalindo Bettú, que está na empresa desde a fundação, no ano 2000.

O rótulo foi produzido com quatro diferentes uvas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec, a safra é 2007. O vinho de potente estrutura é complexo e equilibrado, lembra os sabores de café torrado. Permaneceu em estágio mínimo de 15 meses em barris de carvalho francês. O teor alcóolico é de 14%. Harmoniza com carnes assadas ou em molhos bem condimentados.

Além da presidente do conselho da Villa Francioni, Daniela Borges de Freitas, o filho do artista plástico, João Machado, estará representando o pai no evento de lançamento.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Vinho tinto “Zelindo” uma homenagem dos filhos ao fundador da Suzin

Filhos sócios da vinícola escolhem o rótulo em homenagem ao pai. O vinho acabou virando o carro-chefe da empresa e é um dos mais premiados do Brasil.

O tinto “Zelindo”, um dos vinhos finos de altitude mais premiados, é na verdade uma homenagem dos filhos, Everson e Jeferson Suzin, ao pai, fundador da vinícola, filho de imigrantes italianos e que se chama Zelindo.

Localizada  em São Joaquim, na Serra Catarinense, Zelindo é agricultor, produz batata e maçã e é um dos pioneiros da vitivinicultura catarinense. Fundou a empresa há pouco mais de dez anos e a cada ano que passa colhe os frutos do investimento. E é justamente o vinho, feito em homenagem ao pai da vinícola, o carro chefe da empresa. O tinto um corte com 70% de uva merlot, 30% cabernet já recebeu várias premiações e os especialistas destacam o vinho como uma joia rara.

Na edição do Valor Econômico de dezembro passado, o jornalista Jorge Lucki, especialista em vinhos e coordenador do TOP TEN da Expovinis, maior Feira de Vinhos da América Latina, apontou na categoria tinto, o Zelindo como destaque do ano passado, classificando ele entre os melhores do Novo Mundo. “O Zelindo vem colecionando medalhas a cada nova safra e isso recompensa todo nosso trabalho”, afirma  Suzin. Recentemente, o Anuário de Vinhos do Brasil, produzido pela editora Baco em parceria com o Ibravin, traz o vinho com 90 pontos e  definitivamente coloca o rótulo  entre os melhores cortes tintos do país.Em 2010, a safra 2007, ganhou a medalha  Gran Ouro, no Concurso Mundial de Bruxelas e em  2011 a safra de 2008, ficou também com a premiação máxima do concurso. Ele também foi eleito um dos 7 melhores  tintos do Brasil pela Revista  Guia/Adega.

“ O Zelindo, reflete a excelência e a força do fundador da empresa, nosso pai. Aliás, uma ótima dica para presentear os pais neste domingo.” Afirma Everson Suzin.

Fonte: Assessoria de Imprensa