Degustação: Villaggio Bassetti Montepioli 2011

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Esta foi a primeira vez que provei um Villaggio Bassetti. Provei o corte de Cabernet Sauvignon e Merlot chamado Montepioli, safra 2011. O engraçado é que encontrei um vídeo do Daniel Perches sobre o mesmo vinho, porém de uma safra mais antiga de 2009, no qual ele também prova um Villaggio Bassetti pela primeira vez. Confira o vídeo.

Montepioli é um corte de Cabernet Sauvignon e Merlot, 13% de graduação alcoólica, e passagem de 13 meses em barricas de carvalho. A vinícola possui 4 rótulos: 2 tintos, 1 rosé e 1 branco. Montepioli é seu tinto de entrada. A Villaggio não possui infraestrutura própria de vinificação, sendo assim seus rótulos são produzidos em Bento Gonçalves/RS, no Vale dos Vinhedos, pela vinícola Almaúnica.

Bem, falemos do vinho…

Considero os rótulos da Villaggio Bassetti um pouco rústicos, sem muito apelo, mas bem feitos. Na taça, Montepioli é de um vermelho intenso, rubi, sem sinal de envelhecimento.

No nariz é agradável, lembrando frutas vermelhas e madeira, com um leve toque vegetal. Também é agradável em boca, com certa acidez e tanino macio. Definitivamente é bem vinificado, vale a pena provar. Mas nenhuma característica especial se sobressai.

Em minhas pesquisas sobre o Montepioli notei 3 variações interessantes:

  • No vídeo do Daniel Perches, ele cita que a safra 2009 poderia ter um final mais persistente. Quando degustei a safra 2011, achei a persistência boa. Acredito que tenham melhorado o vinho de lá pra cá.
  • Montepioli 2009 passou 18 meses em barricas de carvalho francês de 400 litros, de segundo uso. Já nas safras de 2010 e 2011, a passagem por barrica foi de 12 a 13 meses (tendo a acreditar que de primeiro uso).
  • Em um post de 2012, cita-se que a safra 2010 podia ser encontrada por R$ 47 a garrafa de 750 ml. Há 2 semanas, paguei R$ 55 a 1/2 garrafa, em um restaurante. Mesmo assim, me parece um aumento que chama a atenção.

Fiquei bastante curioso para provar o top de linha da vinícola, chamado Primiero, varietal de Cabernet Sauvignon.

A Vinícola Villaggio Bassetti é resultado da união dos irmãos Pioli Bassetti que aprenderam a arte de produzir vinhos de qualidade com o avô materno, Juca Pioli, ainda na infância. Localizada a 1.250 metros de altitude, em um terreno de 50 hectares na região de São Joaquim, em Santa Catarina, os primeiros vinhedos da vinícola foram implantados em 2005. A safra inicial foi colhida em 2008, com o lançamento no mesmo ano do Primiero 2008. Para se manter fiel aos seus princípios na elaboração dos vinhos, os empresários foram buscar na França mudas especiais para região catarinense e na Itália a tecnologia e o maquinário para produzir seus vinhos de altitude.

Abraço!

Os vinhos produzidos na Serra Catarinense estão entre os melhores do país

Pra chegar a esse nível a elaboração da bebida passa por vários processos

Os vinhos finos produzido na região Serrana estão ganhando os paladares de muitos apreciadores. O local chama a atenção pela beleza, em São Joaquim, na Villa Francioni, distante 235 quilômetros de Florianópolis. Inspirado nos processos da França e Itália o local foi construído para produzir na Serra Catarinense os melhores vinhos finos do Brasil.

Os vinhedos que hoje somam mais de 26 hectares foram plantados em uma das regiões mais altas do país, fator predominante para se produzir vinhos de boa qualidade.

São 10 variedades de uvas colhidas todos os anos, entre elas está Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Malbec, que no final resultam em vinhos tintos, brancos, rose e espumante. Vinhos finos que já foram premiados nacionalmente com coloração, paladar e aroma definido. Para o enólogo, Nei Razera, o segredo para produzir bebidas de alta qualidade está na tecnologia aliado ao serviço artesanal.

Por ano são colhidas em média 150 mil toneladas de uva, e distribuídas mais de 100 mil garrafas de vinhos em todo o país. O local também é aberto para a visitação onde aqui amantes da bebida tem a oportunidade de fazer uma degustação dos vinhos produzidos na vinícola.

Os vinhos finos produzidos na Serra Catarinense estão entre os melhores do mundo, a prova disso é o reconhecimento internacional, já que os vinhos vêm ganhando os paladares até dos mais exigentes.

Fonte: http://bandsc.com.br/canais/variedades/os_vinhos_produzidos_na_serra_catarinense_estao_entre_os_melhores_do_pais_.html

Excelente carta de vinhos catarinenses… mas o preço

Este final de semana fui a um restaurante muito bom em Florianópolis, com uma excelente carta de vinhos, muitos deles próprios do estado de Santa Catarina. Mas o que assusta mesmo, são os preços…

Se você for no Chile, na Argentina, na França (ou qualquer outro país), o preço que é pago pelo vinho local é muito mais em conta que os demais, principalmente os importados (por razões óbvias). Infelizmente, no Brasil, nem sempre as coisas são óbvias…

Eu optei por uma 1/2 garrafa de Villaggio Bassetti Montepioli, a R$ 55.

Tinto 1 Tinto 2

Tinto 3

Rosé

Espumante

Branco

Degustação: Bella Vinha Cabernet Sauvignon 2009

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O Estado de Santa Catarina é, sem dúvida, uma região de destaque no cenário nacional da vitivinicultura. Seus vinhos finos de primeira classe têm alcançado resultados cada ano mais altos em termos de qualidade e reconhecimento.

Porém, como é de se esperar, nem todos os vinhos são de alta gama. Muitas vinícolas ainda possuem um belo caminho de desenvolvimento (e investimentos) para proporcionarem exemplares que realmente se destaquem.  Sendo assim, quando falamos de vinhos catarinenses, devemos sim exaltar os sucessos… mas também temos a obrigação de identificar pontos de melhoria.

Foi por isso que decidi ariscar. Comprei, em um posto de gasolina mesmo, um exemplar da Vinícola da Serra, localizada em Pinheiro Preto: o Bella Vinha Cabernet Sauvignon 2009. Se não me engano, paguei entre 20 e 30 reais a garrafa. É de se imaginar que a expectativa em torno do vinho não era das mais altas… o rótulo, como pode-se ver na foto, é bastante simples, quase desestimulante.

Ao abrir o vinho, a rolha chamou minha atenção por estar bastante ressecada. Não sou expert em cortiça. Não sei se, neste caso, representaria um problema. Mas o fato é que a secura e rigidez da rolha realmente chamou minha atenção. Na taça, é de um rubi semi-opaco, com tons atijolados de envelhecimento. As lágrimas são rápidas, sugerindo um vinho pouco encorpado.

No nariz, a primeira impressão não foi boa. “Cheiro de vinho brasileiro” foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça (lembro de ter escutado esta expressão em algum lugar, fazendo referência aos vinhos comerciais de garrafão). Decidi aguardar. Depois de alguns minutos na taça, o aroma melhorou bastante. Apareceram notas de baunilha e madeira. Um aroma simples, plano. Fique empolgado com a possibilidade do vinho me surpreender.

Mas na boca, veio o choque de realidade… nada se destaca a não ser o amargor de um líquido leve e alcoólico. Uma pena. O vinho é amargo a ponto da minha esposa recusar o segundo gole. No entanto, o produto não parece estragado… mas sim de um processo de vinificação de baixa qualidade (posso estar enganado, obviamente, pois não sou enólogo).

O bacana desta experiência é que decidi ir mais a fundo, e pesquisar as razões de tal amargor. Dentre as razões possíveis, a mais citada é uma doença do vinho chamada justamente de “Amargor”. Ela é causada pelo ataque de uma ou mais bactérias lácticas ao glicerol presente na bebida, e é mais frequente em vinhos tintos velhos, pouco ácidos, pouco alcoólicos e com algum teor em taninos. Com o ataque, o glicerol é transformado principalmente em ácido acético, ácido láctico, dióxido de carbono e água.

Uma vez no vinho, o amargor é praticamente impossível de ser corrigido. A melhor maneira de controlar o surgimento do “amargor” é por ações preventivas: a utilização adequada do dióxido de enxofre (SO2) ou a adoção das práticas enológicas adequadas para a vinificação e conservação do vinho.

O Bella Vinha é fabricado pela Vinícola da Serra, em Pinheiro Preto/SC (http://www.vinicoladaserra.com.br/).

Bem, é isso aí! Abraço!

VILLA FRANCIONI PROMOVE DEGUSTAÇÃO NO EMPORIUM JAZZ NESTE SÁBADO, EM FLORIANÓPOLIS

Três rótulos da vinícola catarinense, Villa Francioni serão degustados neste sábado, dia 21 de setembro, em mais uma edição do Emporium Jazz, em Florianópolis. O Espumante Joaquim Brut Rosé e os vinhos: Joaquim Rosé e VF Rosé da safra 2012, serão apresentados pela sommelier e gerente comercial da Região Sul da Villa Francioni, Hellen Antoangelo. O cozinheiro convidado será Nivaldo Machado, que contará com a colaboração de sua esposa Simone. A degustação está marcada para começar ao meio-dia.

DEGUSTAÇÃO VILLA FRANCIONI NO EMPORIUM BOCAIÚVA

Dia: 21/09

Horário: A partir do meio-dia

Endereço: Rua Bocaiúva, 79

Florianópolis- SC

Fonte: Assessoria de Impresna

Vinhos catarinenses marcam presença no Gastronômade Brasil, no Rio de Janeiro

  

Cenário de cinema. O evento aconteceu no Solar Real no Rio de Janeiro, um casarão antigo totalmente preservado, no alto de Santa Teresa, no amplo jardim do espaço colonial, com vista para toda a Baia de Guanabara.

Pratos preparados pelo chef Rafael Costa, com produtos orgânicos e temperos regionais produzidos na região de Petrópolis e vinhos da vinícola Suzin da Serra Catarinense. Quem foi não vai esquecer tão cedo.

Céu azul de brigadeiro, calor apontando a chegada da primavera, tudo perfeito. O casal Everson Suzin e Italia, foram super assediados. Já na chegada, os cerca de 80 convidados foram recebidos com o espumante Rosé Brut da Suzin.

Entre a harmonização dos pratos, além do famoso Sauvignon Blanc, também foi servido o premiadíssimo Zelindo. Um evento para ficar na história dos amantes da Gastronomia.

O Rio de Janeiro, abriu a segunda temporada deste ano do Gastronômade Brasil, que segue agora para Brasília e Paraná nos próximos finais de semana, também com vinhos da catarinense, Villaggio Grando.

Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/19/09/2013/vinhos-catarinenses-marcam-presenca-no-gastronomade-brasil/

EXPOSIÇÃO DE JUAREZ MACHADO É PRORROGADA NA VINÍCOLA VILLA FRANCIONI

A coleção de gravuras e serigrafias “Castelos de Vinho” poderá ser visitada até o dia 13 de outubro, na Galeria de Arte da vinícola Villa Francioni, em São Joaquim

Em função do número expressivo de visitantes, a exposição Castelos de Vinho, poderá ser visitada até o próximo dia 13 de outubro na Villa Francioni. O artista selecionou novas gravuras e serigrafias voltadas ao tema do vinho, para esta segunda exposição, a primeira foi realizada no ano passado. Juarez Machado também apresenta duas pinturas inéditas, à óleo sobre Gobelin, que são tapeçarias feitas em tecidos. O universo do vinho na França, serviu de inspiração ao artista que mora naquele país há mais de 30 anos. Ao todo são 25 obras em exposição, todas estão à venda e podem ser adquiridas por quem visitar a vinícola. A entrada é franca. A realização é da Villa Francioni e do Instituto Internacional Juarez Machado.

EXPOSIÇÃO CASTELOS DE VINHO

Local: Galeria de Arte da Villa Francioni

Entrada Franca

Até dia 13 de outubro 2013.

Rodovia SC 114, km 70

São Joaquim – SC

(49) 32338200

Fonte: Assessoria de Imprensa