Clima chuvoso provoca perdas no campo em SC e afeta indústria do vinho

O excesso de chuva já prejudicou as lavouras de trigo no Oeste catarinense, obrigou o replantio de pelo menos cinco mil hectares de arroz no Vale do Itajaí, casou doenças e estragou lavouras de cebola e alho.

Com a previsão de que novembro será bastante chuvoso em Santa Catarina, em virtude do El Niño, os produtores de várias culturas estão preocupados. No Sul não dá para plantar o arroz. O plantio de milho já apresenta algum atraso e a soja também pode ser afetada. O produtor Flávio Fonseca, de Chapecó, que já teve perdas na colheita do trigo, iria começar o plantio de soja ontem e teve que adiar em virtude da chuva.

Falta de sol afeta pastagens e aumenta custo para produzir leite

A falta de sol também afeta o desenvolvimento das pastagens. De acordo com o secretário adjunto de Agricultura de Santa Catarina, Airton Spies, com menos luminosidade há menos fotossíntese e o desenvolvimento da vegetação é menor. Com isso os produtores terão que buscar suplemento de alimentação, o que aumenta o custo de produção de leite e carne bovina.

A fruticultura também deverá ter prejuízo. A vitivinicultura, por exemplo, acaba produzindo uvas e vinhos com menor teor de açúcar, o que diminui a qualidade dos vinhos. O produtor que tiver perdas superiores a 30% de sua lavoura pode acionar o banco onde fez financiamento para tentar acionar seguro.

Fonte: http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/de-ponto-a-ponto/noticia/2015/11/clima-chuvoso-provoca-perdas-no-campo-em-sc-4892622.html

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SC tem 590 regiões produtoras de vinhos finos de altitude

Características de clima, solo, relevo, cobertura vegetal, manejo dos parreirais, além de aspectos culturais influenciam na tipicidade dos vinhos provenientes das regiões mais altas de Santa Catarina, os chamados vinhos finos de altitude, produzidos a mais de 900m acima do nível do mar. A Epagri fez um estudo que constatou que a região conta com 590 vinhedos, que somam 332,35 hectares.

Por todas essas peculiaridades, o setor está solicitando, com apoio da Epagri, a Indicação Geográfica (IG) dos vinhos finos de altitude catarinenses. Essa indicação lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria que os distinguem dos demais produtos de igual natureza disponíveis no mercado.

Para gerar as informações necessárias à solicitação da IG, o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia da Epagri (Ciram) desenvolveu, entre 2008 e 2013, o projeto Caracterização e Análise dos Vinhedos de Altitude de Santa Catarina. O projeto analisou e caracterizou o ambiente onde a vitivinicultura de altitude está inserida, reunindo dados que comprovam a excelência, exclusividade e diversidade de clima, solo e relevo dessas regiões para produção desses vinhos.

Segundo o pesquisador da Epagri/Ciram Luiz Fernando Vianna, os resultados indicaram a possibilidade de uma sub-regionalização das regiões de altitude. “Foi possível identificar diferenças nessa grande região de altitude, que ocupa um terço do território catarinense”, esclarece Vianna. Essas diferenças estão relacionadas, principalmente, à temperatura, volume e distribuição da chuva, total anual de horas de sol e amplitude térmica.

Por um cadastro das coordenadas dos vinhedos com GPS, a Epagri fez um levantamento de dados agronômicos (variedade, porta-enxerto, data de plantio e sistema de plantio), fisiográficos (altitude, declividade do terreno, orientação da encosta), climáticos (temperatura, chuva, horas de sol, amplitude térmica) e pedológicos (física e química de solos). De acordo com o regulamento da Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis), a produtividade máxima nos vinhedos deve ser de 6.000L/ha, o que confere à área levantada em 2013 um potencial produtivo máximo de 1.994.100 litros por safra.

O estudo constatou ainda que os vinhedos estão distribuídos em 13 municípios, com destaque para São Joaquim e Água Doce, que possuem as maiores áreas plantadas. Os mais antigos foram plantados no fim dos anos 90, mas o período de maior expansão foi entre 2002 e 2006. Há 43 variedades de uvas cultivadas, mas as mais comuns são Cabernet Sauvignon e Merlot, entre as tintas, e Chardonnay e Sauvignon Blanc, entre brancas.

Mesmo com vinhedos plantados em ambientes variados, percebeu-se uma preferência por locais com altitude entre 1.100 e 1.300m, com relevo suave ondulado ou ondulado e com encosta orientada para norte, nordeste ou noroeste. Climaticamente, as baixas temperaturas são o principal diferencial nas regiões de altitude em relação às demais regiões do Brasil. Os vinhedos estão plantados em locais com temperatura média anual que varia entre 12 e 18ºC, e tanto a amplitude térmica quanto as horas anuais de sol são consideradas suficientes para completar o ciclo de todas as cultivares.

 

Fonte: http://www.bandsc.com.br/canais/economia_/sc_tem_590_regioes_produtoras_de_vinhos_finos_de_altitude_.html

SC tem 55 propriedades que cultivam 590 vinhedos de altitude

Regiões produtoras de vinhos de altitude de Santa Catarina já estão consolidadas e aceleram o desenvolvimento do enoturismo. Atualmente são 55 propriedades que cultivam 590 vinhedos num total de 332,35 hectares situados em três regiões da Serra e Meio-Oeste que abrangem 3.173.300 hectares.

Estes dados integram as conclusões de estudo sobre o setor realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri) em parceria com a Fundação de Pesquisa do Estado (Fapesc), considerando caracterização agronômica e edafoclimática (de clima, solo e relevo).

Os objetivos são melhorar a qualidade das uvas e, no futuro, buscar registro de origem dos vinhos catarinenses de altitude. Segundo o coordenador do projeto, o pesquisador Luiz Fernando Vianna, de 1998 a 2008 a taxa de implantação dos vinhedos foi de 25,8 hectares por ano. Nos anos seguintes houve uma redução dessa expansão, mesmo assim, a área plantada continuou crescendo até 2013, quando foi concluído o levantamento. A pesquisa apurou dados sobre propriedades, área cultivada, variedades e outros detalhes de plantio. O trabalho foi coordenado pelo pesquisador da Epagri Luiz Fernando Vianna e contou com a participação de mais quatro pesquisadores: Angelo Mendes Massignan, Denilson Dortzbach, Sérgio Luiz Zampieri e Valci Francisco Vieira.

O estudo da Epagri apurou que são 11 as vinícolas com infraestrutura para receber turistas. Dessas, 10 oferecem degustação, oito têm restaurantes, três contam com hospedagem e quatro têm outras atrações. São Joaquim e Água Doce têm as maiores áreas plantadas. Há produção expressiva também em Campos Novos, Tangará, Urupema, Videira, Campo Belo do Sul, Urubici e Bom Retiro.

AS VARIEDADES DE UVAS COM MAIOR ÁREA PLANTADA SÃO CABERNET SAUVIGNON (37,88%), MERLOT (14,52%) CHARDONNAY (8,05%) E SAUVIGNON BLANC (7,47%). ENTRE 2009 A 2013, PARTE DAS ÁREAS MAIS ALTAS COM CABERNET SAUVIGNON FOI SUBSTITUÍDA POR UVAS BRANCAS E PINOT NOIR.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2015/06/28/atualmente-sao-55-propriedades-que-cultivam-590-vinhedos-em-santa-catarina/?topo=67,2,18,,,84

Dica: Vinhos de Altitude de Santa Catarina

A  nova sensação do momento no mundo do  vinho no Brasil , são os vinhos de altitude de Santa Catarina , com as premiações os vinhos de nosso estado tem se destacado neste mercado tão competitivo , fazendo  com que os consumidores por curiosidade busquem conhecer os famosos vinhos de Altitude.

Mais não somente dos vinhos de alta qualidade vem essa fama , mas também dos espumantes premiadíssimos  e de sabores magníficos , infelizmente poucas pessoas conhecem nos vinhos, mais em breve isso ira mudar, com o belo trabalho feito pelas vinícolas em breve esses sabores iram ir mais longe.

Mais como enólogo e sommelier   me vejo na obrigação de difundir o conhecimento de nossos vinhos em âmbito nacional , pois é um grande orgulho para mim, além de ser um profissional da área ser natural desta terra, eis ai um grande orgulho.

VINHOS DE ALTITUDE. O grande diferencial desta região,  é a elevada altitude sobre o nível do mar, mas vamos ver exatamente como e porque essa altitude influi na qualidade das uvas e, consequentemente, do vinho.

Onde exatamente a altitude cria condições especificas de clima para contribuir de forma positiva para a viticultura? Começamos por dizer que, a cada 100 metros que sobe acima do nível do mar, o ar perde 1% de seu carbono, o que, levado para nossa região em questão, significa que no vinhedo catarinense, temos cerca de 10 a 12% a menos desse elemento na sua atmosfera.

As folhas, pela fotossíntese, extraem o carbono do ar para utilizá-lo em seu crescimento; nessa altitude, pelo carbono rarefeito, conforme a teoria acima, o ciclo vegetativo da videira se torna mais lento.

A menor pressão atmosférica, por causa da altitude, junto com uma maior proximidade do sol, provocam uma evaporação maior nas folhas, que, ao eliminar mais água que em altitudes menores, concentram os nutrientes que a videira suga do solo e formam uma seiva rica de alimentação que beneficiará os frutos.

Além disso a proximidade do sol propicia uma atividade acentuada da videira ao longo do dia e um descanso total no frio da noite, favorecendo a concentração dos nutrientes.

A trajetória da vitivinicultura na Serra Catarinense iniciou quando a Epagri, empresa de pesquisa agropecuária do Estado, incentivou a implantação de vinhedos de uvas finas quando constatou a adaptação destas cultivares na Região, iniciando, no ano de 1999, em São Joaquim, o primeiro empreendimento vitivinícola comercial de vinhos finos em Santa Catarina. No ano de 2000, outros empreendimentos iniciaram seus projetos e se sucederam até no decorrer da criação da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude – Acavitis.

Os vinhos de Altitude , abrange três regiões produtoras: São Joaquim, Caçador e Campos Novos, sendo que os vinhedos estão instalados acima de 900 metros de altitude, com solos pedregosos e de excelente drenagem. O clima temperado seco, com invernos rigorosos e temperatura média anual de 13º C, propicia as condições ambientais necessárias para a produção de vinhos de qualidade diferenciada.

Para não ficar duvidas os vinhos feitos a uma alta altitude  proporciona condições específicas de clima que atuam de forma peculiar e podem contribuir positivamente no potencial da viticultura. Fatores como o solo, índice de raios solares e baixa temperatura são determinantes para acentuar o sabor das uvas vitiviníferas, agregando assim maior valor ao produto. A amplitude térmica nestas condições propicia atividades de vegetação e frutificação mais lentas, o que implica em período mais longo de maturação da uva, com aumento da concentração dos polifenóis, enriquecendo os aromas dos vinhos.

Espero ter esclarecido de uma forma bem simples , o que que significa, este que vem fazendo sucesso por todo o Brasil os Vinhos de Altitude e que sem duvida ainda  tem muito a mostrar nas qualidades de seus vinhos , famosos pela sua forma de pensar fazendo vinhos em pequenas quantidades mais de alta qualidade, na verdade vinhos feitos com muito amor.

Para que você possa escolher os vinhos de Altitude com mais facilidade irei indicar as principais vinícolas.

Vinicolas: Quinta Santa Maria, Pericó, Sanjo, Suzin, Villa Francioni, Villaggio Grando, Villaggio Bassetti, Quinta das Neves, Santa Algusta, Santo Emilio.

Antonio Zanelato – enólogo e sommelier  – SENAC / LAGES

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Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/2015/04/10/vinhos-de-altitude-de-santa-catarina/

Fortalecer o cultivo de uvas e a produção de vinho em SC é tema de encontro em São Joaquim

Para fortalecer a vitivinicultura em Santa Catarina e tratar de temas que interessam ao setor, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural (Cederural) reunirá os membros da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Uva e do Vinho em São Joaquim nesta sexta-feira, 21. O encontro contará com a presença do secretário de Estado da Agricultura e da Pesca e presidente do Cederural, Airton Spies, e será às 13h30 na sede da Secretaria de Desenvolvimento Regional de São Joaquim.

Na pauta da reunião consta a apresentação do grupo gestor do Projeto de Modernização da Vitivinicultura (Modervits), ação que visa melhorar o padrão de qualidade da uva e das tecnologias utilizadas na produção de sucos e vinhos em Santa Catarina. O Modervits será executado pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O Programa é destinado aos três estados do Sul e em Santa Catarina os municípios  beneficiados serão: Pinheiro Preto, Videira, Iomerê e Rio das Antas.

Santa Catarina é o quinto maior produtor nacional de uva, com uma produção de aproximadamente 53 mil toneladas em 2013. A maior parte da área plantada no estado concentra-se no Alto Vale do Rio do Peixe, com destaque para os municípios de Videira e Tangará, mas a maior produção de vinhos está no município de Pinheiro Preto. A produção de vinhos em Santa Catarina se concentra em vinhos comuns, porém de 2009 a 2013 houve um crescimento de 57% na produção de vinhos finos, principalmente nas regiões de altitude. No mesmo período a produção estadual de suco de uva também aumentou 89%.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/ (48) 8843-4996
http://www.agricultura.sc.gov.br

 

Governo de Santa Catarina apoia pesquisa para produção de vinho licoroso no Estado

Um novo processo para produção de vinho licoroso foi desenvolvido pela Vinícola Panceri, com sede em Tangará, em parceria com a EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). O projeto foi executado de 2010 até o fim de 2012 e recebeu financiamento da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina).

O objetivo do projeto era desenvolver tecnologia para desidratação de uvas a frio, em ambiente controlado, criando condições semelhantes ao processo natural que ocorre em regiões de nevasca. Existem outros métodos de produção de vinhos licorosos, e esse processo foi patenteado pela equipe.

A EPAGRI participou do projeto nas etapas científicas, com análises fisico-químicas, avaliação da qualidade dos produtos no desenvolvimento do relatório final.

A diferença entre o vinho licoroso e um vinho fino “normal” ou tradicional é seu teor alcoólico superior a 14%. O vinho fino possui teor alcoólico entre 8 e 14%. “Para que o vinho licoroso alcance teor alcoólico superior a 14% vol., as uvas passaram por um processo de desidratação, o que causa a perda de água e concentração dos açúcares da uva, assim, havendo maiores teores alcoólicos durante a fermentação”, diz Carolina Panceri, filha dos donos da vinícola e tecnóloga em viticultura e enologia. O vinho licoroso deve ser consumido como aperitivo ou sobremesa, em pequenas doses.

Ainda serão realizados testes para adequação do produto ao mercado consumidor, e a avaliação do período de guarda está em andamento para que o produto tenha o prazo adequado de consumo. Também estão sendo desenvolvidos estudos de design e marketing para inserção do vinho licoroso no mercado, já que se trata de um produto inédito.

Segundo Vinicius Caliari, pesquisador e gerente de pesquisas da EPAGRI Estação Experimental de Videira, “este projeto foi importante para o desenvolvimento do setor vinícola do nosso estado, que irá trazer divisas econômicas para SC e ainda fortalece o enoturismo e divulga o estado como local de inovação tecnológica”.

Fonte: Jéssica Trombini – FAPESC / Portal da Ilha

Villaggio Grando lança o projeto “ Tenha o seu vinho”

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Vinícola catarinense abre espaço para os apaixonados por vinho, elaborarem a própria bebida, incluindo as uvas preferidas e rótulos personalizados.

O projeto “Tenha o seu vinho”, possibilita a personalização da bebida, tanto para enófilos, associações e até confrarias. Os interessados acertam os detalhes com o enólogo da vinícola, recebem dicas e sugestões caso precisem. Eles tem a liberdade de optar pelas uvas que gostariam de ter no vinho, podendo ser um corte/assemblage ou um varietal e também escolher o tempo de estágio em barricas. O primeiro vinho produzido através do projeto foi para a Fiesc. Ao todo, foram 600 garrafas de vinho personalizadas, com rótulo próprio, o “Frutto del Lavoro”, semelhante ao tinto Innominabile, um corte de sete uvas, com seis meses de descanso em barricas de carvalho francês. Predominaram as uvas as Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Vedot e Cabernet Franc.

Recentemente, a Villaggio Grando também elaborou vinhos personalizados para ADVB/SC, presenteado na posse da nova diretoria. “Nossa ideia é proporcionar aos apaixonados por vinho, a possibilidade de elaborar a própria bebida, conhecendo de perto todo o processo de produção, elaboração e apresentação do produto”, afirma Guilherme Grando, diretor comercial da Villaggio Grando.

A Villaggio Grando é uma das maiores vinícolas de Santa Catarina. Produz cerca de 300 mil garrafas de vinho e espumantes por ano. Localizada em Água Doce, meio oeste catarinense, também coleciona vários premios importantes, como o TOP TEN da Expovinis, com o melhor espumante Rosé Brut em 2013 e Chardonnay em 2009. Além disso, no ano passado o vinho tinto da VG produzido na região de Mendoza, foi eleito o melhor Malbec da Argentina.

O Terroir

O Terroir está localizado na região de Herciliópolis, nos campos de altitude de Santa Catarina em um planalto de características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de vinhedos que resultam em uvas de características únicas.

Os locais para implantação são escolhidos a partir de inúmeras pesquisas que englobam: ventos, localização, solo, altitude, umidade e, principalmente, adaptação e qualidade da planta e da uva. Com o inverno rigoroso e o clima bem definido para cada estação, é possível uma maturação lenta dos cachos proporcionando colheitas mais tardias, finalizando-as apenas no mês de Maio, para todos os vinhos; com exceção do nosso colheita tardia, colhido em junho após as primeiras geadas o que resulta em vinhos bem estruturados e de vida longa, incluindo os brancos, que podem passar de 6 anos de garrafa, além da produção de álcool natural, fato que ocorre apenas em regiões propícias ao cultivo como esta.
No mais rigoroso inverno brasileiro, as geadas são frequentes e é comum a temperatura atingir -10ºC. Durante o verão a temperatura chega a variar de 30º à tarde para 12º à noite. A amplitude térmica é própria dos locais de clima temperado absoluto.

A região tem precipitação média anual de 1.433mm, com médias mínimas entre março e abril (67mm) e máximas entre setembro e outubro (182mm). A insolação anual varia entre 2.045 e 2.523 horas, os períodos mais prolongados vão de novembro (269h) a janeiro (283h) até março (255h). A umidade relativa do ar média é de 77,3% e a temperatura média é de 14,6º anuais. A média de máximas é 28,6ºC e de mínimas é 3,2ºC (temperaturas absolutas mensais).

A propriedade vive uma incessante construção visando caprichos que vêm estabelecer uma perfeita harmonia entre a natureza e a busca humana pela beleza.

Contato:

Os interessados podem entrar em contato com a vinícola, através do e-mail:comercial@villaggiogrando.com.br, ou pelo telefone, 55 49 3563 1188.

Fonte: Assessoria de Imprensa