Confira! Revista Viagem aponta 3 vinícolas de Santa Catarina entre as mais belas da América do Sul

http://viajeaqui.abril.com.br/materias/as-mais-belas-vinicolas-da-america-do-sul#31

30. Monte Agudo (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

Criada a partir da paixão de dois amigos (Leônidas Ferraz e Alceu Muller) pelo vinho, a Monte Agudo oferece programação diferenciada, que varia conforme a época e o tempo. Aqui, dá pra provar rótulos no pôr do sol ou durante um piquenique. Prove do espumante Sinfonia Rosé Brut produzido com uvas Cabernet Sauvignon e Merlot.

31. Villa Francioni (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

A arquitetura da propriedade faz com que o visitante se sinta na Europa. As visitas guiadas mostram profissionais bem preparados, que explicam detalhadamente cada processo da casa, que inclui móveis adquiridos em diversos países. Os vinhos são extremamente saborosos: vale levar uma garrafa pra casa.

32. Villaggio Bassetti (São Joaquim, Santa Catarina, Brasil)

A receptividade é o forte dessa vinícola, marcada por vinhos bem produzidos. São dois hectares para uvas Merlot e dois de Cabernet Sauvignon, com resultado final bem satisfatório. A degustação acompanha refeições, com boas harmonizações que incluem Rosé com queijo colonial ou Sauvignon Blanc com truta, por exemplo. A sensação que os anfitriões deixam no visitante é o de pertencer ao lugar e às belas paisagens no entorno.

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Dica Cultural: Vinho Juarez Machado, da Villa Francioni, em Joinville/SC

 

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Para quem é da região de Joinville/SC, segue uma dica para os amantes da cultura e dos vinhos.

Recentemente foi inaugurado na cidade o Instituto Juarez Machado, entidade privada sem fins lucrativos cujo objetivo é estudar e catalogar a vida e a obra do artista mais famoso da cidade. Juarez possui um acervo extenso, com uma série de lindas gravuras dedicadas aos grandes Châteaux franceses.

Mais informações em: https://pt-br.facebook.com/institutointernacional.juarezmachado

A visita é bastante interessante, acompanhada por um guia, na casa restaurada onde Juarez e seus pais viveram na metade do século passado. Há também uma pequena loja onde se pode comprar desde lembranças à obras do artista.

Para os amantes dos vinhos, ali também é possível comprar algumas edições do vinho homônimo da Villa Francioni, safra 2007. Segundo informações do instituto, o vinho está à venda apenas no local ou na própria vinícola, em São Joaquim/SC. Preço: R$ 180 a garrafa. Eu garanti a minha.

Fica a dica.

Abraço!

 

Dicas para brindar o inverno catarinense

Enoturismo é uma das opções para quem quer subir a Serra neste inverno

Os cientistas confirmam que o consumo moderado de vinho é bom para a saúde. Na França, uma lei coloca a bebida como patrimônio cultural e gastronômico do país. Mas não é preciso viajar para tão longe para degustar produtos de altíssima qualidade. Em Santa Catarina é possível conhecer uma grande variedade de uvas e vinícolas com produtos premiados. A experiência enogastronômica se completa em cenários que mais parecem de filmes.

Se o seu roteiro de viagem de inverno não inclui um passeio pelo interior do Estado, ainda dá tempo de se organizar para conhecer a rota dos vinhos. As  vinícolas oferecem deliciosas opções, além dos tradicionais programas de visitação, entre elas: degustação de vinhos nas cavas, piqueniques, almoço ao ar livre com cardápios regionais e até mesmo a sabragem, a famosa técnica de abrir a garrafa de espumante com um sabre. Escolha o roteiro e faça o agendamento prévio para garantir a sua vaga.

Conheça algumas opções:

Jantar harmonizado

A vinícola Monte Agudo, em São Joaquim, oferece almoços e jantares harmonizados todos os finais de semana. Para isso, basta fazer a reserva e não é necessário ter um grupo fechado. O menu, renovado mensalmente, oferece duas opções de entrada, dois pratos principais e duas sobremesas. O cliente escolhe uma opção de cada e, é claro, o grande acompanhamento da noite é o vinho produzido pela Monte Agudo. “Tentamos valorizar sempre a comida serrana ou campeira acompanhadas do toque da nossa chef”, afirma a sommelier e dona da vinícola, Carolina Rojas Ferraz. Pensando na tendência  bed and breakfast (do inglês, cama e café da manhã), muito comum na Europa, a vinícola está em fase final de construção de uma casa em que oferecerá quartos para alugar aos clientes que desejarem pernoitar perto do parreiral.

Passeio pela história

A vinícola Panceri, localizada em Tangará, no Meio Oeste, recebe visitantes durante todo o ano. O passeio consiste em uma visita guiada pela estrutura da vinícola, bem como a degustação dos produtos e o ingresso para o museu da Vitivinicultura Catarinense, que fica a 200 metros da vinícola e conta os cem anos de história da atividade no Estado. A visitação acontece de segunda a sábado, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h. Aos domingos, feriados e nos demais horários, é necessário agendamento prévio.

Qualidade da altitude

O principal diferencial dos vinhos de altitude é o tempo de amadurecimento da uva, que por causa das características do solo e clima tornam a frutificação mais lenta, o que implica em um período mais longo de maturação do fruto, com aumento da concentração dos polifenóis, que enriquecem o aroma dos vinhos. Em Santa Catarina, a produção de vinhos de altitude é relativamente nova, mas é considerada de boa qualidade pelos especialistas. São vinícolas recentes, com pouco mais de dez anos, que produzem excelentes bebidas e oferecem infraestrutura adequada para a produção do vinho, que exige cuidados especiais para manter seu padrão. As principais uvas produzidas são cabernet sauvignon, merlot e sauvignon blanc, além da chardonnay e viognier.

Fonte: http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/186730-destino-sc-da-dicas-para-brindar-o-inverno.html

 

Visita: vinícola Sanjo, em São Joaquim/SC

Neste verão, minha esposa e eu demos uma passada por São Joaquim e decidimos fazer uma visita a Sanjo, empresa tradicional da região que decidiu entrar no mercado vitivinícola e tem apresentado bons resultados.

A Cooperativa Agrícola de São Joaquim – SANJO – foi fundada em 1993 por um grupo de 34 fruticultores, em sua maioria imigrantes e descendentes de imigrantes japoneses, com foco na produção de maças (fruta que, com o tempo, se tornaria a vocação da região de São Joaquim). Nestas mais de 2 décadas de história, a empresa cresceu e se profissionalizou, ao ponto de se tornar referência na América Latina na produção de maças e seus derivados, assim como uma referência na gestão de cooperativas. Atualmente, conta com 80 cooperados e 330 funcionários, produzindo 40 mil toneladas de maçã das variedades Fuji e Gala. E no início dos anos 2000, com a popularização de São Joaquim como região própria para a vitivinicultura, a Sanjo foi pioneira em expandir sua carteira de produtos e incorporar os vinhos finos ao portfolio.

A visita à Sanjo é completa: inicia na loja da cooperativa, com um pouco de história, passa pela produção de maças, pela área de vinificação/envaze e adega, terminando com a degustação de alguns rótulos em uma sala de degustação muito bem montada. Infelizmente, no dia em que fomos, a produção de maças estava fechada.

IMG_1561: Sanjo - processo de fermentacao IMG_1551: Sanjo - maquina de envaze de garrafasIMG_1554: Sanjo - adega IMG_1562: Sanjo - sala de degustacao

Os 27 hectares de vinhedos da Sanjo são próprios, localizados na região de Pericó, há 30 km de São Joaquim pela SC-110 a caminho de Urubici. A primeira safra foi colhida em 2005. A safra eleita como de melhor qualidade, no entanto, é indiscutivelmente a de 2012 (sempre lembrada com muito saudosismo pelos funcionários, pois rendeu à cooperativa alguns prêmios da crítica internacional). A safra de 2013 também é boa, mas “não é a mesma coisa” segundo eles.

As estruturas de vinificação da Sanjo são bastante modernas, com tanques de inox em diversas dimensões, uma linha de envaze automatizada, assim como uma adega refrigerada que mantem as barricas americanas e francesas dos rótulos mais nobres. A capacidade total da vinícola é de aproximadamente 80 mil litros por ano. Apesar de contar com uma equipe capacitada, a Sanjo também conta com a ajuda de enólogos da região de Bento Gonçalves que, a cada 15 dias, estão em São Joaquim para prestar consultoria.

Dentro da carteira de produtos, a Sanjo conta com 3 linhas:

  • Nobrese: rótulos de entrada, com uvas plantadas em vinhedos de 1.000 metros de altitude.
  • Núbio: linha intermediária, com passagem de 12 meses em barrica, e uvas plantadas a 1.100 metros de altitude.
  • Maestrale: linha top, com primeira fermentação em tanques de inox e segunda fermentação de 18 meses em barrica, e uvas plantadas em vinhedos de 1.200 metros de altitude. Dentro da linha Maestrale, há também os rótulos “Integrus”, que possuem fermentação integral em barrica.

Durante a degustação, foram servidos 6 diversos rótulos, dos quais vale a pena ressaltar:

  • Núbio Sauvignon Blanc 2013: fresco, leve, com toque de abacaxi e maracujá, porém com menos destaque do que a safra de 2012.
  • Maestrale Cabernet Sauvignon 2007: aveludado e com taninos leves, amaderado lembrando baunilha.
  • Maestrale Chardonnay 2010: o destaque da visita, levemente oleoso e amanteigado devido a passagem por barrica, com toque de banana e baunilha. Um Chardonnay muito agradável.

A Sanjo possui visita todos os dias e, com certeza, é um passeio que vale a pena para quem estiver na região.

Abraço!

João José: cores e sabores dos vinhedos de origem italiana da Abreu Garcia

Dirigindo-me à Serra numa estrada de chão batido, trilhada no passado por tropeiros, encontrei Campo Belo do Sul. A cidade ocupa posição privilegiada em altitude superior a 900 metros. Neste território, deparei-me com os vinhedos de origem italiana da Abreu Garcia.

Já nos primeiros passos dentro da propriedade, aportou em minhas mãos um delicioso líquido de Baco com cor ouro-claro, aroma de frutas tropicais como pera e melão, boa mineralidade e flores brancas que lembram o jasmim. Este cartão de visita foi o vinho varietal Chardonnay safra 2010.

Depois de participar da vindima, o momento festivo da colheita das uvas, degustei uma espumante de boa perlage, persistente, de castas não tradicionais ao mundo das borbulhas, feita com 50% Merlot e 50% Cabernet Sauvignon. No almoço, para acompanhar um risoto com ragu de cordeiro foi escolhido o bem elaborado vinho tinto 2009 de corte das uvas Cabernet Sauvignon e Merlot. De coloração rubi púrpura com aroma de frutas silvestres, taninos em boca típicos e com toques de tostado provenientes da maturação nos barris de carvalho francês e americano por 12 meses. Hummm! Esta combinação fez os presentes estenderem a confraternização até o pôr do sol num espírito familiar que contaminou a todos…

Fonte: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/inverno/noticia/2013/07/joao-jose-cores-e-sabores-dos-vinhedos-de-origem-italiana-da-abreu-garcia-4189687.html

Série de reportagens sobre Rota do Vinho é destaque no Bom Dia SC – PARTE II

Confira abaixo os links da séria de reportagens da RBS sobre as Rotas dos Vinhos em Santa Catarina.

Reportagem 1: Água Doce, terra da vinícola Villaggio Grando.

Reportagem 2: Urussanga e a uva Goethe.

Reportagem 3: São Joaquim e os vinhos de altitude.

Abraço!