Comissão de Agricultura aprova Rota Catarinense da Uva e do Vinho

A Rota prevê um roteiro pelas cinco principais regiões produtoras no estado: Sul, Serra, Meio Oeste, Oeste e Vale

A Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa aprovou, na manhã de terça-feira (20), o Projeto de Lei do deputado Padre Pedro Baldissera (PT), que prevê a criação da Rota Catarinense da Uva e do Vinho. O parlamentar comemorou mais uma etapa para aprovação da proposta, que busca valorizar não só o setor vitivinícola como impulsionar o enoturismo no Estado.

A Rota prevê um roteiro pelas cinco principais regiões produtoras no estado: Sul, Serra, Meio Oeste, Oeste e Vale. “Temos 30 municípios em Santa Catarina com produção qualificada e em quantidade, e que precisam de apoio para desenvolver todo o potencial na vitivinicultura e no enoturismo. Isso incentiva uma cadeia gigantesca, que inclui produção industrial, artesanal, geração de emprego e renda no campo e na cidade”, afirmou Padre Pedro.

A proposta segue agora para análise na Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa.

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Fonte: http://portalgc.com.br/noticia/13266/comissao-de-agricultura-aprova-rota-catarinense-da-uva-e-do-vinho

Vinícola Villaggio Grando agora com vendas de vinho on-line

Vinícola Villaggio Grando acaba de lançar o seu primeiro portal e-commerce com vendas on line de vinhos para todo o Brasil. Criado na modalidade B2B2C da empresa Flexy Negócios Digitais, o portal atende tanto às necessidades da indústria quanto às do varejo, vendendo em lotes para os revendedores e  de forma fracionada para o consumidor final.

“Criamos um site com e-commerce pois entendemos que o futuro é o cliente comprar com agilidade e confiança de onde estiver. No entanto, nossa politica de vendas sempre se deu via representantes e distribuidores, assim sendo, para não prejudica-los colocamos nossos preços ao valor médio de mercado, assim o cliente ganha uma forma a mais de comprar e pode optar por comprar ao preço semelhante em lojas fisicas ou em nossa loja virtual ”, afirma Guilherme Grando, diretor comercial da vinícola.

A empresa também que aproveitar a alta do dólar, que favorece o crescimento do mercado interno de vinhos no Brasil.

Os valores dos produtos da empresa variam de R$ 39 (espumante demi-sec de uva riesling) a R$ 99 (vinho tinto seco do tipo malbec).

A Flexy Negócios Digitais, sediada em Florianópolis, foi apresentada ao mercado em 2013 e atua na área de softwares para e-commerce voltados tanto para atacado quanto para varejo.

A Villaggio Grando, vinícola sediada no município de Água Doce, Santa Catarina, surgiu em 1998. A empresa conta com a maior área de vinhedos do estado, com 50 hectares.

Fonte: Assessoria de Imprensa

“The Times”, de Londres, visita Vinícola Monte Agudo em São Joaquim/SC

O jornalista inglês Graeme Green do “The Times”, de Londres, está em São Joaquim para conhecer e escrever sobre os vinhos finos de altitude produzidos em Santa Catarina. A empresária Marta Dalla Chiesa, da Ecojourneys Brazil, acompanha o jornalista já esteve conhecendo algumas vinícolas da Serra Gaúcha.

No sábado os dois almoçaram na Monte Agudo. No cardápio entre harmonização de vinhos, estão pratos típicos da região, como o entrevero, elaborado pela chef da casa Kathia Rojas Yunis. O mais interessante é que nossas vinícolas começam a ser incluídas pelas operadoras, nos roteiros de enoturismo da América, um grande passo para o crescimento turístico da região.

Fonte: Vinícola Monte Agudo

Geada queima uvas e afeta produção de chardonnay e pinot noir em SC

Variedades tiveram de 10% a 20% da produção perdida, afirma associação.
Produtores chegaram a fazer fogueira para amenizar prejuízos na Serra.

Com o frio e a geada do último fim de semana, uvas que estavam brotando na Serra catarinense queimaram. Segundo a Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis), as espécies chardonnay e pinot noir tiveram entre 10% e 20% da produção perdida. A região produz, por ano, 1 tonelada de uvas, informou a associação.

“Ainda é cedo para falar em valores perdidos. A uva ainda terá uma nova brotação, mas é muito difícil resistir a -4ºC”, disse o presidente da Acavitis, Acari Amorim, proprietário da Quinta da Neve, em São Joaquim. Alguns produtores chegaram a fazer fogueiras para evitar as perdas.

As uvas chardonnay e pinot noir são as primeiras a brotar na Serra, por isso ficam mais suscetíveis ao frio. Conforme o engenheiro agrônomo João Carlos Palmas Júnior, as baixas temperaturas são essenciais para a parreira enquanto ela ainda não tem frutos. Já com as uvas, elas suportam no máximo 10ºC.

“Enquanto ela está em dormência, é fundamental o frio para ter uma brotação uniforme. Quanto mais frio, melhor será a safra. Neste período, no entanto, a uva não resiste”, diz Júnior. Ele ainda explica que as próximas uvas deveriam nascer em 20 dias, quando efetivamente será avaliado o estrago na produção.

Amorim esclarece que as demais uvas plantadas – merlot, sangiovese, cabernet sauvignon, sauvignon blanc, entre outras – não foram afetadas pelo frio, porque ainda não haviam nascido. “Essas duas uvas [chardonnay e pinot noir] sempre sofrem com o frio mais intenso no final do inverno, são uvas difíceis de plantar. Nossa região é reconhecida e premiada pela Sauvignon Blanc, que é na qual mais investimos, é resistente”, completa Amorim.

Outras plantações também foram afetadas
Na agro e vinícola Suzin os prejuízos foram registrados também em outras colheitas. Segundo o sócio e gerente da empresa, Jéferson Luiz Suzin, cerca de 20 hectares de batata  foram danificadas somente em Ponta Alta.

“Elas estavam nascendo e foram perdidas, mas ainda vai ocorrer um replantio. Não é normal isso acontecer no final da temporada, as batatas não resistem a temperaturas abaixo de zero grau”, conta Jéferson. Neste ano, a previsão dele é plantar 100 hectares do tubérculo.

Em outra fazenda da empresa, em São Joaquim, 50% da produção de pêra, cerca de 1 hectar, também foram destruídas pelo frio. Nas uvas, 5% da produção de Pinot Noir sofreu com a geada.

 

Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/09/geada-queima-uvas-e-afeta-producao-de-chardonnay-e-pinot-noir-em-sc.html

Enoturismo brasileiro é tema de seminário na Expo Milão

Esta será a segunda apresentação do Ministério do Turismo no evento. O objetivo é atrair investidores para projetos em diversos segmentos do mercado de viagens no país

O Ministério do Turismo promove nesta quinta-feira (10), no Pavilhão do Brasil na Expo Milão, na Itália, um seminário sobre Enoturismo, segmento voltado para visitas a vinícolas e degustação de vinhos. A iniciativa é parte da estratégia do governo brasileiro de aproveitar este evento de grande repercussão no mercado mundial de viagens para apresentar produtos e atrair oportunidades de negócios no turismo brasileiro junto a investidores internacionais.

O segmento cresce a cada ano. Segundo a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), o número de turistas na região do Rio Grande do Sul cresceu 4% de 2013 para 2014 – o que significa 294.966 turistas ao longo do ano. Outras regiões do país despontam nesse segmento, como a Rota do Vinho do Vale do São Francisco, que inclui cidades pernambucanas, como Petrolina e Lagoa Grande; além de baianas, como Curaçá e Juazeiro.

No sul de Minas Gerais o destaque é Caldas e Andradas e na região serrana de Santa Catarina, Lages e São Joaquim; além de cidades do Vale do Peixe e do Vale das Uvas. Recentemente o Espírito Santo, o Paraná e o interior de São Paulo ganharam espaço na produção de vinhos e na proximidade com o turismo.

Brasil na Expo Milão

O seminário de Enoturismo é o segundo realizado pelo Ministério da Expo Milão. Na manhã  de terça-feira, 8, o coordenador-geral do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos do MTur (DFPIT), Rodrigo Marques, abriu as apresentações sobre ambiente legal e oportunidades de investimento no setor de hotelaria.

O Rio Grande do Norte e Jijoca de Jericoacoara, no Ceará, destinos tradicionais no segmento de sol e praia e na atração de turistas internacionais, foram destaques no seminário sobre hotelaria que reuniu 40 participantes. Além do presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, e do cônsul-geral do Brasil em Milão, embaixador Paulo Cordeiro, estiveram presentes os secretários de Turismo de São Paulo, Roberto de Lucena, e de Jericoacoara, José Bezerra.

Os seminários, coordenados pelo DFPIT, são uma oportunidade também para promover reuniões de relacionamento entre empresários brasileiros e potenciais investidores de vários países. Para os dois seminários foram convidados grupos da Itália e demais países europeus, dos Estados Unidos e da China.

A Expo Milão termina em outubro, sendo que a semana de 7 até 13 de setembro é dedicada ao Brasil. O país está representado em um pavilhão de 4 mil metros quadrados, que abriga exibições, atividades culturais e gastronômicas, seminários, eventos de negócios e de relacionamento.

Fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/154239/brasil/2015/09/10/enoturismo-brasileiro-e-tema-de-seminario-na-expo-milo.html

Aniversário do Museu do Vinho será comemorado com diversas atividades

Setembro é o mês de aniversário do Museu do Vinho e da Casa Canônica. Em 2015, eles completam 30 e 84 anos respectivamente. Para comemorar a data, a Prefeitura de Videira, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura e do Museu do Vinho Mário de Pellegrin, prepara uma série de atividades.

No dia 19 de setembro, acontece a abertura da exposição temporária Pioneiros da Uva e do Vinho, seguido por uma homenagem a 16 famílias pioneiras de Videira. O evento acontece às 15h30, no Salão Paroquial. A organização do evento é da Associação dos Amigos do Museu do Vinho Mário de Pellegrin.

Segundo a coordenadora do museu, Caroline Martello, fazem parte da exposição 19 painéis, que narram desde a chegada dos colonizadores, o desbravamento da mata, as dificuldades enfrentadas e a relação das famílias com a viticultura em Videira. Na ocasião também será entregue uma lembrança aos homenageados e suas famílias pelos trabalhos prestados a vitivinicultura videirenses.

A exposição ficará aberta até o dia 30 de novembro, no porão do Museu do Vinho. O horário de visitação é de terça a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h. Aos sábados e domingos das 13h às 17h30.

Sesc Móvel

Para as comemorações de aniversário do Museu de Vinho também estará em Videira o Sesc Móvel, entre os dias 15 e 20 de setembro, com atrações diversificadas de cultura e entretenimento para toda a família videirense.

De acordo com o secretário municipal de Turismo e Cultura – Clemir Schmitt, o Sesc Móvel é composto por um caminhão que se transforma em palco ou cinema, dependendo da atividade que será realizada. Ele estará estacionado em frente ao Museu de Vinho e oferecerá atividade para crianças, como brincadeiras e jogos educativos; palestras sobre saúde e mateada para os idosos; cinema e apresentações musicais para os jovens. A entrada é gratuita.

Fonte: http://www.diariocacadorense.com.br/cultura/14260-aniversario-do-museu-do-vinho-sera-comemorado-com-diversas-atividades

Italianos querem produzir vinho Barolo em SC

Empresários italianos que estiveram em Água Doce declararam-se impressionados com a qualidade dos vinhos da Vinícola Villagio Grando e todo o complexo turístico ali instalado. Depois de examinarem solo, clima e outras condições anunciaram estudos visando parceria para produção da famosa uva Barolo em Santa Catarina. A primeira proposta partiu da Vinícola Giacomo Fenocchio, em Alba, a 150 km de Gênova. O proprietário Maurício Grando almeja produzir vinhos com variedades de uvas italianas nos mesmos moldes em que produziu o premiado vinho malbec da Villagio em parceria com vinícolas argentinas.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2015/09/09/italianos-querem-produzir-vinho-barolo-em-sc/?topo=67,2,18,,,77