Bodega argentina Luigi Bosca está a procura de terras na região de São Joaquim/SC

Este final de semana estive em São Joaquim, e ali uma fonte bastante confiável me comentou que a Bodega argentina Luigi Bosca, produtora também da linha Finca La Linda, está procurando terras para adquirir na região. É um sinal claro de que o terroir catarinense está consolidando seu destaque internacional.

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Produção de espumantes virou atividade principal nas maiores vinícolas de SC

A produção de espumantes virou atividade principal nas maiores vinícolas de Santa Catarina. Cada vez mais popular entre os brasileiros, a bebida tem deixado de ser associada às festas de final de ano para aparecer no carrinho de compras dos consumidores, independentemente da comemoração. Resultado disso é que, em 2013, as vinícolas Pericó e Santa Augusta, as duas que mais produzem espumantes no Estado segundo a Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos (Acavits), devem fechar o ano com um volume de 400 mil garrafas no mercado.

O diretor técnico da Acavits, Saul Bianco, brinca que o espumante é a nova cerveja do brasileiro para o final do ano. A proprietária da vinícola Santa Augusta, Taline de Nardi, confirma a opinião. Ela acredita que, por viver em um país tropical, com diversidade de frutas cítricas e adocicadas, o brasileiro está acostumado com os sabores dos espumantes. A temperatura gelada, propícia para o clima do Brasil, ajudou a bebida a cair no gosto do consumidor.

Em SC, a condição climática e geográfica dos vinhos de altitude acabaram por diferenciar a produção das demais regiões, em especial a do Rio Grande do Sul. As características influenciaram para que a Villaggio Grando recebesse, neste ano, o prêmio de melhor espumante nacional no Top Ten da ExpoVinis, considerada a maior feira de vinhos da América Latina. Guilherme Grando, diretor comercial da vinícola de Água Doce, conta que a safra de 2012 do Brut Rosé, premiado no evento, está esgotada, e que a deste ano deve ser totalmente vendida até abril de 2014. A modalidade Brut, de espumantes secos, é a mais vendida pela vinícola.

— Ainda se consome muito espumante Doux e Demi-Sec no país, que são os mais doces, mas em qualquer lugar do mundo a tendência é o consumidor refinar o paladar e optar pelos mais secos.

Cerveja perdendo espaço

A Vinícola Pericó, em São Joaquim, é considerada uma das mais mecanizadas do país, segundo a Acavits. Ao contrário de outras vinícolas de SC, que mudaram a estratégica e começam, agora, a apostar na produção de espumantes como carro-chefe, a vinícola do empresário Wandér Weege, da Malwee Malhas, sempre focou neste tipo de vinho. Tanto é que 80% do que se produz na vinícola é espumante.

Weege revela que a intenção é aumentar em 35% a produção no ano que vem, para 230 mil garrafas de espumantes. Parte deste aumento foi causado pela mudança de hábito dos brasileiros. Jonas Tavares, da área comercial da empresa, conta que a bebida é muito versátil e refrescante, o que fez com que os jovens, antes adeptos à cerveja, aumentassem o consumo de espumantes.

Menos sentir, mais investir

A ambição da Vinícola Santa Augusta, de Videira, combina com a jovialidade do negócio. Há dois anos com foco nos espumantes, Taline de Nardi, proprietária da vinícola espera um aumento de 70% na produção da bebida, que chegaria a 250 mil garrafas neste ano. Ela justifica que a empresa passou da etapa de “sentir o mercado” para a de investir nele. Assim como na Pericó, 80% dos produtos vendidos na Santa Augusta são espumantes.

— Existia um certo preconceito quanto a vinhos brasileiros, mas com espumantes a aceitação é muito grande. Por termos na maioria do país um clima quente, a bebida mais gelada cai muito bem no gosto do consumidor.

Para comemorar tanta fartura e celebrar a entrada do Ano-Novo com um produto de excelência e bem gaúcho, Donna preparou um especial sobre a bebida que simboliza e traduz a magia do Réveillon. Conhecê-la em detalhe, aprender a apreciá-la e saber o que há de melhor nas prateleiras é a nossa proposta. Tim-tim!

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/donna/noticia/2013/12/producao-de-espumantes-virou-atividade-principal-nas-maiores-vinicolas-de-sc-4376017.html

Vinhos da Vinícola Hiragami, de São Joaquim/SC

Segue post bacana publicado pela blog “Contando Vinho”.

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Há duas semanas atrás, dia 04/12/13, fui convidado pelo amigo Felipe Silva, do blog BebadoVinho para provarmos junto com o Cesar da Mondovino e o Rogerio Dardeau uns vinhos da Vinícola Hiragami que o Felipe havia recebido do próprio produtor para divulgação.

A vinícola Hiragami foi fundada por Fumio Hiragami, membro de uma família de imigrantes japoneses com tradição na produção de maçãs em São Joaquim, atividade que a família realiza desde da década de 70. Em 2001 o senhor Fumio decidiu investir em outro ramo, a produção de vinhos finos. Em 2006, após 5 anos de estudos, foram implantados os primeiros vinhedos, a partir dos quais hoje são produzidos vinhos e espumantes com as castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Sauvignon Blanc.

Provamos dois vinhos da linha Torii, o Merlot e o Cabernet Sauvignon, minhas impressões sobre eles foram as seguintes:

Hiragami Torii Merlot 2012: a garrafa deste vinho estava até sem rótulo (por isso que não coloquei a foto), dando um charme a mais na degustação. Era como se estivéssemos bebendo algo inédito e exclusivo. E o vinho era bem legal, um Merlot interessante com bela cor rubi e aromas intensos e bastante agradáveis, bem frutados e com toques florais de rosas, além de um ligeiro herbáceo. Na boca era elegante, com boa acidez e taninos agradáveis. Havia também um leve amargor que não incomodava.

Hiragami Torii Cabernet Sauvignon 2008: esse era um Cabernet que estagiou 12 meses em barris de carvalho. Na taça se via um halo de evolução compatível com seus mais de 5 anos. Os aromas eram de ameixa, café e um leve vegetal. Na boca tinha médio corpo e estava macio, com taninos bem presentes e finos. A acidez já começava a faltar um pouco ressaltando um certo dulçor. Era um bom vinho, no entanto está no seu auge, não acredito que evolua mais na garrafa, deve ser bebido agora.

Tive uma boa impressão a respeito dos vinhos da Hiragami. Como não fiquei sabendo o preço deles não deu para avaliar a relação custo benefício. De qualquer forma os dois vinhos me pareceram interessantes, o Merlot principalmente. Fiquei curioso a respeito do Sauvignon Blanc que o Felipe me disse ser muito bom.

Resumo dos vinhos:

Nome: Hiragami Torii Merlot / Higami Torii Cabernet Sauvignon

Vinícola: Hiragami

Região: São Joaquim, Serra Catarinense, Brasil

Teor alcoólico: não sei

Safra: 2012 / 2008

Uva: Merlot / Cabernet Sauvignon

Preço: ambos os vinhos foram trazidos pelo Felipe Silva do blog BebadoVinho

Bebido com (data): Patrícia, Felipe, Cesar e Dardeau (04/12/2013)

Nota: 3,5 em 5 pontos (Merlot) / 3 em 5 pontos (Cabernet Sauvignon).

Fonte: http://contandovinhos.wordpress.com/tag/serra-catarinense/

Ceia de Natal pede harmonização adequada de vinhos: reportagem da RICTV indica vinhos de SC para a ceia

Reportagem bacana da RICTV entrevista a sommelier Regina Essen, de Florianópolis, que dá dicas de harmozização de vinhos catarinenses com a Ceia de Natal. Vale a pena conferir. Abraço!

http://ricmais.com.br/sc/gastronomia/videos/ceia-de-natal-pede-harmonizacao-adequada-de-vinhos/

Valor Econômico destaca o tinto Zelindo, da Suzin, como o melhor do Novo Mundo

Everson Suzin, sócio da Vinícola Suzin, encerra o ano comemorando o bom desempenho da empresa e as premiações que os vinhos produzidos pela família receberam em 2013. Na edição do Valor Econômico desta quinta-feira, 19 de dezembro, o jornalista Jorge Lucki, especialista em vinhos e coordenador do TOP TEN, apontou na categoria tinto, o Zelindo como destaque deste ano, entre os melhores do Novo Mundo. O vinho tinto é o carro-chefe da empresa e é hoje sem dúvida, um dos vinhos catarinenses mais premiados da história recente da vitivinicultura. “O Zelindo vem colecionando medalhas a cada nova safra e isso recompensa todo nosso trabalho”, afirma Suzin. Recentemente, o Anuário de Vinhos do Brasil, produzido pela editora Baco em parceria com o Ibravin, traz o vinho com 90 pontos e definitivamente coloca o rótulo entre os melhores cortes tintos do Novo Mundo. Com 70% de uva merlot e 30% cabernet sauvignon, o vinho é com certeza, destaque em todas as degustações e avaliações que participa. Em 2010, a safra 2007, ganhou a medalha Gran Ouro, no Concurso Mundial de Bruxelas, e em 2011 a safra de 2008, ficou também com a premiação máxima do concurso. Ele também foi eleito um dos 7 melhores tintos do Brasil pela Revista Guia/Adega.

Para acessar a matéria do Valor Econômico: Valor Econômico – Zelindo, Suzin.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Colunista João José participa do Colóquio do Vinho em Florianópolis e conta experiência

O Natal chegou cedo para o mundo do vinho em Santa Catarina! Como presente, sediamos o primeiro Colóquio Internacional do Vinho, Patrimônio, Turismo e Desenvolvimento do Brasil, entre os dias 3 e 5 de dezembro, para representar uma nova fronteira vitivinícola na América Latina.

O evento abordou diversos temas relacionados ao enoturismo, gastronomia, economia, cultura e terroir por grandes estudiosos de nosso país e por cátedras da Unesco, Universidade de Paris, Sorbonne e Bourgogne.

Mas cá entre nós: a possibilidade de termos um bom vinho à mesa não existe sem estudo e sem botar a mão na massa! Por isso, após as atividades teóricas do Colóquio, aconteceu uma viagem técnica de imersão nas vinícolas de altitude.

A beleza única de nossas florestas de Araucária impressionou a todos. Isso sem contar a incrível recepção com comida típica tropeira, o aromático chardonnay e o corte de cabernet sauvignon com merlot dos vinhedos do Monte Agudo. Para encantar, o aroma de frutas vermelhas frescas do rosé da Villa Francioni e a colonização de encher os olhos da nossa austríaca Treze Tílias.

As falhas do turismo local aconteceram, demonstrando fragilidade e o quanto ainda precisamos melhorar. Porém, apagando qualquer má impressão, a acolhida calorosa da Villaggio Grando demonstrou magnitude, trabalho sério, vinhos ricos em expressão e qualidade, traduzindo o verdadeiro abraço catarinense.

Fiquei orgulhoso e todos os experts amaram! Le Grand finale com a Serra do Rio do Rastro, nosso lindo cartão postal… Enfim, o raio-X do futuro enoturístico catarinense foi feito!

* Sugestão Gourmet: Pegar o caminho em direção à Serra Catarinense e cair nas graças de um apetitoso entrevero.

* Dica de Baco: o vinho tinto Vinhedos do Monte Agudo e o Innominabile lote IV da Villaggio Grando, respectivamente encontrados no Imperatriz Gourmet e na Essen Vinhos.

Fonte: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/variedades/gastronomia/noticia/2013/12/colunista-participa-do-coloquio-do-vinho-e-conta-experiencia-4366048.html