Pequeno produtor de vinho e cerveja pode aderir ao Simples Nacional

Está em análise na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, o projeto do senador Casildo Maldaner (PMDB), que permite que pequenas empresas de vinho e de cervejas artesanais possam aderir ao Simples Nacional. Pela legislação atual, por produzirem bebidas alcoólicas, essas empresas, apesar de pequenas, não podem ter acesso a este programa que reduz e simplifica bastante a forma de arrecadação de impostos.

Ele lembrou que a alta carga tributária castiga o empreendedor. Tanto é que 65% do preço total do vinho vendido no supermercado é formado por impostos e taxas.

Casildo disse que cidades catarinenses como São Joaquim, Caçador e Videira estão produzindo vinho, e que o Vale do Itajaí é um polo produtor de cerveja artesanal. Para ele, “baratear o custo da produção é incentivar a agricultura e o turismo, o que significa também trabalhar pelo desenvolvimento sustentável”.

Fonte: http://www.adjorisc.com.br/politica/pequeno-produtor-de-vinho-e-cerveja-pode-aderir-ao-simples-nacional-1.1437930#.UyUMZ_ldVi0

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O vinho da Madonna é brasileiro

    

O Villa Francioni Rosé praticamente dispensa apresentações quando dizemos que se trata do vinho escolhido pela Madonna. O requintado blend, produzido em São Joaquim (SC), já angariou diversos prêmios, entre eles o de melhor rosé do Brasil (degustação às cegas), pela Folha de São Paulo, em 2013. Leve e delicado, possui acidez vibrante, proporcionando frescor, ideal para ser consumido no verão. No Empório Adega Brasil, o blend rosé pode ser adquirido na tradicional garrafa de 750ml, R$ 69,00, e, também, no formato exclusivo de 1.750ml, R$ 164,90.

O Villa Francioni Rosé é composto de oito uvas, Cabernet Sauvignon, Cabertnet Franc, Sangiovese, Syrah, Petit Verdot, Pinot Noir, Merlot e Malbbec. O blend tem um delicado aroma de frutas e flores, lembrando romã, pêssego e rosas, destacados por um discreto tom cítrico. O vinho pode ser degustado ou harmonizado com frutos do mar e petiscos diversos. Ele é bastante equilibrado e envolvente.

Madonna

A cantora Madonna, durante sua passagem pelo Brasil, em 2009, conheceu o Villa Francioni, após sugestão do sommelier Manoel Beato, do Grupo Fasano. Segundo o profissional, a Madonna pediu a sugestão de um rosé, mas por orientação de um colega brasileiro, optou por um vinho importado. Como a cantora gostou do vinho, solicitou outra garrafa, foi quando o sommelier do local arriscou e apresentou o Villa Francioni. Já no primeiro gole, a Madonna perguntou a Beato onde poderia comprar a garrafa. A preferência da cantora causou frisson entre as celebridades. É válido ressaltar que o rosé de São Joaquim é o mais vendido no Copacabana Palace.

Curiosidade

O Villa Francioni Rosé é realmente especial, pois, um designer francês, ao provar o vinho, desenvolveu a embalagem exclusiva, longa e esquia, afirmando que, em virtude da união de diferenciais, o rosé de Santa Catarina merecia uma embalagem especial. Ele é comercializado em garrafas de 750ml e 1.750ml. A vinícola acaba de lançar o inovador formato de três litros.

Sobre o Empório Adega Brasil

Localizada na Rua Saldanha Marinho, 1487, no Batel Soho, em Curitiba, o Empório Adega Brasil surge com uma nova proposta para complementar o sucesso da Adega Brasil. Os sócios, Sabrina e Marco Senko e Alessandra e Waldomiro Fávero Neto, criaram um ambiente diferenciado, que oferece ao público curitibano bebidas diferenciadas, e produtos finos e diferenciados. O ambiente possui um lounge intimista para uma reunião de negócios ou um happy hour, assim como um espaço exclusivo para a realização de evento de até 50 pessoas, bem como estacionamento próprio com vallet gratuito. A máquina Wine Station é o destaque do espaço. O Empório Adega Brasil abre de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados, das 10h às 14h. O telefone para mais informações é (41) 3077 1020.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=28351&op=gastronomia

Vinícola Sanjo (Santa Catarina) lança Frisante Nobrese

A Vinícola Sanjo, situada em São Joaquim (SC), acaba de anunciar o lançamento do Nobrese Frisante, um vinho refrescante, de médio teor alcoólico (7% vol), ideal, segundo a empresa, para ser servido como aperitivo, acompanhando canapés e entradas.

Produzido com uvas moscato e com sabor adocicado, que inclui aromas intensos de frutas como pêssego, maçã e pera, também harmoniza com bolos, mousses e salada de frutas, devendo ser servida gelado, entre 4 e 6ºC.

Fonte: http://www.panhoteis.com.br/noticia-hotelaria-gastronomia-profisssional/alimentos-e-bebidas/vinicola-sanjo-santa-catarina-lanca-frisante-nobrese_98139.html#.UyUMkPldVi0

Enquete feita pela UOL diz que brasileiro aprova a inclusão no vinho na cesta básica

Com 87, 27% dos votos recebidos, a pesquisa feita por um dos sites com maior acesso à Internet no País, UOL, apontou que o brasileiro é a favor da inclusão do vinho na cesta básica. A medida faz parte do Projeto de Lei 5965/13 do Deputado Federal Edinho Bez (PMDB/SC), e visa fazer com que a população tenha mais acesso aos benefícios nutricionais da bebida, além dos grandes reflexos econômicos tanto para os consumidores quanto para os produtores, principalmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Vale do São Francisco, no Nordeste, onde está a maior parte da produção nacional.

“O benefício em Santa Catarina será enorme, tendo em vista a grande quantidade produzida no estado, nas mais diversas regiões. Vale ressaltar que muitos desses municípios e por que não dizer famílias, tem como principal fonte de emprego e renda a produção e comercialização do vinho. Com uma menor taxa de impostos, os produtores poderão investir mais nos negócios”, destaca Edinho Bez.

A proposta do deputado assegura uma diminuição da carga tributária de 54% para 16%, tornando-o mais competitivo para o mercado interno. A aprovação do projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, possibilita uma redução do ICMS de 25% para 7%. O intuito é aumentar o consumo equilibrado e por consequência a produtividade, investimento, trabalho e renda para o setor, além de beneficiar o consumidor, que passaria a pagar menos.

A medida se baseia no que já acontece em muitos países da Europa, EUA, Argentina e Chile, onde a bebida é classificada como alimento, e não artigo de luxo, sendo aplicada menor taxa de impostos. “A proposta vai trazer grandes melhorias para a produção, além de alavancar a concorrência do produto nacional, fortalecendo a economia brasileira”, aponta Bez.

O deputado cita, como exemplo, a Argentina que ocupa o 7º lugar ranking mundial do consumo, com 30 litros anuais por pessoa. Hoje o país tem 229 mil hectares de vinhedos e mais de 1.000 vinícolas em funcionamento e comercializa 1,3 bilhão de litros de vinho por ano, representando 5% do mercado mundial. O resultado é o faturamento que alcança 2,6 bilhões de dólares, dos quais 77% são gerados no mercado interno e 23% por exportações. Já no Brasil, conforme pesquisa divulgada pelo Instituto de Assessoria Mercadológica & Mercadométrica, o consumo de vinho é de 176 milhões de litros, ou seja, 1,26 litro por pessoa ao ano. Número que aponta que o brasileiro bebe pouco vinho.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=gastronomia&id=28335

Visita: vinícola Sanjo, em São Joaquim/SC

Neste verão, minha esposa e eu demos uma passada por São Joaquim e decidimos fazer uma visita a Sanjo, empresa tradicional da região que decidiu entrar no mercado vitivinícola e tem apresentado bons resultados.

A Cooperativa Agrícola de São Joaquim – SANJO – foi fundada em 1993 por um grupo de 34 fruticultores, em sua maioria imigrantes e descendentes de imigrantes japoneses, com foco na produção de maças (fruta que, com o tempo, se tornaria a vocação da região de São Joaquim). Nestas mais de 2 décadas de história, a empresa cresceu e se profissionalizou, ao ponto de se tornar referência na América Latina na produção de maças e seus derivados, assim como uma referência na gestão de cooperativas. Atualmente, conta com 80 cooperados e 330 funcionários, produzindo 40 mil toneladas de maçã das variedades Fuji e Gala. E no início dos anos 2000, com a popularização de São Joaquim como região própria para a vitivinicultura, a Sanjo foi pioneira em expandir sua carteira de produtos e incorporar os vinhos finos ao portfolio.

A visita à Sanjo é completa: inicia na loja da cooperativa, com um pouco de história, passa pela produção de maças, pela área de vinificação/envaze e adega, terminando com a degustação de alguns rótulos em uma sala de degustação muito bem montada. Infelizmente, no dia em que fomos, a produção de maças estava fechada.

IMG_1561: Sanjo - processo de fermentacao IMG_1551: Sanjo - maquina de envaze de garrafasIMG_1554: Sanjo - adega IMG_1562: Sanjo - sala de degustacao

Os 27 hectares de vinhedos da Sanjo são próprios, localizados na região de Pericó, há 30 km de São Joaquim pela SC-110 a caminho de Urubici. A primeira safra foi colhida em 2005. A safra eleita como de melhor qualidade, no entanto, é indiscutivelmente a de 2012 (sempre lembrada com muito saudosismo pelos funcionários, pois rendeu à cooperativa alguns prêmios da crítica internacional). A safra de 2013 também é boa, mas “não é a mesma coisa” segundo eles.

As estruturas de vinificação da Sanjo são bastante modernas, com tanques de inox em diversas dimensões, uma linha de envaze automatizada, assim como uma adega refrigerada que mantem as barricas americanas e francesas dos rótulos mais nobres. A capacidade total da vinícola é de aproximadamente 80 mil litros por ano. Apesar de contar com uma equipe capacitada, a Sanjo também conta com a ajuda de enólogos da região de Bento Gonçalves que, a cada 15 dias, estão em São Joaquim para prestar consultoria.

Dentro da carteira de produtos, a Sanjo conta com 3 linhas:

  • Nobrese: rótulos de entrada, com uvas plantadas em vinhedos de 1.000 metros de altitude.
  • Núbio: linha intermediária, com passagem de 12 meses em barrica, e uvas plantadas a 1.100 metros de altitude.
  • Maestrale: linha top, com primeira fermentação em tanques de inox e segunda fermentação de 18 meses em barrica, e uvas plantadas em vinhedos de 1.200 metros de altitude. Dentro da linha Maestrale, há também os rótulos “Integrus”, que possuem fermentação integral em barrica.

Durante a degustação, foram servidos 6 diversos rótulos, dos quais vale a pena ressaltar:

  • Núbio Sauvignon Blanc 2013: fresco, leve, com toque de abacaxi e maracujá, porém com menos destaque do que a safra de 2012.
  • Maestrale Cabernet Sauvignon 2007: aveludado e com taninos leves, amaderado lembrando baunilha.
  • Maestrale Chardonnay 2010: o destaque da visita, levemente oleoso e amanteigado devido a passagem por barrica, com toque de banana e baunilha. Um Chardonnay muito agradável.

A Sanjo possui visita todos os dias e, com certeza, é um passeio que vale a pena para quem estiver na região.

Abraço!