Juarez Machado vira nome de vinho da Villa Francioni

O artista Juarez Machado, catarinense reconhecido no país e exterior, agora dá nome a um vinho fino de altitude. Elaborado pela Villa Francioni, de São Joaquim, com quatro uvas – Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec da safra 2007 – o vinho Juarez Machado será lançado dia 26 deste mês, às 19h, na Assembleia Legislativa. Apreciador de vinho, Juarez já fez duas exposições tendo a bebida como tema, a Castelos de Vinho, em 2012, na própria Villa Francioni e, anos atrás, a Chateaaux Bordeaux, inspirada em visitas a vinícolas no interior da França, país que escolheu para morar há 30 anos.

Juarez Machado se inspirou na vinícola da Serra catarinense para criar uma série de rótulos exclusivos para o vinho que leva seu nome. Fez sete, inspirados no olfato, tato, paladar e visão. A partir das telas, foram feitas as reporduções para os rótulos que, por isso, se tornam também obras de arte. Para complementar o toque do artista, ele escreveu um poema para o contra-rótulo de cada garrafa. Com teor alcoólico de 14%, a elaboração do vinho foi liderada pelo enólogo da vinícola, Orgalindo Bettú. Na foto, o artista diante de um quadro que será um dos rótulos.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2014/03/14/juarez-machado-vira-nome-de-vinho-da-villa-francioni/?topo=67,2,18,,,77

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Pequeno produtor de vinho e cerveja pode aderir ao Simples Nacional

Está em análise na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, o projeto do senador Casildo Maldaner (PMDB), que permite que pequenas empresas de vinho e de cervejas artesanais possam aderir ao Simples Nacional. Pela legislação atual, por produzirem bebidas alcoólicas, essas empresas, apesar de pequenas, não podem ter acesso a este programa que reduz e simplifica bastante a forma de arrecadação de impostos.

Ele lembrou que a alta carga tributária castiga o empreendedor. Tanto é que 65% do preço total do vinho vendido no supermercado é formado por impostos e taxas.

Casildo disse que cidades catarinenses como São Joaquim, Caçador e Videira estão produzindo vinho, e que o Vale do Itajaí é um polo produtor de cerveja artesanal. Para ele, “baratear o custo da produção é incentivar a agricultura e o turismo, o que significa também trabalhar pelo desenvolvimento sustentável”.

Fonte: http://www.adjorisc.com.br/politica/pequeno-produtor-de-vinho-e-cerveja-pode-aderir-ao-simples-nacional-1.1437930#.UyUMZ_ldVi0

O vinho da Madonna é brasileiro

    

O Villa Francioni Rosé praticamente dispensa apresentações quando dizemos que se trata do vinho escolhido pela Madonna. O requintado blend, produzido em São Joaquim (SC), já angariou diversos prêmios, entre eles o de melhor rosé do Brasil (degustação às cegas), pela Folha de São Paulo, em 2013. Leve e delicado, possui acidez vibrante, proporcionando frescor, ideal para ser consumido no verão. No Empório Adega Brasil, o blend rosé pode ser adquirido na tradicional garrafa de 750ml, R$ 69,00, e, também, no formato exclusivo de 1.750ml, R$ 164,90.

O Villa Francioni Rosé é composto de oito uvas, Cabernet Sauvignon, Cabertnet Franc, Sangiovese, Syrah, Petit Verdot, Pinot Noir, Merlot e Malbbec. O blend tem um delicado aroma de frutas e flores, lembrando romã, pêssego e rosas, destacados por um discreto tom cítrico. O vinho pode ser degustado ou harmonizado com frutos do mar e petiscos diversos. Ele é bastante equilibrado e envolvente.

Madonna

A cantora Madonna, durante sua passagem pelo Brasil, em 2009, conheceu o Villa Francioni, após sugestão do sommelier Manoel Beato, do Grupo Fasano. Segundo o profissional, a Madonna pediu a sugestão de um rosé, mas por orientação de um colega brasileiro, optou por um vinho importado. Como a cantora gostou do vinho, solicitou outra garrafa, foi quando o sommelier do local arriscou e apresentou o Villa Francioni. Já no primeiro gole, a Madonna perguntou a Beato onde poderia comprar a garrafa. A preferência da cantora causou frisson entre as celebridades. É válido ressaltar que o rosé de São Joaquim é o mais vendido no Copacabana Palace.

Curiosidade

O Villa Francioni Rosé é realmente especial, pois, um designer francês, ao provar o vinho, desenvolveu a embalagem exclusiva, longa e esquia, afirmando que, em virtude da união de diferenciais, o rosé de Santa Catarina merecia uma embalagem especial. Ele é comercializado em garrafas de 750ml e 1.750ml. A vinícola acaba de lançar o inovador formato de três litros.

Sobre o Empório Adega Brasil

Localizada na Rua Saldanha Marinho, 1487, no Batel Soho, em Curitiba, o Empório Adega Brasil surge com uma nova proposta para complementar o sucesso da Adega Brasil. Os sócios, Sabrina e Marco Senko e Alessandra e Waldomiro Fávero Neto, criaram um ambiente diferenciado, que oferece ao público curitibano bebidas diferenciadas, e produtos finos e diferenciados. O ambiente possui um lounge intimista para uma reunião de negócios ou um happy hour, assim como um espaço exclusivo para a realização de evento de até 50 pessoas, bem como estacionamento próprio com vallet gratuito. A máquina Wine Station é o destaque do espaço. O Empório Adega Brasil abre de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados, das 10h às 14h. O telefone para mais informações é (41) 3077 1020.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=28351&op=gastronomia

Vinícola Sanjo (Santa Catarina) lança Frisante Nobrese

A Vinícola Sanjo, situada em São Joaquim (SC), acaba de anunciar o lançamento do Nobrese Frisante, um vinho refrescante, de médio teor alcoólico (7% vol), ideal, segundo a empresa, para ser servido como aperitivo, acompanhando canapés e entradas.

Produzido com uvas moscato e com sabor adocicado, que inclui aromas intensos de frutas como pêssego, maçã e pera, também harmoniza com bolos, mousses e salada de frutas, devendo ser servida gelado, entre 4 e 6ºC.

Fonte: http://www.panhoteis.com.br/noticia-hotelaria-gastronomia-profisssional/alimentos-e-bebidas/vinicola-sanjo-santa-catarina-lanca-frisante-nobrese_98139.html#.UyUMkPldVi0

Enquete feita pela UOL diz que brasileiro aprova a inclusão no vinho na cesta básica

Com 87, 27% dos votos recebidos, a pesquisa feita por um dos sites com maior acesso à Internet no País, UOL, apontou que o brasileiro é a favor da inclusão do vinho na cesta básica. A medida faz parte do Projeto de Lei 5965/13 do Deputado Federal Edinho Bez (PMDB/SC), e visa fazer com que a população tenha mais acesso aos benefícios nutricionais da bebida, além dos grandes reflexos econômicos tanto para os consumidores quanto para os produtores, principalmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Vale do São Francisco, no Nordeste, onde está a maior parte da produção nacional.

“O benefício em Santa Catarina será enorme, tendo em vista a grande quantidade produzida no estado, nas mais diversas regiões. Vale ressaltar que muitos desses municípios e por que não dizer famílias, tem como principal fonte de emprego e renda a produção e comercialização do vinho. Com uma menor taxa de impostos, os produtores poderão investir mais nos negócios”, destaca Edinho Bez.

A proposta do deputado assegura uma diminuição da carga tributária de 54% para 16%, tornando-o mais competitivo para o mercado interno. A aprovação do projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, possibilita uma redução do ICMS de 25% para 7%. O intuito é aumentar o consumo equilibrado e por consequência a produtividade, investimento, trabalho e renda para o setor, além de beneficiar o consumidor, que passaria a pagar menos.

A medida se baseia no que já acontece em muitos países da Europa, EUA, Argentina e Chile, onde a bebida é classificada como alimento, e não artigo de luxo, sendo aplicada menor taxa de impostos. “A proposta vai trazer grandes melhorias para a produção, além de alavancar a concorrência do produto nacional, fortalecendo a economia brasileira”, aponta Bez.

O deputado cita, como exemplo, a Argentina que ocupa o 7º lugar ranking mundial do consumo, com 30 litros anuais por pessoa. Hoje o país tem 229 mil hectares de vinhedos e mais de 1.000 vinícolas em funcionamento e comercializa 1,3 bilhão de litros de vinho por ano, representando 5% do mercado mundial. O resultado é o faturamento que alcança 2,6 bilhões de dólares, dos quais 77% são gerados no mercado interno e 23% por exportações. Já no Brasil, conforme pesquisa divulgada pelo Instituto de Assessoria Mercadológica & Mercadométrica, o consumo de vinho é de 176 milhões de litros, ou seja, 1,26 litro por pessoa ao ano. Número que aponta que o brasileiro bebe pouco vinho.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=gastronomia&id=28335