Villaggio Grando lança o projeto “ Tenha o seu vinho”

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Vinícola catarinense abre espaço para os apaixonados por vinho, elaborarem a própria bebida, incluindo as uvas preferidas e rótulos personalizados.

O projeto “Tenha o seu vinho”, possibilita a personalização da bebida, tanto para enófilos, associações e até confrarias. Os interessados acertam os detalhes com o enólogo da vinícola, recebem dicas e sugestões caso precisem. Eles tem a liberdade de optar pelas uvas que gostariam de ter no vinho, podendo ser um corte/assemblage ou um varietal e também escolher o tempo de estágio em barricas. O primeiro vinho produzido através do projeto foi para a Fiesc. Ao todo, foram 600 garrafas de vinho personalizadas, com rótulo próprio, o “Frutto del Lavoro”, semelhante ao tinto Innominabile, um corte de sete uvas, com seis meses de descanso em barricas de carvalho francês. Predominaram as uvas as Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Vedot e Cabernet Franc.

Recentemente, a Villaggio Grando também elaborou vinhos personalizados para ADVB/SC, presenteado na posse da nova diretoria. “Nossa ideia é proporcionar aos apaixonados por vinho, a possibilidade de elaborar a própria bebida, conhecendo de perto todo o processo de produção, elaboração e apresentação do produto”, afirma Guilherme Grando, diretor comercial da Villaggio Grando.

A Villaggio Grando é uma das maiores vinícolas de Santa Catarina. Produz cerca de 300 mil garrafas de vinho e espumantes por ano. Localizada em Água Doce, meio oeste catarinense, também coleciona vários premios importantes, como o TOP TEN da Expovinis, com o melhor espumante Rosé Brut em 2013 e Chardonnay em 2009. Além disso, no ano passado o vinho tinto da VG produzido na região de Mendoza, foi eleito o melhor Malbec da Argentina.

O Terroir

O Terroir está localizado na região de Herciliópolis, nos campos de altitude de Santa Catarina em um planalto de características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de vinhedos que resultam em uvas de características únicas.

Os locais para implantação são escolhidos a partir de inúmeras pesquisas que englobam: ventos, localização, solo, altitude, umidade e, principalmente, adaptação e qualidade da planta e da uva. Com o inverno rigoroso e o clima bem definido para cada estação, é possível uma maturação lenta dos cachos proporcionando colheitas mais tardias, finalizando-as apenas no mês de Maio, para todos os vinhos; com exceção do nosso colheita tardia, colhido em junho após as primeiras geadas o que resulta em vinhos bem estruturados e de vida longa, incluindo os brancos, que podem passar de 6 anos de garrafa, além da produção de álcool natural, fato que ocorre apenas em regiões propícias ao cultivo como esta.
No mais rigoroso inverno brasileiro, as geadas são frequentes e é comum a temperatura atingir -10ºC. Durante o verão a temperatura chega a variar de 30º à tarde para 12º à noite. A amplitude térmica é própria dos locais de clima temperado absoluto.

A região tem precipitação média anual de 1.433mm, com médias mínimas entre março e abril (67mm) e máximas entre setembro e outubro (182mm). A insolação anual varia entre 2.045 e 2.523 horas, os períodos mais prolongados vão de novembro (269h) a janeiro (283h) até março (255h). A umidade relativa do ar média é de 77,3% e a temperatura média é de 14,6º anuais. A média de máximas é 28,6ºC e de mínimas é 3,2ºC (temperaturas absolutas mensais).

A propriedade vive uma incessante construção visando caprichos que vêm estabelecer uma perfeita harmonia entre a natureza e a busca humana pela beleza.

Contato:

Os interessados podem entrar em contato com a vinícola, através do e-mail:comercial@villaggiogrando.com.br, ou pelo telefone, 55 49 3563 1188.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Serra catarinense: Natureza dá espetáculo em Bom Jesus da Serra

Região atrai turismo de contemplação, com seus cânions, cachoeiras e a Serra do Rio do Rastro, além da proximidade com o enoturismo de São Joaquim e arredores

Tanto para quem deseja relaxar em um ofurô com uma taça de vinho ou se aventurar por paisagens deslumbrantes, a Serra Catarinense é um excelente destino de inverno. O turismo de contemplação tem seu exemplo mais genuíno no município de Bom Jardim da Serra – um dos quatro que a Serra abrange, junto com Lages, São Joaquim e Urubici. Seus cânions e a Serra do Rio do Rastro compõem um cenário de rara beleza.

“A paisagem peculiar da serra e dos cânions, o aconchego de cidade com ares de interior em que se consegue desligar e relaxar da vida urbana, a gastronomia típica e o friozinho tornam Bom Jardim da Serra encantadora”, define Meriê Oliveira Ternes Lemos, diretora da agência local Tribo da Serra Ecoturismo.

Para se chegar a esse “presente da natureza” é possível desembarcar no aeroporto de Florianópolis, que fica a cerca de 230 km, ou no de Criciúma, a pouco mais de 70 km de estrada. São caminhos que podem ser feitos de carro, ônibus de linha ou transfers oferecidos por receptivos locais.

Pacata, Bom Jardim da Serra tem pouco mais de 4 mil habitantes. Localizada no topo da Serra do Rio do Rastro, ganhou o título de “Capital das Águas” por conta das várias nascentes que abriga, como a do rio Pelotas – são 14 rios, mais de 30 cachoeiras e cascatas em seu entorno. “No verão, com a temperatura em torno de 27 graus durante o dia, esses são os principais atrativos”, comenta Meriê.

Já no inverno, quando a cidade tem sua alta temporada, os cânions e a serra são o foco dos turistas, que muitas vezes ficam cobertas de branco por conta das geadas e da neve. “Como temos um inverno seco, a melhor visualização dos cânions é nessa época, embora muitos pensem o contrário”, afirma Meriê.

Comida caseira

Segundo a diretora, o turismo na região ganhou força nos últimos cinco anos, com a valorização do ecoturismo.

A cidade ainda tem muito a desenvolver nesse setor, mas oferece hospedagens confortáveis e excelente gastronomia. Entre as opções está um ecoresort, hotéis e pousadas. Os mais badalados são o Rio do Rastro Eco Resort e o Hotel Fazenda Rota dos Cânions. O primeiro, no topo da Serra, está entre os considerados “Roteiros de Charme” e oferece a opção de se ficar em chalé com vista para um lago. “A maioria oferece meia pensão ou pensão completa e, por conta do frio, lareiras no quarto ou na área social, calefação ou aquecedores”, explica Meriê.

A gastronomia até hoje é bem caseira e pode ser saboreada nas churrascarias, que servem também pratos a base de pinhão; nas pousadas ou no restaurante Carvalho, especializado em trutas – peixe típico da região.

Passeie pelos Cânions do Funil e da Ronda

Como o próprio nome diz, o Cânion do Funil tem uma formação rochosa que vai se estreitando, lembrando mesmo o formato do objeto. De acordo com a diretora, chegar até ele é bem mais tranquilo, já que o percurso é quase todo feito em veículo com tração nas quatro rodas, com uma breve caminhada ao final, de pouco mais de 20 minutos. É quando se pode avistar animais típicos da região, como veados, graxains e algumas espécies de pássaros. “Para quem gosta de cavalgadas, que são oferecidas pelos hotéis, esse passeio pode ser feito a cavalo, sempre acompanhado por um guia”, comenta Meriê.

O mais tranquilo de se chegar é o Cânion da Ronda, mas sua vista em nada perde para as dos demais. O caminho é feito totalmente de carro, por isso é o mais indicado para idosos e famílias com crianças pequenas.

A adrenalina está somente nos derrapes e tombos do veículo. Segundo Meriê, da sua borda se consegue admirar até mesmo o litoral sul. “As pessoas sempre relatam que não imaginavam que a vista dos cânions fosse tão fascinante. São paisagens indescritíveis”, diz a diretora.

Os passeios custam de R$ 50 a R$ 150 por pessoa, a depender do cânion.

Cânions são cenários de cartão postal

Sensação de liberdade e de surpresa estão entre os sentimentos dos turistas que chegam à borda do Cânion das Laranjeiras, no Parque Nacional de São Joaquim. O percurso até ele é feito de veículo com tração 4×4 até determinado ponto, de onde se segue a pé em uma trilha por cerca de 1h30. Como há muita lama escura, as agências oferecem bota apropriada e cajado para ajudar o turista a superar os obstáculos do caminho.

Com profundidade que varia de 300 a 500 metros e cerca de 1.500 metros de altitude, o Cânion das Laranjeiras ganhou este nome nos tempos dos tropeiros, que subiam com sacos cheios de laranjas. De sua borda pode-se avistar, em dias claros, vales, montanhas e até mesmo o mar.

E para deixar a experiência ainda mais surpreendente, ao chegar ao topo, a pessoa pode curtir um piquenique com direito a toalha xadrez, bolachinhas caseiras e maçãs, organizado pelo guia.

Majestosa e imponente, serra encanta visitantes

A 1.500 metros de altitude e a apenas 50 km do mar, a Serra do Rio do Rastro oferece 35 km de pura beleza.

Percorrer os 12 km sinuosos da estrada de concreto, com um paredão de um lado e somente abismo do outro, durante o dia, parando em seus mirantes, é um passeio imperdível.

Em dias de céu claro, seu topo descortina cadeias de montanhas, vales, várias cidades e até mesmo o Farol de Santa Marta, em Laguna.

No mirante há o Café Mensageiro da Montanha, onde se pode saborear um chá ou chocolate quente admirando a paisagem.

Segundo Meriê, vale subir a serra também à noite, já que todo o percurso é iluminado e permite uma visão singular do local. “Ainda levamos um espumante para fazermos um brinde”. Surpresa revelada.

 

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/lazerecultura/NOT,0,0,961444,Serra+catarinense+Natureza+da+espetaculo+em+Bom+Jesus+da+Serra.aspx

VINHO “COMENDADOR”, DA VILLA FRANCIONI, BATE RECORDES DE VENDAS E TEM LOTE ESGOTADO

Foi impressionante o recorde de vendas ostentado pelo Vinho Comendador na Casa do Vinho em São Joaquim, nunca nenhum vinho em toda a história da Casa do Vinho teve uma ascensão tão meteórica como foi a aceitação do lote I do Comendador.

Vinificado pela Villa Francioni sob a maestria dos enólogos Orgalindo Bettú e Ney Rassera o vinho recebeu este nome em homenagem ao maior fornecedor dos Vinhos da Villa Francioni em todo o Brasil, o Comendador Vilson Borges, CEO da Casa do Vinho em São Joaquim.

Sendo um vinho raro produzido com as uvas Malbec, Cabernet Franc e Cabernet sauvignon o vinho traz um status de boutique e se tornou competitivo quanto os demais vinhos agradando notavelmente o paladar dos mais assíduos degustadores e compradores desta iguaria.

Foi um dos vinhos mais esperados de 2014. Apenas 1363 garrafas foram produzidas e em apenas um mês seu primeiro lote já estava esgotado. Encontrar e obter uma garrafa hoje no mercado será uma grande raridade que talvez poucos ou nenhum terão a honra de desfrutar.

Porém a Casa do Vinho já prepara uma nova remessa do Comendador que poderá chegar ao mercado já no início de 2015 trazendo o mesmo sabor aveludado e cristalino que somente os mais ousados e performáticos vinhos finos podem oferecer.

Fonte: http://saojoaquimonline.com.br/2014/06/09/vinho-comendador-bate-recordes-de-vendas-e-tem-lote-esgotado

SETOR CONQUISTA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA DA VITIVINICULTURA PARA A REGIÃO SUL

Modervitis busca promover competitividade do setor por meio da atualização de vinhedos e da estrutura física das empresas nos polos tradicionais de produção

Criar condições de sustentação, aprimorando a competitividade da cadeia produtiva vitivinícola, nas regiões tradicionais de produção. Esse é o objetivo final do Modervitis, programa proposto pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Embrapa Uva e Vinho que busca a modernização física e tecnológica de produtores e processadores de uva. A portaria que cria o Comitê de Implantação e gestão do programa foi assinada na tarde desta quinta-feira (5), pelo Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, no Palácio Piratini, em Porto Alegre. Na ocasião, foi realizada a apresentação do Balanço da Politica Industrial do Rio Grande do Sul pela equipe do governador Tarso Genro, com participação do vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Carlos Weinschenck de Faria.

O Modervitis conta com a participação dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Ministério de Ciência, Tecnologgia e Inovação (MCTI) com apoio de diversas outras instituições federais. “O Rio Grande do Sul tem vinhos muito competitivos, de qualidade. Este protocolo assinado hoje qualificará ainda mais a produção, desde a produção de uvas até a elaboração de vinhos com apoio do BNDES. O setor está em crescimento e tende a crescer ainda mais com o Modervitis”, discursou o ministro Borges, lembrando que o programa abrange também os estados de Santa Catarina e Paraná.

Após a fase de estruturação do plano, com a realização de diagnóstico, estabelecimento de objetivos e metas, o programa foi incluído no Plano Brasil Maior. “Investimos muito tempo no encaminhamento do projeto em Brasília, pois tínhamos uma dificuldade de fazer com que o governo compreendesse a importância e abraçasse o projeto. Em virtude de seu viés estruturante, há a dependência de apoio governamental para viabilizar o projeto”, explica o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e assessor técnico do Ibravin, José Fernando da Silva Protas.

O Modervitits foi criado tendo em vista a defasagem tecnológica na produção da uva, em especial para a produção de vinho de mesa e suco, assim como no processamento por parte de empresas vinícolas instaladas nos polos mais antigos e tradicionais de vitivinicultura. “Essa situação está cada vez mais evidente diante de um mercado com competitividade em escala mundial, podendo em médio prazo inviabilizar todo um sistema baseado na agricultura familiar estabelecido nestas regiões”, observa o diretor-executivo do Ibravin Carlos Paviani.

Por isso, a meta final é adequar a matéria-prima e a estrutura tecnológica de processamento para obtenção de produtos com padrões de qualidade e competitividade internacional. Entre as metas previstas no programa está a modernização de vinhedos, aumento da produtividade média dos parreirais de uvas, elevação do teor de açúcar (grau brix), redução do número de variedades comerciais produzidas, disponibilização de assistência técnica aos participantes do programa, oferecimento de linhas de financiamento para modernização física e tecnológica das vinícolas e o aumento da capacidade de estocagem.

Protas destaca que o programa promoverá uma melhoria na gestão setorial em virtude de a adesão se dará a partir de um estabelecimento contratual entre viticultores e as vinícolas. “De um lado os viticultores se comprometem a realizar a produção dentro de padrões técnicos de qualidade e, de outro, os empresários se comprometem a adquirir a produção contratada aos níveis de preços previamente estabelecidos, tendo como base de referência o preço mínimo estabelecido pela Conab”, complementa o pesquisador.

O Programa de Modernização da Vitivinicultura (Modervitis) está integrado ao Plano Brasil Maior e conta com o aval e apoio de diversos Ministério e órgãos públicos envolvidos. Com a premissa de traçar diretrizes para uma nova política industrial, tecnológica e de comércio exterior, o plano tem entre seus objetivos o fortalecimento da competitividade das cadeias produtivas brasileiras, dentre elas a do setor vitivinícola.

Objetivos do Modervitis:

  • Modernização de vinhedos de cultivares americanas e híbridas, assim como de cultivares Vitis vinífera;
  • Elevação da produtividade média dos parreirais com cultivares americanas e híbridas;
  • Elevação do grau médio (Brix) das uvas americanas e híbridas a das uvas viníferas produzidas;
  • Redução do número de variedades americanas e híbridas produzidas comercialmente;
  • Redução da quantidade de uvas americanas e híbridas necessárias para produzir um quilo de suco concentrado;
  • Redução da quantidade de açúcar necessário à prática de chaptalização dos vinhos produzidos;
  • Disponibilização de assistência técnica aos viticultores participantes do programa;
  • Readequação estrutural e tecnológica das empresas vinícolas existentes nos polos tradicionais;
  • Ampliação da capacidade de estocagem das vinícolas estabelecidas nos polos tradicionais;
  • Substituição da estrutura de estocagem em recipientes de madeira, ferro e piletas de concreto, por aço inox.

 

Fonte: http://vinhocatarinense.wordpress.com/2014/06/05/modervitis-busca-promover-competitividade-do-setor-por-meio-da-atualizacao-de-vinhedos-e-da-estrutura-fisica-das-empresas-nos-polos-tradicionais-de-producao-criar-condicoes-de-sustentacao-aprimor/

IV MOSTRA DO VINHO CATARINENSE EM FLORIANÓPOLIS: Resumo

A IV edição da Mostra do Vinho Catarinense em Florianópolis foi um sucesso e agradou ao público presente.

A oficinas gratuitas de degustação muito elogiadas no ano passado marcaram presença também este ano, os Vinhos degustados durante as oficinas são oferecidos pelas Vinícolas expositoras e contribuem para um maior engajamento entre os expositores e o público, foram 3 oficinas no Total ministradas por Jucélio Kullmann de Medeiros (IFSC – Campus Continente, Dra.Marcia Maluf Palei pesquisadora e consultora de Enoturismo e Gilson Panceri Júnior enólogo.

A novidade ficou por conta do “I Simpósio de Vinho” que contou com duas palestras, a primeira palestra do diretor executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Raimundo Paviani com o tema “Desafios da Cadeia Vitivinícola” e a segunda palestra da sommeliére Adriane Wiest sobre o Tema ““Os vinhos de Santa Catarina ganhando o Brasil e o mundo”

Carlos Paviani apresentou uma síntese do quadro atual do setor no Brasil e falou sobre os avanços setoriais tais como; estruturação do Laboratório de Referências em Enologia (Laren), desenvolvimento e adoção de métodos analíticos, publicação de Decretos e INS para produção de Vinhos e derivados de Vinhos, acordo preço mínimo da Uva, financiamento de safra 100%, redução de IPI para espumantes, projeto Wines of Brasil (APEX), projeto Suco de Uva 100% (APEX e IBRAF), rede de centro de Inovação em Vitivinicultura MCT/Finep/Embrapa, inserção do setor em fóruns internacionais e principalmente a integração entre os elos da cadeia produtiva, integração das regiões produtoras e interação entre a cadeia produtiva e instituições públicas.

Abordou temas como a luta por redução de impostos incidentes sobre os vinhos nacionais que conta com uma carga tributária bem elevada, a importância dos Sucos, programas de Alimento seguro, programas de melhoria do manejo da Uva e desenvolvimento de novos produtos derivados da Uva.

Paviani defendeu fortemente a importância da união entre os elos com a integração entre as regiões e cadeias produtivas fortalecendo o segmento de Vinho no Brasil inclusive para pleitear coisas importantes como o Simples nacional por exemplo que geraria uma boa alternativa para o crescimento da produção.

O Brasil participa de Fóruns internacionais incluindo o do Mercosul mas na hora da negociação do Mercosul com o Chile, que reduziu a zero o imposto de importação do Chile para a entrada dos Vinhos no Brasil, não estava presente e só nos quatro primeiros meses deste ano já aumentamos a importação do Chile em 50%.

O acordo de comércio com a União Européia está em andamento, a Europa abrirá o mercado deles para receber as carnes brasileiras desde que o Brasil abra para a entrada dos Vinhos Europeus com a redução dos impostos de importação dos Vinhos vindos da Europa, é uma briga de força muito grande e o mercado de Vinho tem que estar muito forte nesse momento para não levar a pior, pois sua alta carga tributária reduz nossa competitividade dentro do mercado nacional.

Paviani ainda falou sobre o Programa de Modernização da Vitivinicultura para obtenção de crédito para inovações nas vinícolas, vinhedos e agricultora familiar que inclui assistência técnica e acesso a novas tecnologias e pesquisas.

O Rio Grande do Sul possui um fundo VITIS estadual e a implementação do Fundo VITIS nacional será um grande avanço por se tratar de um fundo pago pelos produtos mas descontado no ato do pagamentos dos impostos, transformar o fundo VITIS em um fundo nacional contribuirá para aumentar os investimentos no setor buscando modernização, divulgação e comunicação.

São vários Desafios apresentados por Paviani como; certificação de mudas, assistência técnica, inovação e transferência de tecnologia, renovação de vinhedos, renovação de vinícolas, difusão da cultura do Vinho, aumento do consumo per capita no Brasil, maior atenção as importações, cadastro Vitivinícola nacional, maior competitividade ao suco de Uva e inserção na cesta básica, fiscalização sanitária, estímulo aos jovens a permanecer na atividade agrícola, profissionalização do setor agrícola e o Enoturismo como produto de promoção nacional e internacional.

O Tema ENOTURISMO foi pouco discutido no evento pois devido a sua grande importância chegou-se ao um consenso sobre a necessidade de ir mais a fundo neste Tema e algumas ações para isso estão sendo orquestradas pela organização da IV Mostra do Vinho Catarinense juntamente com a Dra. Marcia Maluf Palei, iremos acompanhar de pertinho tudo isto.

O momento foi marcante e o Simpósio foi encerrado com um caloroso debate, bastante produtivo e motivador ao ponto de ao final nascer um grupo de trabalho com representantes do setor Vitivinicultor do qual participaremos. Este grupo tem o objetivo de levar adiante o nascimento desta união de elos e dar continuidade aos projetos e o fortalecimento do Setor a nível nacional inserindo toda a cadeia produtiva do Vinho Catarinense dentro da luta para alcançar os objetivos comum a todos, rumo aos DESAFIOS.

No debate Carlos Eduardo Panceri, presidente do Sindivinho SC, pediu a palavra para informar a todos que em sua recente viagem a Itália juntamente com uma comitiva foi firmado um acordo de cooperação e transferência de tecnologia entre Itália e Brasil, mais uma ótima notícia para todos.

Parabéns a toda a equipe do Deputado Padre Pedro Baldissera e aos que estiveram presente neste evento histórico do Setor no Estado de Santa Catarina que contribuiu para a União de todos em prol do avanço necessário para o crescimento do mercado de Vinho no Brasil.

Avante!!! e acompanhem por aqui as novidades.

Eunice Ferreira – Jornalista MTB4755/SC

 

Fonte: http://vinhocatarinense.wordpress.com/2014/06/03/iv-mostra-do-vinho-catarinense-em-florianopolis/

11º Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil em Florianópolis

Avaliações do Concurso Mundial Bruxelas-Brasil, em Florianópolis, começaram hoje

Começaram na manhã desta terça-feira as avaliações dos vinhos brasileiros, de todas as regiões vinícolas do Brasil, do 11º Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil – Concurso Mundial Bruxelas-Brasil, no Costão do Santinho, em Florianópolis, uma realização do Concurso Mundial de Bruxelas e MP Eventos. Nesta quarta-feira de manhã prosseguem os trabalhos dos jurados, analisando os vinhos inscritos, de cinco estados do país: Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Sul (Campanha e Serra Gaúcha), Minas Gerais e Paraná. Os premiados serão anunciados em jantar para convidados, no dia 8, domingo, ocasião em que também serão divulgados os resultados do Spirits Selections, o Concurso Mundial de Destilados, que avalia todos os tipos de destilados de diferentes regiões do mundo, realizado no Barsil pela primeira vez em sua história.

Os vinhos brasileiros que participam do 11º Concurso Nacional de Vinhos Finos do Brasil estão sendo avaliados por um júri formado por especialistas nacionais e internacionais convidados, da França, Alemanha, do Peru, Chile e de Taiwan, e dez especialistas brasileiros.

O presidente mundial do Concurso Mundial de Bruxelas, Baudouin Havaux, acompanha de perto toda a organização.

O concurso dos vinhos brasileiros é anual e promove os produtos do Brasil no mercado interno e no exterior, pois coloca os rótulos nacionais em contato com grandes formadores de opinião em seus países de atuação e das várias regiões do Brasil.

Jurados confirmados

Estrangeiros:

Bernard Schafer – jornalista – Alemanha

Bernard Burtschy – jornalista – França (jornal Le Figaro)

Carlos de Pierola – jornalista – Peru

Chen Chienhao – Wine and Spirit Educator – Taiwan

Olivier Frédéric Bourgoin – jornalista – França

Sylvia Cava – enóloga – Chile

Do Brasil:

Daniel Pinto – professor/enófilo

Deise Novakoski – sommelier e jornalista especializada (Jornal O Globo)

Didu Russo – enófilo, colunista e crítico

Eduardo Viotti – jornalista especializado e jurado internacional

Gabriela Poletto – enóloga

Gilberto Pedrucci – enólogo

Ivan Bianchi – comprador

José Luiz Tavares – enófilo

Julio Anselmo – jornalista especializado

Renato Frascino – enófilo e palestrante (vinhos e destilados)

 

Fonte: http://silviafranco.wordpress.com/2014/06/03/11o-concurso-nacional-de-vinhos-finos-do-brasil-em-florianopolis/

Villa Francioni Juarez Machado. Inspiração nos 5 sentidos.

Semana passada estive no evento de lançamento do vinho Villa Francioni Juarez Machado, um vinho feito em parceria entre a Vinícola Villa Francioni e o artista plástico catarinense Juarez Machado.

A história de Juarez Machado com o vinho é antiga. Há 30 anos ele mora em Paris e além de degustar inúmeros vinhos por lá, já realizou exposições temáticas, resultado de suas visitas às principais vinícolas da França. Agora em parceria com a Villa Francioni, ele resolveu fazer esta homenagem à cidade natal, criando 7 telas que posteriormente se tornaram os rótulos dos vinhos. são belíssimos rótulos. Além dos 7 rótulos, Juarez compôs 7 poemas que estão no contra-rórulo de cada garrafa.

O vinho também não deixa por menos. Um corte de cabernet sauvignon, merlot, cabernet franc e malbec, que passou 15 meses em barricas de carvalho. Um vinho bem escuro, potente, tânico, ótima acidez, muita fruta negra bem madura e toques de chocolate e café tostado. Nasceu para acompanhar uma bela carne, pratos condimentados ou mesmo queijos de sabor mais intenso.

Um ótimo vinho brasileiro de Santa Catarina, região que só me surpreende a cada dia.

O Villa Francioni Juarez Machado você encontra na Ravin.

Fonte: http://www.diariodebaco.com.br/2014/06/villa-francioni-juarez-machado-inspiracao-nos-5-sentidos/