Villa Francioni no Encontro de Vinhos Belo Horizonte

Uma das principais vinícolas de Santa Catarina e do Brasil confirmou presença no Encontro de Vinhos de Belo Horizonte.

A Villa Francioni foi uma das pioneiras na produção de vinhos de alta qualidade na serra catarinense. Vinhos brancos e tintos que conquistaram os críticos mais exigentes. Até a Madona ficou encantada com o Rosé da Villa Francioni.

Dia 4 de Setembro, das 14 às 22 horas, no Hotel Mercure Lourdes, na Aveinda do Contorno, 7315.

Ingressos com desconto à venda no site do Encontro de Vinhos:

http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/

Fonte: http://www.papodevinho.com/2014/08/villa-francioni-no-encontro-de-vinhos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PapoDeVinho+%28papo+de+vinho%29&utm_content=Google+Feedfetcher

Família Schurmann batiza novo veleiro com espumante catarinense

O premiadíssimo Rosé Brut da Villaggio Grando foi o espumante escolhido para o batizar o veleiro Kat, da família Schurmann, no último final de semana em Itajaí. Heloisa Schurmann fez o batismo, cerimonia que é tradicional, antes do barco ser colocado na água. A família Schurmann inicia em breve a terceira volta ao mundo, desta vez com a Expedição do Oriente. A tradição de batizar um barco com espumante ou champanhe antes de ele zarpar tem diversas origens. A mais difundida diz que se trata de um ritual para proteger a embarcação dos perigos do mar. Um detalhe importante: a garrafa (com uma rede de proteção), precisa quebrar! Então tim tim!!

Fonte: Assessoria de Imprensa

Em Videira, associados da AREAVID participam de Curso de Análise Sensorial de Vinhos

Dezenas de profissionais membros da Associação Regional dos Engenheiros e Arquitetos de Videira (AREAVID) e do CREA – Videira, além de convidados participaram recentemente de um Curso de Análise Sensorial de Vinhos, promovido pela Associação. Sob a orientação do enólogo Leandro Venturin os participantes foram capacitados à percepção visual, sabores, aromas e sensações decorrentes da degustação do vinho.

Durante os três dias de curso, os profissionais também puderam conhecer e avaliar amostras de produtos de várias regiões e identificar aspectos que podem ser melhorados nos vinhos. De acordo com o presidente da AREAVID – Jonatan Galio a iniciativa do curso é uma forma da Associação promover momentos de descontração e interatividade entre os engenheiros e arquitetos da região.

“Nossa região é tradicionalmente grande produtora e consumidora de vinhos, por isso, ao promovermos esse curso de análise estamos conciliando o conhecimento com momentos de integração entre nossos associados que puderam degustar bom vinhos, relaxar e trocar experiências com outros colegas”

Fonte: Assessoria de Imprensa em Videira (http://www.portalvda.com.br/em-videira-associados-da-areavid-participam-de-curso-de-analise-sensorial-de-vinhos/)

 

Vinícola Villaggio Grando inicia produção de vinhos personalizados no Oeste de SC

Projeto busca oferecer produtos exclusivos para os clientes em Água Doce. Cada barrica custa R$ 18 mil e rende até 300 garrafas de vinho.

Uma vinícola de Água Doce, no Oeste catarinense, está aproveitando o inverno para conquistar novos clientes através da produção de vinhos personalizados. A iniciativa iniciou neste ano e permite que os clientes criem suas próprias bebidas no maior vinhedo do estado.

De acordo com a vinícola, desde que foi lançado, o projeto já contabilizou oito barricas de vinho vendidas por R$ 18 mil cada. Conforme os produtores, o rendimento de cada barrica pode chegar a 300 garrafas.

Segundo a empresa, a prática foi adotada para atender aos paladares mais exigentes e aproveitar uma das melhores safras da uva da história, registrada em 2014. Além dos produtos exclusivos, a vinícola também mantém uma produção anual de cerca de 200 mil garrafas de vinho, vendidas em restaurantes e casas especializadas no Brasil e nos Estados Unidos.

De acordo com o diretor comercial, Guilherme Grando, os clientes podem escolher entre 103 variedades de uvas tintas que são produzidas no local ou optar por uvas que não são cultivadas na vinícola. “Desde que a gente tenha vinificado naquela safra e ainda haja barricas à venda, o cliente pode fazer o vinho com a experiência de deixar no tempo de carvalho que ele quer, com as uvas que escolher e fazer um vinho aos modos do gosto pessoal”, explicou.

Conforme Grando, o investimento também inclui o acompanhamento de um enólogo durante todo o processo de elaboração até que a bebida fique pronta. O profissional é responsável por ajudar o cliente a procurar um equilíbrio entre o álcool, o aroma e a acidez do vinho. O tempo mínimo de espera até a finalização do produto é de dois anos.

Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2014/08/vinicola-inicia-producao-de-vinhos-personalizados-no-oeste-de-sc.html

Empresária aposta na Serra Catarinense

Daniela Borges de Freitas encabeça o projeto da vinícola Villa Francioni que tem produção anual de 150 mil garrafas, com 27 rótulos

A Serra catarinense encanta Daniela Borges de Freitas. Natural de Criciúma, no sul de Santa Catarina, a poucos quilômetros dos pés da Serra do Rio do Rastro, a empresária rendeu-se às particularidades do refúgio que encanta turistas e moradores do Estado vizinho. A diferença é que Daniela escolheu a região para desenhar o próprio futuro. A sintonia entre ela e a região evidencia-se em poucos minutos de caminhada em meio ao parreiral da vinícola Villa Francioni, em São Joaquim, presidida por ela. É notável que é ali o lugar aonde Daniela se sente bem.

Aos 50 anos, a terceira de quatro filhos do empresário Dilor de Freitas mora com o filho em São Paulo, onde faz reuniões de negócios e apoia a administração das outras empresas em que a família tem participação, como a cerâmica Cecrisa e a fábrica de insumos agrícolas Florestal, ambas em Criciúma. Os irmãos João Paulo, Adriana e André também ajudam na administração das outras empresas.

Mesmo morando na cidade mais populosa do Brasil, é no topo da Serra catarinense que Daniela prefere estar. A cada 15 dias, a empresária viaja rumo a São Joaquim. Passa o fim de semana ao lado da família, na casa do alto do morro, bem ao lado da vinícola criada pelo pai. Nas horas livres, aproveita o que a região tem de melhor. A cada ida a Santa Catarina, a primeira parada é em Criciúma, a base da família Freitas no Estado. De lá, ela segue pelas sinuosas curvas da Serra do Rio do Rastro até chegar à vinícola.

Formada em Direito pela Mackenzie, em São Paulo, Daniela morou também em Porto Alegre e Florianópolis para trabalhar e especializar-se. Como assumiu a presidência da vinícola em 2008, por uma escolha da família, passou a dedicar-se ainda mais aos vinhos. Formada em um curso inglês de degustação, faz questão de caminhar pelos parreirais toda vez que vai a São Joaquim. Do plantio à colheita, ela está lá.

A Villa Francioni tem produção anual de 150 mil garrafas anuais, com 27 rótulos diferentes. O último, ainda em fase de testes, levará o nome de Dilor, uma homenagem ao patriarca da família Freitas.

Daniela orgulha-se das conquistas da empresa. Reconhecida por prêmios nacionais, a vinícola também caiu na graça da cantora Madonna, em 2009, quando a pop star provou do vinho Rosé da Villa Francioni no restaurante Fasano. Elogiado por Madonna, o vinho passou a ser um dos destaques da vinícola.

“Nosso distribuidor coloca vinho da Madonna no pedido”, sorri a empresária ao se lembrar. A devoção de Daniela e da família pela Serra tem ligação direta com os benefícios da região para a produção de vinhos. “Temos realmente uma região especial para produção de vinhos de alta qualidade, principalmente em função da altitude”, orgulha-se a herdeira.

Dilor de Freitas, o patriarca
Inegavelmente a marca empreendedora da família Freitas está arraigada em Santa Catarina. Do Sul – onde o patriarca Dilor de Freitas fundou a Cecrisa, uma das principais empresas de cerâmica do país – à Serra, sede da vinícola de vinhos finos deixada para os quatro filhos, espalharam-se as apostas na força do Estado. A última delas ocorreu seis anos antes de Dilor partir. Acompanhado dos filhos, saiu de Criciúma e subiu as sinuosas curvas da Serra do Rio do Rastro até os campos de São Joaquim.

“Meu pai pensava em comprar uma fazenda para desfrutar com a família e amigos. Com o espírito irrequieto e empreendedor, ele começou a pesquisar o que poderia fazer”, descreve a filha Daniela.

Dilor morreu quatro meses antes de serem comercializados os primeiros vinhos da vinícola Villa Francioni, idealizada em cada detalhe e construída por ele na Serra, em São Joaquim. Cada porta, lustre, mesa e cadeira foram compradas pelo empresário em viagens pelo mundo.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/empresaria-aposta-na-serra-catarinense-para-producao-de-vinhos-finos/

 

 

Vinho tinto “Zelindo” uma homenagem dos filhos ao fundador da Suzin

Filhos sócios da vinícola escolhem o rótulo em homenagem ao pai. O vinho acabou virando o carro-chefe da empresa e é um dos mais premiados do Brasil.

O tinto “Zelindo”, um dos vinhos finos de altitude mais premiados, é na verdade uma homenagem dos filhos, Everson e Jeferson Suzin, ao pai, fundador da vinícola, filho de imigrantes italianos e que se chama Zelindo.

Localizada  em São Joaquim, na Serra Catarinense, Zelindo é agricultor, produz batata e maçã e é um dos pioneiros da vitivinicultura catarinense. Fundou a empresa há pouco mais de dez anos e a cada ano que passa colhe os frutos do investimento. E é justamente o vinho, feito em homenagem ao pai da vinícola, o carro chefe da empresa. O tinto um corte com 70% de uva merlot, 30% cabernet já recebeu várias premiações e os especialistas destacam o vinho como uma joia rara.

Na edição do Valor Econômico de dezembro passado, o jornalista Jorge Lucki, especialista em vinhos e coordenador do TOP TEN da Expovinis, maior Feira de Vinhos da América Latina, apontou na categoria tinto, o Zelindo como destaque do ano passado, classificando ele entre os melhores do Novo Mundo. “O Zelindo vem colecionando medalhas a cada nova safra e isso recompensa todo nosso trabalho”, afirma  Suzin. Recentemente, o Anuário de Vinhos do Brasil, produzido pela editora Baco em parceria com o Ibravin, traz o vinho com 90 pontos e  definitivamente coloca o rótulo  entre os melhores cortes tintos do país.Em 2010, a safra 2007, ganhou a medalha  Gran Ouro, no Concurso Mundial de Bruxelas e em  2011 a safra de 2008, ficou também com a premiação máxima do concurso. Ele também foi eleito um dos 7 melhores  tintos do Brasil pela Revista  Guia/Adega.

“ O Zelindo, reflete a excelência e a força do fundador da empresa, nosso pai. Aliás, uma ótima dica para presentear os pais neste domingo.” Afirma Everson Suzin.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Dicas para brindar o inverno catarinense

Enoturismo é uma das opções para quem quer subir a Serra neste inverno

Os cientistas confirmam que o consumo moderado de vinho é bom para a saúde. Na França, uma lei coloca a bebida como patrimônio cultural e gastronômico do país. Mas não é preciso viajar para tão longe para degustar produtos de altíssima qualidade. Em Santa Catarina é possível conhecer uma grande variedade de uvas e vinícolas com produtos premiados. A experiência enogastronômica se completa em cenários que mais parecem de filmes.

Se o seu roteiro de viagem de inverno não inclui um passeio pelo interior do Estado, ainda dá tempo de se organizar para conhecer a rota dos vinhos. As  vinícolas oferecem deliciosas opções, além dos tradicionais programas de visitação, entre elas: degustação de vinhos nas cavas, piqueniques, almoço ao ar livre com cardápios regionais e até mesmo a sabragem, a famosa técnica de abrir a garrafa de espumante com um sabre. Escolha o roteiro e faça o agendamento prévio para garantir a sua vaga.

Conheça algumas opções:

Jantar harmonizado

A vinícola Monte Agudo, em São Joaquim, oferece almoços e jantares harmonizados todos os finais de semana. Para isso, basta fazer a reserva e não é necessário ter um grupo fechado. O menu, renovado mensalmente, oferece duas opções de entrada, dois pratos principais e duas sobremesas. O cliente escolhe uma opção de cada e, é claro, o grande acompanhamento da noite é o vinho produzido pela Monte Agudo. “Tentamos valorizar sempre a comida serrana ou campeira acompanhadas do toque da nossa chef”, afirma a sommelier e dona da vinícola, Carolina Rojas Ferraz. Pensando na tendência  bed and breakfast (do inglês, cama e café da manhã), muito comum na Europa, a vinícola está em fase final de construção de uma casa em que oferecerá quartos para alugar aos clientes que desejarem pernoitar perto do parreiral.

Passeio pela história

A vinícola Panceri, localizada em Tangará, no Meio Oeste, recebe visitantes durante todo o ano. O passeio consiste em uma visita guiada pela estrutura da vinícola, bem como a degustação dos produtos e o ingresso para o museu da Vitivinicultura Catarinense, que fica a 200 metros da vinícola e conta os cem anos de história da atividade no Estado. A visitação acontece de segunda a sábado, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h. Aos domingos, feriados e nos demais horários, é necessário agendamento prévio.

Qualidade da altitude

O principal diferencial dos vinhos de altitude é o tempo de amadurecimento da uva, que por causa das características do solo e clima tornam a frutificação mais lenta, o que implica em um período mais longo de maturação do fruto, com aumento da concentração dos polifenóis, que enriquecem o aroma dos vinhos. Em Santa Catarina, a produção de vinhos de altitude é relativamente nova, mas é considerada de boa qualidade pelos especialistas. São vinícolas recentes, com pouco mais de dez anos, que produzem excelentes bebidas e oferecem infraestrutura adequada para a produção do vinho, que exige cuidados especiais para manter seu padrão. As principais uvas produzidas são cabernet sauvignon, merlot e sauvignon blanc, além da chardonnay e viognier.

Fonte: http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/186730-destino-sc-da-dicas-para-brindar-o-inverno.html